
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela mistura militância afiada, consciência política e senso crítico com sensibilidade e crises existenciais, o que lembra muito a Lisa. Várias vezes ela aponta machismo, racismo e transfobia de forma direta, como em “Vocês são burros. Ele é julgado pq alimenta 'piadas' TRANSFÓBICAS, sexualiza o corpo ao extremo…” e “Vocês amam diminuir e comparar uma luta contra a outra… o mesmo q me mata nas ruas também vai querer te matar”, bem no espírito da Lisa chamando a atenção pra injustiças. Ela também observa como mídia e sociedade tratam minorias, como em “a globo vai pintar ela de raivosa pra sair com rejeição como aconteceu com nicácio, domitila e outras várias pessoas negras...”, o que ecoa a visão crítica da Lisa sobre mídia e poder. Ao mesmo tempo, mostra vulnerabilidade e sensação de não-pertencimento, como em “De pouco em pouco eu vou perdendo o interesse...” e “Eu falo com um estranho Ele nunca vai lembrar depois...”, algo muito típico da solidão que a Lisa sente por ser diferente. E, como a Lisa, ela é irônica, inteligente e não tem medo de peitar gente preconceituosa, vide “No twitter é só militancia e na vida real cê anda com gente transfóbica e machista até os dentes, se mata porraaaaaa”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais Extrovertidos (E) do que introvertidos: vivem comentando BBB, política e tretas públicas, interagindo com mutuals e desconhecidos, por exemplo em “quanto gay gostoso aqui pqp to me sentindo uma entregadora, só sentindo o cheiro e nao podendo comer..” e no jeito de usar ragebait em “Sei que o ragebait deu certo quando o random me bloqueia pqp amo”. O estilo é claramente Intuitivo (N): em vez de falar só de fatos concretos, ela conecta episódios a temas amplos como racismo, transfobia e estrutura social, como em “Vocês amam diminuir e comparar uma luta contra a outra… o mesmo q me mata nas ruas também vai querer te matar” e “Vcs esquecem q no fim das contas o Brasil é racista, machista, transfóbico, PRECONCEITUOSO ao extremo”. A preferência por Sentimento (F) aparece na centralidade de empatia, injustiça e dor emocional: ela fala de disforia em “A disforia aqui no sitio ta bbd”, de limites afetivos em “Viado, cuidar de uma pessoa adulta sem perspectiva de futuro e sem psicológico quebra tuas pernas” e se irrita com falta de posicionamento contra transfobia em “Não é amizade da msm forma q isso não é um grupo”. Quanto a J vs P, ela parece bem mais Perceptiva (P): improvisa, reage ao momento, faz piada, muda de assunto rápido e não transmite uma vibe de planejamento rígido, como no humor espontâneo de “ai se eu entro e vejo isso já peso o clima e falo q tentei me suicidar às 00h01 do msm dia pq aniversario pra mim é merda” e na forma leve e caótica de flertar em “Flertar sem intenção de NADA é bom demais.”. Somando extroversão expressiva, sensibilidade política e emocional, humor caótico e posicionamento muito baseado em valores pessoais, o encaixe mais provável é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
21, trans, tentando sobreviver ao Brasil e ao BBB. Já quase fui expulsa de rolê por corrigir transfóbico com educação demais.– @crystlvs

Seu coquetel exclusivo
Um drink que começa forte com cachaça envelhecida, porque a energia dela é de quem manda a real sem papas na língua, tipo em “Vocês são burros. Ele é julgado pq alimenta 'piadas' TRANSFÓBICAS...” e “No twitter é só militancia e na vida real cê anda com gente transfóbica...”. O licor de açaí doce e roxinho representa o afeto, a vibe bixa, gamer e carinhosa, como em “Eu jogando wild rift !!” e na bio com bandeirinha trans. O xarope de pimenta com maracujá é a mistura de tesão, flerte e ranço: ela tá sempre entre o "ai que gostoso" de “quanto gay gostoso aqui pqp to me sentindo uma entregadora...” e o deboche em “É fácil enganar homens, só se fazer de burrinha e fofa q vc vai longe”. A espuma de água tônica com glitter traz o amarguinho da disforia e da vida real, mas ainda brilhando, como em “A disforia aqui no sitio ta bbd” e “O que você ta fazendo? Isso 🥺 como voltar a gostar da vida”. As raspas de limão e sal colorido na borda são o edge ácido e militudo, temperando tudo com crítica social, bem “Vcs esquecem q no fim das contas o Brasil é racista, machista, transfóbico...” e “Femboy é um termo constantemente usado pra fetichizar mulheres trans...”. No final é um sour: forte, doce, ácido e um pouco amargo, mas impossível de confundir – igual ela chegando fazendo bbeep no rolê.

Sua Casa de Hogwarts
A personalidade da @crystlvs grita Gryffindor pela forma corajosa e combativa com que ela se posiciona. Ela confronta transfobia e falta de apoio sem rodeios, como quando diz sobre amigos que não a defenderam de ataques transfóbicos: “Vi amigos de amigos serem MUITO transfóbicos cmg e ninguém se posicionou contra, enquanto eu e meu namorado teve q fazer sozinhos…”. Também enfrenta diretamente discursos preconceituosos, como em “Vocês são burros. Ele é julgado pq alimenta 'piadas' TRANSFÓBICAS... Mas é bem mais confortável defender gente cis…” e “vc nao ta vindo cobrar uma TRANS de ter achado ruim ser chamada de gay nao ne”, mostrando disposição de bater de frente mesmo que isso traga conflito. Ela tem um forte senso de justiça social, especialmente sobre racismo e transfobia, como em “Vcs esquecem q no fim das contas o Brasil é racista, machista, transfóbico, PRECONCEITUOSO ao extremo” e “Minoria sendo preconceituosa só me deixa puta, pq todos um dia estivemos no mesmo lugar que a Sol…”, o que lembra muito o espírito de Gryffindor de lutar pelo que é certo. Além disso, a impulsividade e intensidade emocional aparecem em posts como “Rasga teu cu ai então pô” e “FEMBOY… matem todos dessa raça violentamente 🔥”, reforçando esse traço explosivo e combativo típico da casa do leão. Embora haja traços de lealdade e senso de justiça que poderiam apontar para Hufflepuff, o jeito direto, confrontativo e destemido com que ela milita e enfrenta conflitos encaixa muito mais com Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A música Born This Way combina com ela porque fala de orgulho, identidade e resistência, algo que aparece o tempo todo nos tweets sobre ser mulher trans e enfrentar transfobia, como em “Cês tem q parar de fetichizar trans* Pq (m)'amar' todo mundo diz que, mas assumir nunca assumem”. Ela comenta muito sobre como pessoas trans e negras são tratadas e como isso dói, mostrando consciência política e senso de comunidade, como em “Vocês amam diminuir e comparar uma luta contra a outra Lembre se: o mesmo q me mata nas ruas também vai querer te matar” e “Minoria sendo preconceituosa só me deixa puta, pq todos um dia estivemos no mesmo lugar que a Sol”. Ao mesmo tempo, ela tem humor ácido e autoafirmação, falando da própria vivência com disforia e burocracia, como em “A disforia aqui no sitio ta bbd” e “O número do meu CPF? Com o nome morto?”, o que ecoa a mensagem da música de se assumir como é, apesar de tudo. Ela também mostra um lado vulnerável, de cansaço com a vida e saúde mental, em “O que você ta fazendo? Isso 🥺 como voltar a gostar da vida”, e a canção funciona quase como um hino de abraço e validação pra esse tipo de dor. Juntando militância, ironia, vulnerabilidade e orgulho de ser quem é, Born This Way captura bem a energia dela no Twitter.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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