
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais próxima da Lisa Simpson: muito emocional, introspectiva e ligada a estudos, como mostra o fato de ser de Biomedicina e se empolgar com a faculdade, por exemplo em “que saudade da faculdade” e “omg sou veterana que legal (mudou nada)”. Assim como a Lisa, ela sente tudo com muita intensidade e pensa demais sobre si mesma, algo que aparece em “sou feita de emoções fortes demais” e “uma das piores sensações do mundo é saber q eu tenho pelo que ficar entusiasmada e eu nao consigo estar pq eu nao quero mais fazer nada”. Ela também demonstra consciência e sofrimento em relação à saúde mental, em tweets como “é bizarro como meus problemas psicologicos tao ali ate quando ta ‘tudo bem’” e “odeio que todos os dias eu penso em como eu não queria estar viva mas eu só tenho que lidar com isso e seguir com o meu dia”, o que lembra o lado melancólico e existencial da Lisa. Ao mesmo tempo, ela encontra refúgio em cultura pop, séries e música — como em Daisy Jones & The Six e em cantoras/trilhas tristes — o que ecoa a forma como a Lisa usa leitura, música e arte para lidar com o mundo. Por fim, a importância que ela dá às amizades e ao se sentir acolhida, como em “de verdade amo estar com as meninas, a gente se entende tanto e fala de tudo me sinto tao acolhida”, reforça essa mistura de sensibilidade, inteligência e carência afetiva bem típica da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: apesar de terem uma vida social ativa, o foco dos tweets é no mundo interno, em emoções e reflexão, como em “é bizarro como meus problemas psicologicos tao ali ate quando ta ‘tudo bem’” e “i worry this is how i’m always gonna feel”, em vez de buscar atenção direta. O polo N (Intuição) aparece na forma como conectam sentimentos a sentidos maiores e metáforas, citando letras e narrativas para falar de si, como “hunger hurts but starving works when it costs too much to love” e a obsessão com Daisy Jones and The Six em “tem eras que eu nao fico obcecada numa serie assim”, mais do que em detalhes práticos. Há forte predominância de F (Sentimento): decisões, opiniões e desabafos são guiados por afeto, empatia e mágoa, por exemplo em “odeio que todos os dias eu penso em como eu não queria estar viva mas eu só tenho que lidar com isso e seguir com o meu dia” e na defesa apaixonada de personagens como Camila em “ep 4 de djats e eu sou n1 defensora da camila”. A preferência por P (Perceiving) aparece na espontaneidade, impulsividade e dificuldade de estrutura/rotina: ela fala de virar a noite, mudar de ideia toda hora, como em “pintei a unha 3 vezes de 3 cores diferentes essa madrugada” e no jeito de ir vivendo entre facul, BBB, RPG, séries e beber com amigas sem planejamento rígido. O conjunto de introspecção emocional intensa, idealismo, apego a narrativas e arte triste (Phoebe Bridgers, Fiona Apple, Joji), mais a espontaneidade caótica, combina fortemente com o perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Biomedicina UFF, fã de RPG e séries dramáticas. Sobrevivente de estômago ruim, saudade eterna da faculdade e especialista em se apaixonar demais.– @date_wsasa

Seu coquetel exclusivo
O Ordem Paranormal da Biomed é um drink forte mas borbulhante, porque vive entre trincheiras emocionais e surtos de amor, tipo quando ela diz “é bizarro olhar e falar ‘puta merda eu sou muito apaixonada por ele’” e logo depois solta um “mlk ridiculo do caralho vsf”. A vodka com limão siciliano é o lado cachaceira universitária que sente saudade do RU e dos amigos da UFF, ecoando o “melhor curso da uff” em “PROCURA SE CALOUROS BIOMEDICINA UFF NITERÓI”. O licor de amora traz a doçura obsessiva das paixões por séries, músicas e BBB, como nas maratonas de Daisy Jones and The Six em “tem eras que eu nao fico obcecada numa serie assim” e na defesa ferrenha de Juliano Floss em “estou nas trincheiras pelo juliano floss”. O xarope de gengibre é o ardido das crises, da sensação de inferno e melancolia profunda, refletindo desabafos como “odeio que todos os dias eu penso em como eu não queria estar viva mas eu só tenho que lidar com isso” e “como pode eu repentinamente ser tomada por uma melancolia tao profunda mesmo após um dia tão incrível”. O espumante brut por cima é a espuma social animada, as nerdices de RPG e as noites com as meninas, celebradas em “beber c elas é top melhores coisas amo muito” e “dia de nerdices 😃”. Por fim, o bitter de cacau é a nota final meio doce-meio amarga das memórias, da mãe complicada e dos textos antigos, como em “queria poder chorar no colo da minha mãe e não que ela fosse mais motivo pra eu estar chorando” e na caixa de lembranças de “olhar minha caixa de memórias é bizarro. assustador como tudo muda o tempo todo”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra uma lealdade e carinho muito fortes pelas pessoas próximas, o que é bem característico de Hufflepuff. Fica clara a importância que dá às amizades e ao sentimento de acolhimento quando diz que ama estar com as amigas porque se sente compreendida e acolhida: “de verdade amo estar com as meninas, a gente se entende tanto e fala de tudo me sinto tao acolhida” e “amo a aninha e a manu pq as merdas q eu penso elas falam 5x pior e a gente fica na mesma sintonia”. Ela também tem um carinho genuíno pelos amigos da faculdade e sente muita falta da convivência, repetindo várias vezes esse apego ao grupo: “que saudade dos meus amigos da faculdade puta que me pariu” e “que saudade dos meus amigos da facul serio eles sao todos divos”. Além disso, mostra entusiasmo em receber calouros e acolhê‑los no curso, algo bem hufflepuffiano de comunidade e inclusão: “estamos procurando as babytiricas que passaram pra biomed uff!! … bem vindos ao melhor curso da uff”. A forma como se emociona com personagens que sofrem mas continuam sendo boas pessoas, como a Camila de Daisy Jones and The Six, também aponta para uma grande empatia e valorização de bondade e resiliência: “essa mulher passou pelo inferno e seguiu sendo a melhor pessoa que poderia ser”.

Seu filme

Sua música
A canção Motion Sickness, da Phoebe Bridgers, combina com ela por misturar vulnerabilidade emocional intensa com ironia e humor ácido, exatamente como aparece em tweets como “odeio me sentir miserável desse jeito” e “eu devo ser muito amargurada mas essa garota me passou uma vibe HORRIVEL”. Ela fala abertamente sobre exaustão emocional e vontade de desaparecer, como em “odeio que todos os dias eu penso em como eu não queria estar viva mas eu só tenho que lidar com isso e seguir com o meu dia” e “i worry this is how i’m always gonna feel”, o que ecoa o tom lúcido e dolorido da música. Ao mesmo tempo, ela encontra alívio em arte, séries e música triste, como mostra em “eu quando começo o dia com tiktok triste e ouvindo phoebe bridgers” e “preciso parar de ouvir as musicas q eu ouvia nas piores fases pq agora tudo tem historia”. Essa mistura de autoanálise, sofrimento crônico e uma certa ironia diante do caos interior faz Motion Sickness parecer um resumo musical do jeito que ela sente e narra a própria vida.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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