
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta mostra alguém muito opinativo, crítico e engajado, o que lembra bastante a Lisa Simpson, que está sempre problematizando e defendendo coisas em que acredita. Há um senso forte de justiça social e incômodo com machismo, como em “uai mas pra que ela precisa terminar os estudos se o homem da casa com certeza vai bancar ela ai q odio de gente assim” e em “cara um bagulho que me deixa puta e gente criticando o brutalismo sem ter a mínima noção de história da arquitetura/arte”, bem no estilo da Lisa defendendo arte, conhecimento e política. A pessoa estuda arquitetura em universidade federal e se importa com formação e disciplinas críticas, como em “sim senti o mesmo indo pra ufmg so com em basiquinho enquanto todo mundo da minha turma fez técnico” e “olha essa materia que eu achei hoje: TÓPICOS EM ESTUDOS URBANOS (Eco)feminismo e Cidade PRECISO CURSAR ELA”, o que combina muito com o lado nerd, acadêmico e engajado da Lisa. Também existe uma frustração constante com a mediocridade alheia e com "imbecilidade" na timeline, como em “muita imbecilidade aparecendo pra mim ultimamente pqp”, ecoando o jeito da Lisa de se sentir deslocada por ser mais crítica e reflexiva que o meio. Ao mesmo tempo, a pessoa é muito fã de mídia pop, anime, jogos e ships, como em “gente pelo prisma do amor me enfeitiçou eu preciso de outro anime/livro de romance pra ontem” e em vários tweets sobre Genshin, o que lembra a faceta mais emotiva e fangirl da Lisa com livros, música e cultura pop.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de atividades solitárias como jogar Genshin, ver anime e montar planilha de matrícula, e o tom é mais de desabafo do que de busca de palco social, por exemplo em “cheguei num ponto das férias que nao sei mais que dia é” e “terminei o anime hora de me entupir de edits”. O eixo N (Intuition) aparece na forma como eles vão além do concreto e entram em ideias e contextos maiores, como quando criticam a falta de embasamento histórico na opinião das pessoas em “gente criticando o brutalismo sem ter a mínima noção de história da arquitetura/arte” ou quando refletem sobre geração e infância em “eu acho q to so no limbo dos 20 anos mesmo”. A preferência clara por Feeling (F) aparece nas reações emocionais e no foco em valores (feminismo, racismo, exploração do trabalho), como em “pqp como se as pessoas trabalhassem 8h por dia pq querem” e “ai q odio de gente assim”, além de se irritarem com termos pejorativos de gênero em “eu quero xingar os homens de algo nível piranha cadela vagabunda mas nao tem nada tao pesado pra eles”. No eixo J/P, apesar de usarem planilhas e pensarem em grade curricular (“eu to fazendo uma segunda versão da minha planilha”), o tom geral é de vida caótica, improvisada e cheia de frustração com sistemas e prazos, algo bem P, como em “cheguei num ponto das férias que nao sei mais que dia é” e nos surtos com matrícula em “TOMA NO CU DO SIGA que odio vei”. Somando introversão emocional, foco em valores, reflexões abstratas e estilo mais desorganizado/impulsivo, o perfil se encaixa melhor em INFP do que em outros tipos próximos (como INFJ ou ENFP).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Arquiteto em formação na UFMG, viciado em Genshin e séries de romance. Já xinguei brutalismo sem saber o que era – hoje é meu pão de alho acadêmico.– @dazchilde

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte mas cheio de personalidade, igual alguém que estuda arquitetura e se irrita com gente falando bobagem de brutalismo, como em “cara um bagulho que me deixa puta e gente criticando o brutalismo sem ter a mínima noção de história da arquitetura/arte”. A base de cachaça artesanal traz o jeitinho brasileiro e lembra o amor por comfort food tipo “pão de alho é a maior invenção ja feita”, algo simples, intenso e aconchegante. O licor de menta doce vem do susto bom de “viado experimentei esse trem aqui pqp amei muito bom tem gosto de bala menta”, dando um frescor leve e meio viciado, tipo madrugada jogando Genshin. O xarope de frutas vermelhas, com morango mandando em tudo, é homenagem ao surto em “um sábio uma vez disse q nao se conta caloria de fruta pq ninguém engorda comendo MORANGO SEU FILHO DA PUTA”, porque o drink é doce, mas com raiva e militância. O limão siciliano entra pra equilibrar o açúcar com uma acidez irônica, temperada pelos surtos contra machismo e HP, como em “uai mas pra que ela precisa terminar os estudos se o homem da casa com certeza vai bancar ela ai q odio de gente assim” e “por favor deixem o percy mais famoso q hp”. A espuma de água tônica por cima simboliza o tanto de missão, faculdade, planilha e vida adulta que borbulha na cabeça, tipo “eu terminei uma missão em sumeru e desbloquei outras 47” e o caos do SIGA em “TOMA NO CU DO SIGA que odio vei”, deixando o coquetel com cara de clássico, mas com um twist todo seu, meio UF federal, meio Teyvat.

Sua Casa de Hogwarts
A personalidade de @dazchilde mostra um apego forte a estudo, teoria e análise, bem característico da Ravenclaw. Ela é dedicada à formação acadêmica em arquitetura, se irrita com ignorância técnica e cita diretamente isso em coisas como crítica ao brutalismo: “cara um bagulho que me deixa puta e gente criticando o brutalismo sem ter a mínima noção de história da arquitetura/arte”, e se empolga genuinamente com disciplina teórica específica: “olha essa materia que eu achei hoje: TÓPICOS EM ESTUDOS URBANOS (Eco)feminismo e Cidade PRECISO CURSAR ELA”. Além disso, demonstra auto-consciência e reflexão sobre geração, mídia e fandoms, tratando séries e livros de forma comparativa e crítica, como em “o fandom dessa serie/livro parece ta competindo pra ver qual é melhor mas pra mim parece uma competição de qual é menos pior”. Também mostra um lado bem analítico e planejador na faculdade: “eu to fazendo uma segunda versão da minha planilha pq tem materia q eu tenho certeza que eu n vou conseguir pegar [...]”, o que reforça o perfil de alguém que pensa estrategicamente sobre estudos e organização. Embora seja combativa em pautas sociais, o eixo central da identidade dela nas postagens é interesse intelectual, senso crítico e gosto por aprender — o coração de uma Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música brutal combina com o jeito irônico, cansado do mundo e ao mesmo tempo super intenso da Santiago. Ela vive reclamando de injustiças e imbecilidades, tipo quando diz “muita imbecilidade aparecendo pra mim ultimamente pqp” e se revolta com gente que diminui estudo e trabalho, como em “pqp como se as pessoas trabalhassem 8h por dia pq querem e como se nao estivéssemos lutando pra que essa carga horária diminua”. Ao mesmo tempo, ela está nesse limbo dos 20 e sente essa crise geracional, como em “eu acho q to so no limbo dos 20 anos mesmo”, o que casa perfeitamente com o clima de caos adolescente/early adult da música. A mistura de surtos acadêmicos e de vida prática – desde ódio ao SIGA em “TOMA NO CU DO SIGA que odio vei” até a confusão com matrícula e planos de curso em “eu to fazendo uma segunda versão da minha planilha [...] acho q vou desistir da 1” – lembra muito a sensação de "it’s brutal out here". Além disso, ela é super passional com fandoms, ships e jogos, surtando com Genshin e séries (“terminei o anime hora de me entupir de edits”; “vendo esses negocio de jjk me lembrou como eu gostava antes”), o que combina com a energia caótica, dramática e honesta da canção.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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dazchilde
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