
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de militância, sensibilidade artística e surtos passionais lembra muito a Lisa Simpson adolescente e ultra online. Ele se define como “artista indie” e vive comentando política pop e ética, como quando critica racismo em edits de fandoms em “o conceito de fazer um edit de uma cantora racista com a musica de uma cantora negra q luta contra o racismo” e estranha a prática de “ficar trocando cores de pele das pessoas”, o que combina com o senso de justiça social da Lisa. Ao mesmo tempo, tem um lado dramático, intelectualizado e cultural, se apegando a séries e filmes como em “vendo twin peaks” e reclamando de hits e critérios de sucesso em “queria entender pq isso hitou, like?”, bem no estilo Lisa ‘snob cult’. Ele também mistura vulnerabilidade com humor ácido, por exemplo em “to muito mal” ou quando fala de escola em “escola nova vou morrer”, que ecoa a insegurança e ansiedade da Lisa com desempenho e ambiente escolar. Mesmo quando exagera no shade e nas hipérboles contra artistas e fandoms, como em “reclamar aqui nao eh suficiente, eu preciso que scream, sabrina carpenter e fãs da billie eilish morram instantaneamente agora”, ainda soa como a versão mais caótica e online da Lisa: muito opinativa, muito emotiva e sempre pronta para um textão ou uma treta conceitual sobre cultura pop.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta soa mais introvertida (I): ele comenta muito sobre consumir mídia, ver séries e filmes, e fazer piada online, mas quase não fala de grandes rolês sociais; quando fala de interação, é mais em tom de ansiedade ou incômodo, como em “to com muito medo de hoj” e no desabafo sobre estar mal em “to muito mal”, sugerindo alguém que processa emoções mais para dentro. A preferência por intuição (N) aparece na forma como ele generaliza cultura pop e linguagem, tipo em “twink virou oficialmente uma palavra banalizada né” e “meio que letterboxd nao eh that deep mas como vc coloca 500 days of summer no top 4.”, sempre indo para ideias, conceitos e ‘vibes’ em vez de detalhes factuais. O eixo feeling (F) é forte: ele reage com intensidade emocional a artistas e premiações, como em “nossa serio, com addison, lola young, sombr, katseye, como que aquela basica ganha” e na defesa apaixonada de uma artista em “artistas se doam ao maximo... vcs deveriam ser mais gratos”, priorizando valor pessoal, empatia e indignação moral. Apesar de às vezes soar contundente, essa contundência é afetiva, não lógica, como em “reclamar aqui nao eh suficiente, eu preciso que scream, sabrina carpenter e fãs da billie eilish morram instantaneamente agora”, que é mais desabafo emocional que argumento racional. Ele parece mais perceiving (P) do que organizado/planejador: fala de ansiedade com escola em “escola nova vou morrer”, assina serviços por impulso em “acabei de assinar apple music mesmo tendo premium no spotify esse mês” e muda de opinião sobre artistas com leveza, como em “ok gente deitei pra melanie nessa nova era”. O tom geral é de um INFP: sensível, muito guiado por valores, irônico, intensamente opinativo sobre arte e injustiças (como em “o conceito de fazer um edit de uma cantora racista com a musica de uma cantora negra q luta contra o racismo”), e com uma postura de artista/indie à margem dos ‘charts’, reforçada pelo bio “artista indie sem intencao de charts”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Vinicius, 17, indie por teimosia. Crítico de Grammy pirata, fã de cinema estranho e reality ruim. Já recusei um açaí, me arrependo até hoje.– @desvinificar

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, meio caótico e bem indie, igual ao artista que se descreve como “artista indie sem intencao de charts” e vive entre surtos de Grammy e BBB. A cachaça envelhecida representa o drama intenso de desejar que certos fandoms e artistas simplesmente “morram instantaneamente agora” em “reclamar aqui nao eh suficiente, eu preciso que scream, sabrina carpenter e fãs da billie eilish morram instantaneamente agora”, porque esse coração é zero soft. O licor de café bem amargo é o gosto por jogar shade em geral, como em “billie eilish sua ridicula vc nunca vai ser artista sua demonia.” e “queria q a melanie martinez calasse a boca”. O xarope de frutas vermelhas entra pra mostrar que por baixo do rancor tem um lado apaixonado por cultura pop, surtando com cinema e séries em “vendo twin peaks” e “vsf bottoms é muito bom”. A espuma de maracujá azedinha é a ansiedade performática de tweets tipo “to com muito medo de hoj” e “to muito mal”, que sobem à superfície mas continuam leves e irônicos. O bitter de chocolate finaliza com um toque dramático e poético, lembrando linhas como “i got the things i wanted its just not what i imagined” e o tracklist zoado de “1 all fucked bitch 2 bad sex, right? ... 12 fuckage dream”, que dão ao drink um aftertaste de humor negro e sofrimento estético.

Sua Casa de Hogwarts
O tom dele é extremamente combativo, competitivo e focado em vencer/disputar espaço – típico de Slytherin. Ele expressa desejo explícito de destruição dos rivais em fandoms e cultura pop, como em “reclamar aqui nao eh suficiente, eu preciso que scream, sabrina carpenter e fãs da billie eilish morram instantaneamente agora” e no ataque agressivo à Olivia Dean em “OLIVIA DEAN SE MATA”, o que mostra uma ética de “vencer a qualquer custo” e zero filtro na hora de defender suas preferências. Ele também gosta de ironia e provocações calculadas, algo que ele mesmo admite em “*falo uma coisa absurda *todo mundo me xinga *digo que é ironia”, revelando um uso estratégico da polêmica para causar impacto. Ao mesmo tempo, alinha suas críticas a uma visão de mundo bem definida – por exemplo, quando critica racismo em fandoms em “o conceito de fazer um edit de uma cantora racista com a musica de uma cantora negra q luta contra o racismo” e “nao entendo a tara de ficar trocando cores de pele das pessoas” – mas sempre com uma linguagem dura e cortante, mais típica da astúcia e dureza slytherin do que do idealismo gryffindor ou da gentileza hufflepuff. A autoimagem de "artista indie sem intencao de charts" em conjunto com o sarcasmo constante em relação ao mainstream e a outros artistas indica também um senso de diferenciação e elitismo, outro traço bem associado a Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música brutal combina com o jeito caótico, irônico e adolescente do vinicius: ele vive entre surtos de fandom, escola nova e frustração com a vida pop, o que lembra a energia de "I’m so sick of 17, where’s my fucking teenage dream?" e do próprio tweet “where’s my fucking teenage dream? minha vida sendo um morango”. Ele é extremamente dramático e passional com cultura pop, como em “reclamar aqui nao eh suficiente, eu preciso que scream, sabrina carpenter e fãs da billie eilish morram instantaneamente agora” e “que grammys horroroso”, o que combina com o tom exagerado e confessional da música. Ao mesmo tempo, tem um humor autodepreciativo e caótico de adolescente online, como em “escola nova vou morrer” e “acabei de recusar um açaí”, que ecoa o tédio e a confusão existencial de brutal. Até o misto de militância e cultura pop que ele mostra em “o conceito de fazer um edit de uma cantora racista com a musica de uma cantora negra q luta contra o racismo” tem a mesma vibe de alguém jovem demais lidando com um mundo muito absurdo, exatamente como na música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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