
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A persona do @dykenby lembra muito a Lisa Simpson: intelectualizado, politizado, cheio de crise existencial e, ao mesmo tempo, muito emocional. Eles vivem falando de estudos, literatura e academia, como em “alias saudade da emocao de ler teorico + literario em cima da hora ou antes da monitoria” e “Pai quero fazer mestrado”, o que casa bastante com o lado nerd e estudioso da Lisa. A consciência social e política também é forte, criticando capitalismo e hipocrisia moral, como em “nao existe etica total no capitalismo mas caralho E foda sabe sei la porra” e “gnt vms la Fodase o banheiro que voce usa pfv vms parar de postar irrelevancias pra hitar no twitter as custas de transfobia.”. Ao mesmo tempo, há um senso de inadequação, dor crônica e ansiedade, em tweets como “#cansei d sentir dor cronica ou eu me curo ou eu me mato” e “vou comecar a levantar tres da tarde pq eu acordo seis da manha e fico das SEIS AS CINCO sofrendo tortura psicológica esperando email”, que lembram muito a intensidade emocional da Lisa. A relação complexa com a família, especialmente com os pais, aparece em “eh foda bicho amo meu pai mas ele eh mt imediatista” e “minha mae nao supera minha ex namorada de verdade Ta me adoecendo”, ecoando como a Lisa constantemente ama, critica e sofre com os Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de sumir das pessoas (“sumindo da vida de todo mundo que tesão”), de não usar Instagram (“arrumando meu instagram (nao uso)”) e têm um tom de desabafo muito mais voltado para o próprio mundo interno do que para socializar ou performar para uma plateia. Mostram forte intuição (N): vivem em abstrações políticas e teóricas (“minha honesta opinião eh que É Foda ser Pos Modernista”, “nao existe etica total no capitalismo mas caralho E foda sabe sei la porra”), pensam em estrutura social e injustiça (“n queria falar nada nao mas o brasil eh um pais tao ruim caras kk vcs nao se importam c pessoas e isso me doi”), e se empolgam com mestrado, teoria e linguística (“alias saudade da emocao de ler teorico + literario”, “Pai quero fazer mestrado”). A preferência por sentimento (F) é clara: decisões e opiniões vêm carregadas de valores e empatia, como na crítica à prima que defende animais mas relativiza feminicídio (“tuitando isso pois a prima bolsonarista… luta por justiça pra animais… e eh a primeira na hora de contestar um caso de feminicidio”), na defesa de pessoas trans (“vms parar de postar irrelevancias pra hitar no twitter as custas de transfobia”) e na frustração com o país e com o sofrimento alheio (“vcs nao se importam c pessoas e isso me doi”). Ao mesmo tempo, são intensos, às vezes duros e sarcásticos, mas sempre ancorados em indignação ética, não em lógica fria. Por fim, aparentam ser mais perceptivos (P) do que julgadores: reclamam de começar muitos livros e terminar poucos (“começo muitos livros e termino poucos esse ano quero parar c essa porra”), falam em “não vou mais escolher emprego vou simplesmente aceitar o que vier” (“n vou mais escolher emprego vou simplesmente aceitar o que vier ja chega”) e vivem oscilando entre impulsos, dores, e decisões em cima da hora (“vou comecar a levantar tres da tarde pq eu acordo seis da manha e fico… sofrendo tortura psicológica esperando email”). A mistura de idealismo político, profundidade emocional, crise de identidade de gênero/nome (“escolhendo um nome social E sentindo disforia”, “n sei se retifico ou se continuo c meu nome de batismo”), amor por teoria e literatura, e certa desorganização prática casa muito bem com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Letras-USP, dor crônica em tempo integral, futuro mestrando. Já quase bati o carro ouvindo Djavan, mas continuo estudando teoria e sudoku.– @dykenby

Seu coquetel exclusivo
O Hello Kitty Negroni Pós-Moderno é forte, intenso e um pouco dramático, igual a quem escreve coisas como “minha honesta opinião eh que É Foda ser Pos Modernista” e “nao existe etica total no capitalismo mas caralho E foda sabe sei la porra”. O gin infusionado com café e laranja representa as madrugadas de ansiedade acadêmica, de quem sente saudade de “ler teorico + literario em cima da hora” e ao mesmo tempo reclama da vida adulta em “n aguento mais ter vida de adulto quero voltar a ser adolescente e só me preocupar em zerar o hello kitty cafe dos sonhos”. O vermute doce entra como o lado afetivo, meio brega e familiar, que ama o pai em “eu amo ter pai amo meu pai #PaiTeAmo” mas quase cai no papinho de não trabalhar em “meu pai dizendo que ele me banca e que eu nao preciso trabalhar e eu Quaaaaase caindo nesse papinho”. O amaro bem amargo traduz o ranço político e cultural de tweets como “gostar de harry potter em 2026 eh desvio de carater severo desculpa.” e “ja eh FEIO mulher feminista radical que eh terf e prega o lgb”, assim como o cansaço com o Brasil em “n queria falar nada nao mas o brasil eh um pais tao ruim caras kk vcs nao se importam c pessoas e isso me doi”. A espuma de frutas vermelhas é o lado sapatão dramático e emotivo, que vive intensidade lésbica ouvindo Lucy Dacus em “esse aqui eh pra qualquer situacao lesbica que parece interminavel sufocante e terrivel” e planejando só logar filme sáfico em “n uso letterboxd tenho pavor mas acho que vou criar um pra só logar filme lesbico”. O glitter vermelho e preto é homenagem ao sofrimento flamenguista de “off n aguento mais ser flamenguista” e à vibe caótica de quem está escolhendo nome social em “escolhendo um nome social E sentindo disforia” enquanto tenta sobreviver com dor crônica, como em “#cansei d sentir dor cronica ou eu me curo ou eu me mato”.

Sua Casa de Hogwarts
A casa que melhor encaixa é Corvinal. A timeline gira muito em torno de estudo, teoria, leitura e universidade: eles falam em “alias saudade da emocao de ler teorico + literario” “alias saudade da emocao de ler teorico + literario em cima da hora ou antes da monitoria”, em estar “mandando curriculo + acessando documento + marcando medico + vendendo a alma pro diabo no github Em troca de código” “mandando curriculo + acessando documento + marcando medico + vendendo a alma pro diabo no github Em troca de código” e em ler livro em espanhol sobre homossexualidade feminina mesmo com dor de cabeça “dor de cabeca mas lendo livro em espanhol sobre homossexualidade feminina pq Me odeio”. Essa dedicação a teoria, mestrado e vida acadêmica aparece em vários momentos, como quando dizem “Pai quero fazer mestrado” “Pai quero fazer mestrado” e quando celebram ter passado de novo na USP “carai ainda bem que passei na usp dnv pq acabei de ver que ainda tenho CINQUENTA E SEIS REAIS no rucard”. Também há bastante reflexão crítica e análise social, por exemplo ao discutir ética no capitalismo “nao existe etica total no capitalismo mas caralho E foda sabe sei la porra” e incoerências em pautas políticas e morais “tuitando isso pois a prima bolsonarista da minha mãe é uma que luta por justiça pra animais domésticos (enquanto come outras espécies kk) e eh a primeira na hora de contestar um caso de feminicidio.”. Embora exista impulso emocional e posicionamento político forte (traços que poderiam lembrar Grifinória ou Sonserina), o eixo central da personalidade aqui é a curiosidade intelectual, a autoanálise e o amor por aprender, que são marcas típicas de Corvinais.

Seu filme

Sua música
A música Night Shift, da Lucy Dacus, combina muito com o jeito intenso, melancólico e analítico deles, especialmente na forma como lidam com fim de relações, dor e recomeços. Eles próprios já conectam a Lucy Dacus a situações lésbicas difíceis e sufocantes: “esse aqui eh pra qualquer situacao lesbica que parece interminavel sufocante e terrivel Parabens lucy dacus tmj eu te entendo”, o que casa diretamente com a vibe de Night Shift – uma música sobre fim de relação, mágoa e seguir em frente. A forma como falam da ex e de como isso ainda os afeta emocionalmente, como em “minha mae nao supera minha ex namorada de verdade Ta me adoecendo”, ecoa o ressentimento e a necessidade de distância que a letra da música traz. Além disso, eles vivem uma fase de transição, dor crônica e exaustão adulta – “n aguento mais ter vida de adulto quero voltar a ser adolescente” e “#cansei d sentir dor cronica ou eu me curo ou eu me mato” – o que combina com o clima de catarse emocional da música. Night Shift é ao mesmo tempo raiva, vulnerabilidade e tentativa de recomeço, exatamente como eles descrevem a própria vida entre mestrado, militância, corpo doente e coração quebrado.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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dykenby
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