
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de caos engraçado, pose de malandro e sensibilidade escondida lembra muito o Bart. Ele vive de música pesada, zoeira e bravata, tipo quando fala de afinação como se fosse questão de honra em “Double drop G é a maior afinação de virgem que existe eu juro por deus que se vc transar o suficiente vc não vai PENSAR em ir mais grave do que B” ou solta um "Porra de metal de verdade vai bater uma punheta zé", o que é bem energia Bart arrumando encrenca. Ao mesmo tempo, tem um lado emotivo e dramático que aparece quando fala de terapia e gratidão em “Esse ano quando eu completar 6 meses de terapia vou lançar uma carta de agradecimento pública pro baco exu do blues e pro lany” e quando sente o peso de momentos importantes em “Sensação absurda de estar vivendo algo q eu vou sentir falta no futuro”. Ele também vive questionando o mundo de forma meio cínica e política, como em “flertando oi amor vamo formar uma milícia acabar com os latifundiários do país e recuperar a terra que foi negada aos nossos ancestrais”, o que lembra o lado rebelde e anti-autoritário do Bart. Por fim, o jeito de rir da própria desgraça em frases como “N posso dizer q sou azarado mas tem umas fita q me acontece q é no mínimo muito cômico” é exatamente o humor autodepreciativo e resiliente que o Bart usaria pra lidar com a vida.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: falam de show lotado, ensaio, trampo, amigos e rolês com animação (“Show lotado na sexta trampo leve no sábado ensaio no domingo vida boa da porra”; “Eu e meus manos amamos Nanda tsunami”) e gostam de trocar ideia com mutuals, abrindo até outro canal de contato (“qualquer coisa me chamem no insta (@/educross_) ou zap tmj”). A preferência por Intuição (N) aparece na forma abstrata e metafórica de falar de vida e sentimentos, como em “Sensação absurda de estar vivendo algo q eu vou sentir falta no futuro” e na reflexão crítica sobre política, raça e mundo (“odeio essa retórica de ''aii o mundo vai acabar mas vai ser lindo os humanos precisam sumir'' ô seu filha duma puta...”). Eles são claramente mais Feeling (F) que Thinking: valorizam relações, terapia e impacto emocional da arte (“Esse ano quando eu completar 6 meses de terapia vou lançar uma carta de agradecimento pública pro baco exu do blues e pro lany”) e reagem forte a injustiças pessoais e sociais (“tava tudo lindo até o acaso dar aquela esfregada na cara p lembrar q nois n é branco q bosta roubou minha brisa legal”). No eixo J/P, eles soam bem mais Perceiving (P): falam de sono desregulado, metas e organização como algo meio caótico (“Tipo rpzd eu sei que n sou o exemplo de organização e compromisso mas n era pra eu ta vindo resolver isso aqui não pdp?”), vivem de impulso criativo (álbum, banda, poemas) e de fluir com o momento (“Recesso da banda acabou e eu vou terminar este álbum amanhã”) mesmo sem parecer super estruturado. O jeito apaixonado, caótico, muito emocional e sociável, misturando militância, arte, humor e drama cotidiano, encaixa fortemente no perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Vocalista e compositor, fã de metal moderno, Tupac e Naruto. Já desafinei corda em show e afinei no meio do riff. Em terapia, fazendo barulho e futuro.– @crossedu69

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e intenso como alguém que sai de pesquisar “como gritar” aos 13 anos pra ouvir do vocal da banda favorita que é o único em quem confia pra segurar o show, como em “Uma hora cê tem 13 anos pesquisando tutorial de como gritar no YouTube...”. A cachaça envelhecida representa a raiz, o Brasil profundo, o metal, o rap e a vivência de palco de quem fala de Red Star e Lolla sem medo, como em “Sensação bizarra ontem eu tava tocando no Red star... Parsa.”. O licor de café é o amor declarado por um pretinho forte que segura a madrugada e o trampo, como em “Slk prç amo café preto”, além do som pesado que acorda qualquer um. O xarope de frutas vermelhas traz a parte emotiva, emo e poética, aquele coração que escreve poema privado e sente que está vivendo algo de que vai sentir saudade, como em “Sensação absurda de estar vivendo algo q eu vou sentir falta no futuro” e “Pensando mt sinceramente em abrir minha ex conta privada q agora é conta de poema pra geral...”. O limão siciliano corta a doçura com uma acidez necessária, igual a forma direta de falar de raça, política e cena, como em “tava tudo lindo até o acaso dar aquela esfregada na cara p lembrar q nois n é branco” e “odeio essa retórica de ''aii o mundo vai acabar mas vai ser lindo os humanos precisam sumir''...”. Por cima, a espuma leve de cerveja escura é o toque nb, grunge/metalcore, meio pesado meio suave, que lembra tanto Tupac quanto Naruto Shippuden e Lil Peep, como em “Ngm sabe q por trás dessa skin de malandro eu estou ouvindo as melhores aberturas de naruto shippuden” e “Tatua aí Lil peep até a morte”, deixando o coquetel com cara de show lotado, terapia em dia e mundo acabando mas a arte ainda em pé.

Sua Casa de Hogwarts
A forma como elu se posiciona é muito de Gryffindor: confronta racismo e fetichização de forma direta, por exemplo em “vc não pode fetichizar mulheres não brancas só pq algum otário te falou q vc é negro de alma”, o que mostra coragem de comprar briga por questões éticas. Também há um impulso de enfrentamento político-romântico em “flertando oi amor vamo formar uma milícia acabar com os latifundiários do país e recuperar a terra que foi negada aos nossos ancestrais”, que é bem espírito de "vamos pra guerra" típico da casa. O jeito que fala de si mesme mistura autoconfiança quase heroica e autoironia, como em “vivendo numa espiral insana de ''eu sou o goat, mas eu devia ter visto essa porra😭😭😭''”, reforçando um certo complexo de protagonista. A agressividade protetiva com a cena e com os seus, como em “Porra de metal de verdade vai bater uma punheta zé” e “Dscp n levo a sério quem fala de real metalcore [...] vai ouvir um wu tang clan poser”, mostra alguém que entra em combate pelo que acredita. Embora haja traços de ambição artística e de lealdade à banda, o traço dominante é a coragem impulsiva, combativa e apaixonada, que encaixa muito mais em Gryffindor do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música Esú combina com a forma intensa, contraditória e espiritualizada como elu enxerga a própria vida. Elu cita diretamente essa referência ao dizer que está sentindo algo que parece ser a sensação que o Baco tinha quando compôs a música: “tô com uma sensação recentemente q eu sinto q é a sensação q o baco tinha quando compôs Esú”. Além disso, há uma mistura de dor, orgulho e consciência racial que conversa muito com Baco, como quando fala do sobrenome de escravizado em contraste com o de alemão refugiado: “E enquanto isso eu com sobrenome de escravizado e a @keumbeck com sobrenome de alemão refugiado sem condições”. A autoafirmação em meio a caos, terapia e arte aparece em vários momentos, como na ideia de lançar uma carta de agradecimento ao próprio Baco: “quando eu completar 6 meses de terapia vou lançar uma carta de agradecimento pública pro baco exu do blues”. Tudo isso encaixa com o tom de Esú: vulnerabilidade, raiva justa, ironia e orgulho de existir sendo quem é.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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crossedu69
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