
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de ironia, senso crítico e interesse por livros lembra muito a Lisa. Ele faz comentários sociais e políticos bem ácidos, como em “o capitalismo é o melhor que temos…” e “não existe tênis de 50 cents no mundo que me faça querer viver em um país tão fudidamente doentio como esse”, algo que se alinha com a postura contestadora dela. Ao mesmo tempo, mostra um lado intelectual e sensível, falando de leituras em “Lendo clássicos de forma mais rasa possível, enquanto trabalho, isso ao som de John Coltrane e companhia…” e em “Leituras atuais”. Ele também reflete sobre solidão e autenticidade em “A solidão não precisa ser o bicho papão que te atormenta…”, o que lembra o lado mais introspectivo e filosófico da Lisa. Mesmo com esse viés mais sério, ainda é muito fã, passional e emocional com cultura pop e futebol, como em “Corinthians é um sentimento 😭😭”, o que combina com o jeito intenso com que a Lisa vive o que ama.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de solidão como algo significativo e aliado da autenticidade em “A solidão não precisa ser o bicho papão que te atormenta, que suga sua energia, ela existe pra te auxiliar na sua autenticidade, no que faz você ser você.”, preferem ler e ouvir música enquanto trabalham em “Lendo clássicos de forma mais rasa possível, enquanto trabalho, isso ao som de John Coltrane e companhia… as vezes gosto do meu trabalho”, e não exibem muita busca explícita por socialização em massa. Há forte traço intuitivo (N): eles criticam símbolos de consumo e fetichismo em “Um dos grandes sinais dessa doença fetichista em que vivemos, é essa necessidade desesperada de segurar o celular na foto, de modo que apareça a marca, acima de qualquer coisa.” e refletem sobre modernidade e identidade em “sou 70% água, mas não sou líquido, sou real modernidade desgraçada”, mostrando foco em ideias e significados por trás das coisas. A preferência por sentimento (F) aparece quando defendem valores morais e empatia, como em ““haha olha que engraçado humor negro” irmão isso é só propaganda nazi” e “não fodo com quem faz piada com o EJA”, reagindo com indignação ética mais do que com análise fria. No eixo P vs J, eles se mostram mais flexíveis e autoirônicos do que estruturados: falam de dificuldade de se aprofundar em interesses em “pior que eu tenho dificuldade de me aprofundar nos meus interesses”, querem dedicar mais tempo a hobbies em “queria dedicar mais tempo aos meus hobbys” e assumem um tom de quem vai levando as coisas, sem muita obsessão com planejamento rígido. Somando introspecção, idealismo, forte senso de valores e jeito solto, o conjunto casa bem com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Corinthiano, leitor de Kafka, inimigo de casa minimalista. Já virei noite com UFC na TV, Coltrane no fone e uma planilha aberta só de enfeite.– @Dottgui

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte é a base, porque você vive entre o amor e a revolta com o mundo, do Corinthians à política, tipo quando diz “Corinthians é um sentimento 😭😭” e também manda um “o capitalismo é o melhor que temos…” carregado de ironia. O licor de café sem açúcar entra pela sua cruzada contra café doce e o gosto por coisas intensas, lembrando o manifesto “existem apenas dois tipos de pessoas no mundo, as que tomam café e as que bebem café doce”. O xarope de laranja levemente amargo representa essa modernidade que te irrita, como quando fala “sou 70% água, mas não sou líquido, sou real modernidade desgraçada” e quando critica o fetiche de marca em “essa necessidade desesperada de segurar o celular na foto, de modo que apareça a marca”. A espuma de água de coco traz a solidão suave que você ressignifica, ecoando “A solidão não precisa ser o bicho papão... ela existe pra te auxiliar na sua autenticidade”, e o twist de limão queimado é o seu humor ácido, às vezes destrutivo, tipo “tem dias que esquivar de buraco é prevenção ao suicídio”. No fundo, é um sour clássico com improviso, igual você lendo clássicos ao som de jazz em “Lendo clássicos de forma mais rasa possível, enquanto trabalho, isso ao som de John Coltrane e companhia”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do Dott mostra forte inclinação intelectual e contemplativa, típica da Corvinal. Ele comenta o mundo com olhar crítico e quase ensaístico, como em “Um dos grandes sinais dessa doença fetichista em que vivemos, é essa necessidade desesperada de segurar o celular na foto, de modo que apareça a marca…”, analisando comportamento social em vez de só reagir. Há também um apreço explícito por leitura e clássicos: “Leituras atuais”, “Kafka a beira mar” e “Lendo clássicos de forma mais rasa possível, enquanto trabalho, isso ao som de John Coltrane e companhia…” revelam amor por literatura e cultura. Ele reflete sobre solidão de forma filosófica em “A solidão não precisa ser o bicho papão que te atormenta… ela existe pra te auxiliar na sua autenticidade…”, mostrando pensamento abstrato e introspectivo. Mesmo quando fala de dificuldades pessoais, o faz de forma analítica, como em “pior que eu tenho dificuldade de me aprofundar nos meus interesses”, o que indica autoconsciência intelectual. No conjunto, ele parece mais um observador crítico e curioso do mundo do que alguém guiado primariamente por bravura (Grifinória), ambição (Sonserina) ou espírito comunitário acima de tudo (Lufa-Lufa), o que encaixa melhor em Corvinal.

Seu filme

Sua música
A combinação de melancolia, autoconsciência e afeto nas postagens do Dott combina muito com Tempo Perdido. Ele vive refletindo sobre solidão e autenticidade, como em “A solidão não precisa ser o bicho papão que te atormenta, que suga sua energia, ela existe pra te auxiliar na sua autenticidade…”, o que ecoa o verso “temos todo o tempo do mundo” como convite a se encontrar a si mesmo. Há um incômodo com a modernidade fetichista e consumista em “Um dos grandes sinais dessa doença fetichista em que vivemos…” e “o capitalismo é o melhor que temos…”, muito na linha de quem sente que está desperdiçando tempo em coisas vazias. Ao mesmo tempo, ele exibe muito afeto pelo Corinthians e por quem ama, como em “Corinthians é um sentimento 😭😭” e “nasci pra amar, não pra editar planilha Excel”, o que lembra a tensão da música entre o que pesa e o que ainda vale a pena viver. Essa mistura de cansaço do mundo, humor ácido e desejo de viver algo mais verdadeiro casa muito bem com o espírito de Tempo Perdido.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Dottgui
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