
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @eddadudi lembra muito a Lisa Simpson: nerd, autoirônica e constantemente atolada em tarefas da faculdade e pesquisa, como quando comenta o artigo enviado (“enviei. eu enviei o artigo. momento histórico na minha vida, nunca pensei que esse momento chegaria.”) e o sofrimento com apresentações e seminários (“aprox. 1h pra fazer o roteiro da apresentação. e se eu fingir que morri?”, “I really am my own worst enemy (I'm preparing a presentation due tomorrow at 10 pm because I chose to spend the day doing nothing)”). Como a Lisa, ela é profundamente ligada a estudo, linguagem e teoria, se empolgando com tradução e textos difíceis (“já podem me dar meu diploma: eu finalmente entendi A Tarefa do Tradutor do Walter Benjamin lendo sozinha!”, “QUE TEXTO MAIS DESGRAÇADO DE TRADUZIR MEU DEUS”). Ao mesmo tempo, tem uma pegada sensível, ansiosa e crítica do mundo, oscilando entre cansaço existencial e senso de responsabilidade (“quero morrer e to com dor nas costas, mas infelizmente eu tenho responsabilidades que eu procrastinei demais e agora não posso mais deixar pra depois”, “a ansiedade tem uma capacidade impressionante de me fazer ficar com uma vontade incomparável de morrer”). Ela também tem um lado bem opinativo e analítico sobre fandom, linguagem e internet, o que combina com a postura moral e política da Lisa (“ter opiniões é muito cansativo. eu entendo pq existe tanta gente que deixa os outros mandarem no que elas devem acreditar”, “tldr: nothing wrong with liking yourself, but it is pressing that we collectively stop putting moral weight to that.”). E, assim como a Lisa, equilibra tudo isso com paixão por cultura pop, fandoms e música, citando Ordem Paranormal, The Locked Tomb e playlists infinitas (“andar pelo campus do vale é ver 9382729 pessoas com merch de Ordem e ficar se mordendo de inveja”, “meti tanto o pau nas recomendações do youtube music que agr tá vindo só banger”).

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora, falando muito de rotina de estudos, ansiedade, pensamentos e fanfics, em vez de vida social ou eventos — por exemplo, quando comentam que passam horas em Twitter e TikTok, ou que jogam Stardew só “apenas vibes”, como em “bom demais jogar stardew num save com perfeição feita faço 100 mil conto por dia, tenho a melhor qualidade de tudo, 0 preocupações, apenas vibes”, o que sugere uma preferência por atividades solitárias (I). As reflexões são cheias de abstrações e teorias sobre linguagem, fandom e até estrutura de sistemas ficcionais, como em “toda vez que isso entra em discussão eu fico pensando os sinos não são feitos da 'união perfeita daquilo que se repele'? se sim, não tem como existir 6 sinos, porque duas das combinações não se repelem [...]”, apontando para Intuição (N) mais do que Sensing. A forma de argumentar é afetiva, empática e voltada a valores pessoais, como em “tldr: nothing wrong with liking yourself, but it is pressing that we collectively stop putting moral weight to that. let people decide themselves if they're fine with how they look”, além de várias menções a sofrimento emocional e desejo de não viver, o que indica uma orientação Feeling (F) em vez de Thinking frio. Ao mesmo tempo, eles sofrem por prazos, mas procrastinam e improvisam: fazem apresentação na véspera (“I really am my own worst enemy (I'm preparing a presentation due tomorrow at 10 pm because I chose to spend the day doing nothing)”) e montam slides lindos para compensar o conteúdo em cima da hora, como em “eu fazendo slides lindos pra ver se isso distrai a banca do fato de que eu não sei direito do que eu tô falando”, mostrando uma forte vibe Perceiving (P) em vez de rígida e planejada (J). Também há muita autoanálise dramática e idealismo frustrado, como em “infelizmente pra vida andar tem que sair da zona de conforto, e eu fico confortável demais me fazendo de coitada pra mim mesma” e “minha meta pra 2026 é me permitir tentar de verdade”, o que casa bem com o arquétipo INFP: introspectivo, imaginativo, guiado por valores e com dificuldade em transformar intenções em execução organizada.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Graduanda em Letras na UFRGS, tradutora em treinamento. Já decorei Procurando Nemo inteiro, mas ainda erro pronomes e slides na véspera da apresentação.– @eddadudi

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte mas irônico, como quem admite que "talvez o problema seja eu mesmo" enquanto ri da própria desgraça acadêmica. O gin cítrico entra pela mente analítica e apaixonada por teoria, de Walter Benjamin a traduções impossíveis — "QUE TEXTO MAIS DESGRAÇADO DE TRADUZIR MEU DEUS" — e pela sensação de que "a parte mais maluca de fazer uma graduação é o momento que tu percebe que tu realmente aprendeu coisas". O licor de café é a energia ansiosa e procrastinadora de preparar apresentação às 22h e slides lindos pra disfarçar o caos: "aprox. 1h pra fazer o roteiro da apresentação. e se eu fingir que morri?" e "eu fazendo slides lindos pra ver se isso distrai a banca do fato de que eu não sei direito do que eu tô falando". O xarope de frutas vermelhas traz o drama emocional, o humor autodepreciativo e o fandom intenso de The Locked Tomb e Ordem Paranormal, visível em "Gideon Nav, first flower of my house" e na inveja dos merchs pelo campus: "andar pelo campus do vale é ver 9382729 pessoas com merch de Ordem e ficar se mordendo de inveja". A espuma de maracujá é a camada de ansiedade efervescente, que oscila entre querer viver e querer sumir: "a ansiedade tem uma capacidade impressionante de me fazer ficar com uma vontade incomparável de morrer" e ao mesmo tempo fazer metas de autocuidado como "minha meta pra 2026 é me permitir tentar de verdade" e "consultar com um psiquiatra pra que as metas pra 2027 possam existir". O bitter de cacau fecha com um toque adulto e ligeiramente amargo, como quem sabe que "infelizmente pra vida andar tem que sair da zona de conforto" e que mesmo exausta, ainda encontra consolo em piadas sobre dinheiro, notebooks morrendo e sarrada na ilha pra renovar as energias: "resolvou (em partes)".

Sua Casa de Hogwarts
A timeline da @eddadudi gira o tempo todo em torno de estudo, linguagem e curiosidade intelectual, o que é bem típico de Ravenclaw. Ela fala com entusiasmo sobre perceber o que aprendeu na graduação em Letras, descrevendo como é "a parte mais maluca" perceber que realmente entende do que está falando, um prazer claramente ligado ao conhecimento: “a parte mais maluca de fazer uma graduação é o momento que tu percebe que tu realmente aprendeu coisas e entende do que tu tá falando. é uma sensação absurda.”. Há vários momentos de orgulho em destravar conceitos teóricos difíceis, como em “já podem me dar meu diploma: eu finalmente entendi A Tarefa do Tradutor do Walter Benjamin lendo sozinha!” e no interesse em textos de álgebra em inglês: “atualmente descobrindo o mundo dos resumos de artigos da área da álgebra em inglês e estou profundamente perturbada”. Ela também demonstra fascínio analítico por linguagem, sotaques e fenômenos discursivos, por exemplo em “como eu amo sotaques, cara, que fenômeno incrível” e “esse tipo de discurso me fascina mto, pq eu fico pensando que tipo assim... a internet tem mta gente. é totalmente plausível uma obra fazer sucesso e receber comentários positivos em massa e logo depois vir uma onda de gente falando mal…”. Além disso, ela passa tempo refletindo sobre processos de aprendizado e memória, como em “tem coisa que a gente só decora pra prova e depois apaga da memória [...] o que mais fica geralmente é o que é repetido em mais de um momento”, o que mostra um olhar metacognitivo bem característico de Ravenclaw, mais do que um foco em bravura (Grifinória), ambição pragmática (Sonserina) ou trabalho árduo voltado a comunidade (Lufa-Lufa).

Seu filme

Sua música
Acho que The Schuyler Sisters combina muito com a dudi porque junta três coisas que aparecem o tempo todo no perfil dela: feminilidade, entusiasmo nerd e fascínio intelectual. Ela claramente gosta de Hamilton e de edits com as músicas do musical, como mostra em “adoro ver edits de coisas variadas ao som de Hamilton, ainda mais quando a letra encaixa no contexto”. A música celebra mulheres inteligentes e curiosas, o que conversa com o jeito dela de se ver como alguém que pensa demais, estuda letras e pesquisa, tipo em “a parte mais maluca de fazer uma graduação é o momento que tu percebe que tu realmente aprendeu coisas e entende do que tu tá falando” e “querido diário: hoje o Reiner disse que o meu inglês é incrível e me perguntou se eu não queria ir pra fonologia”. A vibe da música é animada, meio caótica, mas cheia de carinho por conhecimento e por cidade grande, o que combina com o tom dela de estar sempre cansada e ansiosa, mas ainda assim empolgada com estudo, fandoms e vida acadêmica, como em “minha meta pra 2026 é me permitir tentar de verdade” e “eu não sou uma pessoa que cria soluções eu crio formas idiotas de lidar com o problema [...] enquanto a solução simples e óbvia tá logo ali”. No geral, é uma música sobre ser menina, ser nerd, ser intensa e ocupar espaço – exatamente a mistura que aparece o tempo todo na timeline dela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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eddadudi
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