
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ele parece mais com a Lisa Simpson: intelectual, neurótico, politizado e dramaticamente sentimental. A bio já entrega um pé bem cravado na teoria, e os comentários sobre psicanálise como “Percebi esses tempos que no dilema entre o ser e o ter, o neurótico obsessivo geralmente quer ser e o histérico ter” e o ódio a Lacan em “Odeio Lacan meu Deus, como eu odeeeio Lacan” lembram o jeito nerd-crítico da Lisa com a própria área. Ao mesmo tempo, ele é hiper autoconsciente e meio melodramático sobre as próprias emoções, como em “é absurdo o quanto tem algo errado comigo” e “quando a pulsão de morte atinge um ponto em que você não sabe se quer atropelar alguém, ser atropelado ou a chegada iminente e inevitável do apocalipse climático”, o que combina muito com a fase mais depressiva/angustiada da Lisa. Ele também mistura alta cultura pop e referências cult, tipo “Se alguém com depressão não lê Proust ninguém lê” e o amor por Mitski em “vou ficar em casa chorando pra música nova da Mitski”, bem no estilo da Lisa que toca sax, milita e ainda sabe todas as referências. Por fim, há um ressentimento afetuoso, cheio de crítica mordaz, como em “Ninguém nesse site é mais ressentido que eu!”, que é exatamente a vibe da Lisa jovem adulta num Twitter imaginário.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets mostram bastante energia social, brincadeira e exposição pessoal, o que aponta para Extroversão (E) – ele fala de beber desde cedo, carnaval, amigos e flertes, como em “Minha mãe me deu a opção e agora preciso decidir entre praia e gandaia no carnaval” e “Jesus, parem de tentar sair comigo mdss”. Há forte foco em ideias, psicanálise e teoria, típico de Intuição (N): ele discute neurose histérica/obsessiva em “no dilema entre o ser e o ter, o neurótico obsessivo geralmente quer ser e o histérico ter”, xinga Lacan e cita Foucault, Proust, Deleuze e conceitos abstratos com naturalidade. Quanto a F (Feeling), ele é muito afetivo, dramático e centrado em relações e emoções – por exemplo, “Amo o Matheus”, “amo ser viado, amo homens, amo gostar de homens” e o sofrimento amoroso em “Desculpa amor, não vou poder ir te comer, vou ficar em casa chorando pra música nova da Mitski”. Ele também demonstra forte sensibilidade ética e ressentimento, criticando casamento, conservadorismo e takes alheios, o que reforça F. Por fim, o tom caótico, impulsivo e pouco estruturado indica Perceiving (P): ele vive mudando de ideia, exagerando, deixando decisões em aberto – como em “Minha mãe me deu a opção e agora preciso decidir entre praia e gandaia no carnaval” e “Acho que decidi algo” sem detalhar planos – e reclama de semanas caóticas em “nossa, que semaninha hein”. Esse conjunto de traços – sociável, teórico, emocional/afetivo e desorganizado/espontâneo – encaixa melhor em ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicologia USP, SP. Faço plantão em neurose, tarô e ressaca de sábado. Uma vez arrumei o PC antes da própria vida, sigo tentando inverter.– @dobby_luccas

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida forte representa o viado intenso que ama homens e não tem medo do drama, como em “amo ser viado, amo homens, amo gostar de homens” e na ressaca épica de “a ressaca hoje tá”. O licor de mel e especiarias é o toque de feitiçaria afetiva, um aceno ao encantamento de “Gente, honey jar é um babadíssimo” e à forma como ele transforma neurose em charme. O suco de limão bem ácido traduz o ressentimento debochado e o ódiozinho cotidiano de “To com um ódio das coisas” e “o ódio tremendo que tenho pela linha esmeralda”. O bitter de cacau dá profundidade, remetendo ao melodrama intelectualizado de quem chora ouvindo Mitski em “vou ficar em casa chorando pra música nova da Mitski” e cita Proust em “Se alguém com depressão não lê Proust ninguém lê”. Por fim, a espuma leve de água tônica com glitter comestível é a camada histérica, brilhante e autoirônica de alguém que diz “Ninguém nesse site é mais ressentido que eu!” e vive entre o surto e a piada em “quando a pulsão de morte atinge um ponto em que você não sabe se quer atropelar alguém, ser atropelado ou a chegada iminente e inevitável do apocalipse climático”.

Sua Casa de Hogwarts
Ele é claramente um tipo analítico, muito ligado a estudo, teoria e linguagem. A bio já marca isso: "Psico USP SP" e o tom acadêmico aparece em tuítes como “Percebi esses tempos que no dilema entre o ser e o ter, o neurótico obsessivo geralmente quer ser e o histérico ter”, que mostra raciocínio conceitual e gosto por elaborar ideias. Há também um fascínio com teoria psicanalítica e filosofia, mesmo quando é para odiar ou ironizar, como em “Odeio Lacan meu Deus, como eu odeeeio Lacan” e no elogio ao título psicanalítico em “eu pessoalmente teria botado o título recordar, repetir, repetir, repetir…”. Ele demonstra autoanálise e reflexão metalinguística em “eu tinha que levar a linguagem e as palavras mais a sério, sou completamente incapaz” e humor intelectualizado com referências culturais específicas, como “Queria um remake iraniano em preto e branco de Shrek 2”. O conjunto aponta muito mais para curiosidade, pensamento crítico e ironia cerebral — traços típicos da Corvinal — do que para o heroísmo da Grifinória, a ambição calculada da Sonserina ou a ênfase em trabalho/pertencimento típico da Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A música Nobody, da Mitski, combina muito com o tom de humor autodepreciativo, solidão e intensidade afetiva que aparece nos tweets. Ele mesmo já se coloca como alguém que vai ficar em casa chorando ouvindo Mitski em vez de sair: “Desculpa amor, não vou poder ir te comer, vou ficar em casa chorando pra música nova da Mitski que saiu”. Ao longo da timeline, aparecem vários momentos de ressentimento e sensação de inadequação, como em “é absurdo o quanto tem algo errado comigo” e “queria levar um tiro, semana estressante do caralho vai se fodeeer!!”, que dialogam com o desespero afetivo e o vazio de Nobody. A forma como ele mistura teoria, psicanálise e drama pessoal — por exemplo em “quando a pulsão de morte atinge um ponto em que você não sabe se quer atropelar alguém, ser atropelado ou a chegada iminente e inevitável do apocalipse climático” — também combina com a intensidade emocional e existencial da canção. Além disso, há um componente de desejo e fracasso amoroso recorrente, como em “coisas que não sei: namorar”, que ecoa o pedido desesperado por conexão que estrutura toda a letra de Nobody.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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dobby_luccas
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