
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta mistura paixão intensa por futebol, impulsividade e exagero emocional, o que lembra muito o Homer. Ele explode por qualquer coisa ligada ao Palmeiras, como em “Eu quero explodir o abel ferreira e o weverton pqp, acordei mais puto doq eu ja tava” e “Eu quero esse terrorista fora do meu Palmeiras”, do mesmo jeito que o Homer surta com o time de beisebol ou com o trabalho. Ao mesmo tempo, é dramático e meio autodepreciativo, como em “Vou me matar assim q ele assinar” e “Vo morre hj serio”, sempre indo ao extremo por coisas do dia a dia. Ele também reclama de tudo com humor grosseiro, do restaurante universitário à universidade em si, como em “impressionate como a PORRA da Sapore é a empresa mais imcompetente de todas pra organizar o bandeco” e “como q eu odeio essa universidade”. No fundo, apesar de xingar meio mundo, demonstra carinho pelos seus rolês, amigos e estudos (DJ, filosofia na UNICAMP), o que lembra o lado afetivo e contraditório do Homer com a família e Springfield.

Seu tipo de personalidade MBTI
A dimensão E aparece na forma como ele vive de rolê, banda universitária, festas e DJ: ele fala de tocar em sets e de interações sociais, como em “Set de hard techno foi muito amasso ontem, espero q a maior parte twnha curtido, primeira vez na cdj acho q me virei bem ate” e “Muita gente aparentemente curtiu meu set no role da lhu, tava com saudades de tocar em roles”, demonstrando energia voltada para o contato com os outros. Ele tende mais a N do que a S: apesar de comentar futebol e cotidiano, vive fazendo generalizações e exageros irônicos, como em “Palmeiras so teve 9 derrotas no ano, foda q vai ver as derrota uma valia a paz mundial, outra a libertacao da palestina, outra o fim da fome no mundo etc”, e gosta de piadas de contrafactual/hipotético, além de estudar Filosofia, o que costuma atrair perfis intuitivos. O eixo T é claro no tom direto, crítico e às vezes agressivo para argumentar, priorizando julgamento lógico/impessoal: ele xinga técnico e jogadores sem rodeios em “Eu quero esse terrorista fora do meu Palmeiras” e “O palmeiras n tem vestiario… faz falta um felipe melo nessas hr”, e também critica a universidade e a empresa do RU de forma fria e objetiva, como em “impressionate como a PORRA da Sapore é a empresa mais imcompetente de todas pra organizar o bandeco”. No eixo P, ele parece mais espontâneo que planejador: reclama de esquecer de gravar o set em “Esqueci.... esqueci dnv de gravar a porra do set”, fala de decisões impulsivas e de improviso em jogo, estudo e rolês, além de zombar da própria desorganização com latim e banco, como em “Tomara q eu passe nessa porra de latim, vtnc desgraca de matéria” e “Descobri q o banco tirava 5 reais da minha conta todo mes como taxa PRA MANDAR MENSAGEM PRO CELULAR”. A combinação de ironia pesada, argumentação crítica, gosto por debate (futebol, política, universidade) e humor caótico sugere um perfil ENTP: falante, provocador, criativo nas analogias, mais focado em ideias e em contestar do que em manter harmonia ou seguir rotinas rígidas.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Filosofia na Unicamp, DJ de hard techno nos rolês e torcedor do Palmeiras em crise existencial. Sobrevivente oficial da fila do bandeco.– @diogovpalmieri

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e meia-noite, igual a energia de quem sai do IFCH direto pro role de hard techno, tipo quando ele fala do set: “Set de hard techno foi muito amasso ontem, espero q a maior parte twnha curtido, primeira vez na cdj acho q me virei bem ate”. A cachaça com ervas verdes é o puro Palmeiras na veia, puxando toda a aura alviverde, da raiva com Abel até a fé no time, como em “O PALMEIRAS É GRANDE PORRA”. O licor de café amargo representa as madrugadas de ódio estudando filosofia e latim, comemorando o livramento em “Finalmente livre de latim nessa porra vamo krl, so quem se arrisca merece viver o extraordinário”. O xarope de pimenta com limão é o tempero pistola e sarcástico que aparece quando ele fala de futebol e do bandeco, tipo “Impossivel ficar 30 hr na fila pra comer bife de sapato ao molho de caceta no bandeco, vai toma no cu sapore”. A espuma de maracujá azedinho é a camada de drama e emoção por cima, aquela vibe de rir chorando, como em “Minha mulher n me ama 😭😭😭😭😭😭😭😭😭”. E o bitter de laranja fecha tudo com um toque clássico-irônico, igual quando ele mistura futebol, zoeira e filosofia no cotidiano, como em “To no bandeco e simplesmente ouvi a frase 'Diogenes era based, Platão nem tanto' krl como eu odeio essa universidade”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do dinho é marcadamente impulsivo, passional e combativo, o que encaixa fortemente em Grifinória. Ele demonstra coragem de se indispor com torcida, técnico e até colegas de curso em público, como quando despeja sua revolta contra Abel Ferreira e jogadores em momentos decisivos, por exemplo em “Eu quero explodir o abel ferreira e o weverton pqp, acordei mais puto doq eu ja tava” e “Eu quero abel ferreira fora do meu time ano que vem vai toma no cu”. Há um tom heróico/tragicômico, de ‘sofredor que enfrenta tudo’, quando fala de futebol e de vida universitária, como em “Intankavel assistir a Sociedade Esportiva Palmeiras tomando nó tatico do Sport” e no drama com o bandeco em “Impossivel ficar 30 hr na fila pra comer bife de sapato ao molho de caceta no bandeco, vai toma no cu sapore”. Ele também se posiciona politicamente e não evita conflito, por exemplo ao criticar a presença policial e fascistas no IFCH em “Simplesmente segunda feira e 4 viaturas da policia e uma unidade movel dentro da umiversidade pra dar apoio pra facista que vem vandalizar o ifch”, o que mostra que está disposto a “peitar” o que considera injusto. Apesar de haver traços de lealdade (muito amor ao Palmeiras e ao curso) e humor inteligente, o traço dominante é a bravura impulsiva e a disposição para o confronto, típicos de um grifinório bem esquentado.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o @diogovpalmieri é Evidências, porque ele é o típico torcedor que xinga, ameaça largar tudo, mas na primeira vitória já está de volta, apaixonado. Ele fala coisas como "Eu quero esse terrorista fora do meu Palmeiras", "Eu quero abel ferreira fora do meu time ano que vem vai toma no cu" e até "Vou me matar assim q ele assinar", que são o equivalente futebolístico de "quando digo que deixei de te amar, é porque eu te amo". Ao mesmo tempo, ele chora pelo Veiga ("q saudades do meu Veiga no auge 😭😭😭😭😭😭😭😭😭") e vibra com o Palmeiras como em "Vai toma no cu quase chorei no bandeco vendo essa preleção O PALMEIRAS É GRANDE PORRA", mostrando um apego emocional gigantesco. Essa dinâmica de ódio apaixonado, drama exagerado e dependência emocional com o clube é exatamente o espírito de Evidências: muita bravata na superfície, mas no fundo um amor que ele não consegue negar. Até na vida pessoal o tom dramático aparece em coisas como "Minha mulher n me ama 😭😭😭😭😭😭😭😭😭", reforçando esse perfil intensamente sentimental que combina perfeitamente com a música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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diogovpalmieri
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