
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Vi lembra muito o Homer Simpson: caótico, dramático, engraçado e sempre reclamando da vida adulta, mas no fundo claramente afetivo. Ele vive se enrolando com transporte, trabalho e clima, do jeito que o Homer vive surtando com Springfield, tipo quando fala do metrô e ônibus em São Paulo em “5,40 o metro e 5,30 o ônibus agora 😃 continuem elegendo Tarcísio e Ricardo Nunes” e “Inferno de ônibus”. O lado “prazer acima de tudo”, meio impulsivo e hedonista, também é bem Homer: “Odeio ter tesão infinito, tortura”, “Dois dias pós festa e ainda tô de ressaca, com nojo de bebida” e “Viciado em Chandon”. Ao mesmo tempo, ele tem um humor autodepreciativo sobre a rotina de trabalho e a exaustão adulta, como em “Cruel a volta ao trabalho depois de 2 semanas e meia de recesso 🫠” e “Tô devendo minha alma em horas no RH 🥸”. E como o Homer, Vi é extremamente dramático com pequenos incômodos do dia a dia, transformando tudo em novela engraçada, vide “Que calor é esse hoje meu senhor, o fedor que tá nessa estação Barra Funda” e “Gente hoje tá impossível, sinto vou embora com o vento a qualquer momento, sério”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles demonstram forte energia social e foco em experiências presenciais, como festas, after da firma e vida na empresa, típico de Extrovertidos, por exemplo quando falam da festa da firma e do after: “Minha primeira festa na firma e fui parar no after com os mais antigos de fundação, QUE FESTA MEU DEUS” e da interação com colegas: “Tem uma querida que trabalha comigo que a gente sempre se encontra atrasados no ônibus na Av. Sumaré, duas Gerluces”. O olhar é bem concreto e centrado no cotidiano — ônibus, metrô, calor, comida, bebida, trânsito, alertas da Defesa Civil — o que aponta para Sensing, como em “Que calor é esse hoje meu senhor, o fedor que tá nessa estação Barra Funda” e “Como pode o rodízio do ragazzo ser o maioral, massas e mini coxinhas a vontade por 20 reais”. As reações são altamente emocionais, cheias de humor, indignação e afeto, focando em como as coisas fazem eles se sentirem, o que é típico de Feeling, como em “Muito ruim querer muito uma coisa e não poder 🫦” e “Muito estresse pra uma pessoa só”. Há um forte caráter espontâneo e impulsivo, mudando de planos, reclamando de ressacas, tesão infinito e decisões de momento, sinalizando Perceiving, como em “Planejando uma loucura, vem aí” e “Dois dias pós festa e ainda tô de ressaca, com nojo de bebida”. O conjunto — sociável, hedonista, focado em sensações, emocional e bem improvisado — encaixa melhor em ESFP, o tipo frequentemente descrito como o "animado" que vive intensamente o presente e adora compartilhar suas experiências com humor, como se vê em “Odeio ter tesão infinito, tortura” e “Vivendo pela festa da firma essa semana”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Eng. de metrô emocional: entre Vila Sônia e Capão, café, cigarro e BBB. Já atravessei ciclone em SP sem perder o ônibus (só a paciência).– @eivinizius

Seu coquetel exclusivo
O Chandon no Quarto Branco é forte, doce e levemente torturante, igual reclamar de tesão infinito no calor de São Paulo enquanto pega metrô e ônibus lotado (“Odeio ter tesão infinito, tortura”; “Que calor é esse hoje meu senhor, o fedor que tá nessa estação Barra Funda”). A base de Chandon representa o vício chique das festas da firma e de fim de ano (“Viciado em Chandon”; “Minha primeira festa na firma e fui parar no after... QUE FESTA MEU DEUS”). A cachaça envelhecida é o lado raiz, corintiano e trabalhador que pega busão, metrô e encara ciclone, alerta da defesa civil e linha esmeralda dando problema (“Amo ser corintiano e morar em São Paulo”; “Quem diria que a linha cusmeralda ia dar problema hoje né”). O xarope de pamonha doce vem do rolê em Goiânia e da saga atrás da pamonha no Garavelo (“Que saco de vim nesse garavelo atrás dessa pamonha e tá fechada toda vez”; “Alô Goiás, alô Goiânia!!”). O licor de café é a pura sobrevivência a base de café e cigarro tentando ganhar massa com hipercalórico (“só minha alimentação precária, café e cigarro não são o suficiente”). E o twist de limão queimado simboliza o humor ácido, dramático e melancolicamente engraçado de quem sente a ressaca da vida, das festas e dos desejos que não se realizam (“Dois dias pós festa e ainda tô de ressaca, com nojo de bebida”; “Muito ruim querer muito uma coisa e não poder”).

Sua Casa de Hogwarts
O Vi transborda energia de Hufflepuff pelo jeito que valoriza trabalho, convivência e pequenas gentilezas do dia a dia. Ele se mostra claramente dedicado e trabalhador, mesmo reclamando com humor de ônibus lotado, ventania e caos em SP, enquanto segue firme na rotina, como em “Cruel a volta ao trabalho depois de 2 semanas e meia de recesso 🫠” e “Tô devendo minha alma em horas no RH 🥸”. Também demonstra muito carinho e lealdade com o ambiente de trabalho e colegas: vibra com a empresa quando ganham mimos e festinhas, como em “Ganhamos uma festinha hoje na empresa em comemoração às nossas vidas e o ato de estar vivo (...), nunca trabalhei numa empresa tão boa mds, tô ficando muito mal acostumado” e “Ganhei um panetone que custa R$170 na firma, amo como eles não são mão de vaca pra mimos”. A atenção dele às pessoas simples do cotidiano, com empatia, também é bem Hufflepuff, como em “Me sinto uma pessoa horrível quando o pessoal da limpeza tá lavando o corredor e eu preciso ir ao toalete...” e “Tem uma querida que trabalha comigo que a gente sempre se encontra atrasados no ônibus (...) duas Gerluces”. Mesmo quando reclama de transporte, calor ou política, o tom é mais de senso de justiça e indignação com o absurdo do cotidiano, como em “5,40 o metro e 5,30 o ônibus agora 😃 continuem elegendo Tarcísio e Ricardo Nunes”, do que de ambição ou heroísmo – ele se coloca como parte da coletividade. Somando a lealdade, o valor dado às relações, a resistência no trampo e o humor diante do perrengue, Hufflepuff é a casa que mais combina com ele.

Seu filme

Sua música
A música Downtown combina com o estilo do Vi porque mistura vida urbana agitada, balada e pegação, tudo muito a cara de quem vive reclamando e amando São Paulo ao mesmo tempo, como em “Que calor é esse hoje meu senhor, o fedor que tá nessa estação Barra Funda” e “Estação Brigadeiro Torra é de fuder”. Ele é baladeiro, vive de festa da firma, after e ressaca, como mostra em “Minha primeira festa na firma e fui parar no after com os mais antigos de fundação, QUE FESTA MEU DEUS” e “Dois dias pós festa e ainda tô de ressaca, com nojo de bebida”. A letra sensual combina com o jeito dele de falar abertamente de desejo e tesão, como em “Odeio ter tesão infinito, tortura” e “TESÃO”. Além disso, ele demonstra ser muito fã da Anitta, o que deixa a escolha ainda mais certeira, como em “Anitta é a maior mesmo”. Vivendo entre metrô, ônibus, trampo e festa, Downtown resume bem a mistura de caos urbano, desejo e diversão que aparece o tempo todo na timeline dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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