
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito o Bart Simpson: espírito de moleque encrenqueiro, sarcástico, vivendo de zoar todo mundo e testar limites. Ele é declaradamente fofoqueiro e gosta de intriga, o que combina com o lado bagunceiro do Bart: “chega a ser imoral o quanto eu gosto de fofocar e fazer intriguinha, pqp”. O humor é ácido, muitas vezes ofensivo e provocativo, como em “hilário cutólico querer surfar nessa porra como se o vaticano não fosse exatamente igual a ilha de epstein” e “essas bichas diddyreita sempre abrem o cuzinho quando o marginal é um viadinho com 'skin rara'”. Assim como o Bart, ele vive tirando sarro de torcidas, fandoms e tribos (“swifties”, otaku, fãs de anime), por exemplo em “o brasileiro é incapaz de não ser uma putinha submissa. eles não conseguem apreciar uma mídia feita por japoneses sem parecer uma groupie”. Ao mesmo tempo, há lampejos de autocrítica e vulnerabilidade no meio da zoeira, como em “pior mal que uma mulher me fez foi me parir” e “acabei de lembrar da minha ex mutual elisama kaede. lembrar de detalhes esdruxulos do passado é sinal de que minha vida tá prestes a finalmente terminar?”, algo que também aparece no Bart quando o humor dá lugar a momentos mais melancólicos.

Seu tipo de personalidade MBTI
A postura pública, combativa e voltada pra interação indica Extroversão (E): ele vive de quote tweet, responde a polêmica e se coloca como personagem, por exemplo quando diz que foi massacrado e se compara ao Kanye: “fui massacrado por falar isso aqui kkkkkkkk eu sou realmente o kanye west de são joão de meriti”, além de falar de fofoca e intriguinha com orgulho: “chega a ser imoral o quanto eu gosto de fofocar e fazer intriguinha, pqp”. O foco em padrões culturais, política, raça, estética e meta-comentário sobre fandoms mostra Intuição (N), como quando generaliza sobre brasileiros e mídia japonesa: “o brasileiro é incapaz de não ser uma putinha submissa. eles não conseguem apreciar uma mídia feita por japoneses sem parecer uma groupie” e quando analisa estrutura de poder e exploração cultural: “Negros americanos nao conseguem nem ter posse das proprias produções culturais e são financeiramente explorados por empresarios brancos e judeus.”. O estilo é claramente Thinking (T): argumentativo, sarcástico e pouco preocupado em ser gentil, como em “achar qualquer genero musical chato devia ser ilegal se vc escuta musica classica” ou quando desmonta incoerências ideológicas: “se um hetero emulando maneirismos associados com gays é homofobia, então esses mesmos gays são misóginos já que emulam maneirismos femininos....”. A forma como ele muda de assunto rápido, celebra contradição, improvisa takes e não passa sensação de vida estruturada sugere Perceiving (P), com um fluxo caótico de temas (futebol, anime, política, religião, música) e abertura pra revisitar opiniões, como ao falar de Drake: “amadurecer é perceber que ele nunca perdeu o toque.”. No conjunto, o jeito provocador, dialético, irônico, focado em debates e em testar limites de opinião bate muito com o arquétipo ENTP, o “advogado do diabo” que gosta de confrontar consenso: “nunca vi utena mas qual exatamente é a importancia de um suposto consenso? existem tantos consensos ignorantes por aí kkkkk”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Crítico de anime, rap e bola parada. Já comparei Kishimoto a Kubrick e continuo dormindo tranquilo em São João de Meriti.– @dxvilrvn21

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte porque ele é carioca raiz, meio maldoso e sempre pronto pra treta, como quando fala dos caipiras e dos gringos: “pra mim qualquer um que não mora na região metropolitana do RJ é gringo” e “caipiras do brasil profundo adoram usar a internet via rádio deles...”. O xarope de gengibre picante representa as opiniões cortantes sobre música, raça e cultura, tipo quando diz que brancos gentrificam gêneros musicais: “a maioria deles só diluem e gentrificam os movimentos”. O limão siciliano entra pra dar acidez e lucidez, como nas tiradas sociológicas sobre negos americanos e exploração: “Negros americanos nao conseguem nem ter posse das proprias produções culturais...”. O licor de café escuro é a camada sombria, meio niilista, ecoando a bio “They'll say 'He died so young...'” e coisas como “pior mal que uma mulher me fez foi me parir”. Por cima, a espuma leve de maracujá é o lado passional, fofoqueiro e fanboy de cultura pop, tipo quando se assume fofoqueiro: “chega a ser imoral o quanto eu gosto de fofocar e fazer intriguinha” e se compara ao Ye: “eu sou realmente o kanye west de são joão de meriti” e vibra com Kanye em trilha: “KANYE HEARTLESS DE FUNDO”. No fim, é um drink forte, ácido, doce por cima e meio perigoso por baixo – exatamente o tipo de coquetel que faria tweetar “nova do Ret tá pedrada.... amadurecer é perceber que ele nunca perdeu o toque.”

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais marcante do @dxvilrvn21 é uma mistura de cinismo ambicioso, autopreservação moralmente flexível e orgulho em ser "vilão", que é bem característica da Sonserina. Ele abraça explicitamente uma persona de agente do caos, por exemplo quando diz que gosta demais de "fofocar e fazer intriguinha" em “chega a ser imoral o quanto eu gosto de fofocar e fazer intriguinha, pqp”, o que remete a uma certa astúcia social e prazer em manipular bastidores. Há também um humor calculadamente provocador e amoral, como em “o Trump pode ser pedófilo mas pelo menos ele soltou o NBA Youngboy, pra mim isso é suficiente” e “eu já sou fã do PCC, não precisa tentar me convencer mano”, onde ele relativiza figuras e temas moralmente pesados para chocar e se distinguir do senso comum. Ele demonstra forte consciência de hierarquias, influência e poder em cultura e política — por exemplo ao discutir legado e exploração de artistas negros em “Negros americanos nao conseguem nem ter posse das proprias produções culturais e são financeiramente explorados por empresarios brancos e judeus” e ao falar de influência no rap em “o Lil Wayne é talvez o rapper mais influente de todos os tempos, a história continua sendo escrita” — algo muito alinhado com a valorização de poder e status típica de Sonserina. Por fim, ele gosta de se colocar como figura incompreendida e polêmica, como em “eu sou realmente o kanye west de são joão de meriti”, o que reforça um ego combativo e uma identidade construída em torno de ser odiado, mas jamais ignorado — um perfil muito mais sonserino do que grifinório, lufa-lufa ou corvino.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com @dxvilrvn21 é Runaway, do Kanye West, tanto pelo cinismo autoirônico quanto pela mistura de arrogância e autodepreciação. Ele vive citando e defendendo o Kanye, como em “ah mas quando é o Kanye West....” e quando diz que foi "massacrado" por um take se chamando de “o kanye west de são joão de meriti”, o que ecoa a persona problemática porém genial do artista. A bio — "They'll say 'He died so young...'" — casa com o tom trágico e autoindulgente de Runaway, que é basicamente uma carta aberta assumindo seus próprios defeitos. Ele oscila entre o deboche e um niilismo sentimental, tipo quando solta coisas como “viver viver com intensidade celebrar a vida como? lembrando se sempre voce nasce sem pedir morrer sem querer portanto aproveite o intervalo”, algo muito compatível com o clima melancólico da música. Por fim, o gosto por intriga e caos — “chega a ser imoral o quanto eu gosto de fofocar e fazer intriguinha, pqp” — combina com a postura de Runaway de abraçar suas falhas em vez de fingir ser moralmente elevado.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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