
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ele parece mais com a Lisa Simpson, mas uma Lisa adulta, cansada e bocuda. Assim como a Lisa, ele é muito opinativo e politizado, questionando misoginia e burrice alheia em mídia e sociedade, como quando critica fãs passando pano em House of the Dragon em “po galera vamos ter vergonha de ser mal caráter só p defender o fav…” e quando fala do SUS e de empresa privada em “as pessoas deviam voltar a ter vergonha de serem burras...”. Ele também tem um lado sensível, reflexivo e meio melancólico sobre relações e memória afetiva, como em “permanência de objeto fode muito como eu percebo algumas das minhas relações...” e em “faria 2 anos amanhã”. Ao mesmo tempo, é fã intenso de cultura pop e meio nerd, surtando com shows e coisas de mídia em “ai to morrendo de inveja de quem foi pro show do linkin park” e comentando séries/filmes em vários tweets, tal qual a Lisa com seus interesses culturais. E, como uma versão mais caótica da Lisa, ele mistura consciência social com caos emocional e humor ácido, xingando meio mundo em tweets como “ODEIO ESSA PRAGA DE DTI TO FICANDO DOIDO...” e “esses nbs precisam aprender que homem hétero a gente só come e pula fora”, mas sempre com uma camada de inteligência e autocrítica por trás.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta parece mais E do que I: ele está sempre comentando interações com outras pessoas, seja em aula, estágio ou ônibus, e curte debate por esporte, como em “eu quando arrumo discussão online meramente pelo esporte de uma história que eu nem gosto tanto assim”. Ele demonstra muita energia social, fala de amigos e família com frequência (“no ano novo eu virei a noite p ajeitar meu sono e no dia 1° eu tava exatamente assim enquanto o andre me fazia assistir stranger things e a mamae me mandando fazer a cobertura do bolo”), e está sempre reagindo ao mundo ao redor de forma expansiva e performática, o que é típico de extrovertidos. Entre S e N, ele se mostra bem N: pega situações concretas e transforma em interpretações, metáforas e leituras de narrativa, como em “lovers doomed by the narrative” ou quando analisa dinâmicas de personagens e temas de misoginia em Westeros (“dizer que a história não é profundamente enraizada na misoginia de westeros é sacanagem esse conflito sequer teria acontecido se a rhaenyra fosse homem”). Ele também analisa cenas de séries/filmes de forma conceitual e psicológica, como em “esse monólogo é uma loucura de vdd é quase a alma daquele cara exposta na cena”, o que indica foco em significados e padrões mais do que em detalhes sensoriais. Na dimensão T/F, ele é claramente F: há muita ênfase em sentimentos, afetos e moral pessoal, como na queixa sobre como certas atitudes o fazem pender para um lado em uma dinâmica de casal (“esse tipo de coisa me faz pender mais pro lado dela que da visi. me incomoda muito como a visi simplesmente invade o espaço do roberto, toca nele sem consentimento, força um beijo. é quase criminoso”). Ele também se preocupa com injustiças e ética (misoginia, SUS, acefobia), e fala de forma emocional sobre relações e sofrimentos amorosos, como em “a pior coisa que deus fez cmg foi botar na minha frente o homem mais delicioso do mundo e eu n poder ficar c ele pq ele é hétero sinceramente isso é tortura psicológica” e “faria 2 anos amanhã”. Mesmo quando é agressivo ou sarcástico, a base é sempre reação emocional e valores. Por fim, entre J e P ele parece bem P: é caótico, impulsivo, vive reclamando de falta de organização/controle e de irresponsabilidade financeira, como em “o box de beastars que eu tava namorando a meses ta de promoção na amazon e to me segurando p não cometer uma grande irresponsabilidade financeira pq eu n tenho dinheiro algum no momento” e “deus [...] eu não tenho autocontrole”. Ele fala de TDAH e problemas com permanência de objeto (“se não tiver na minha frente, ou interagindo diretamente cmg com frequência eu vou esquecer que vc existe”), chega atrasado mas termina tudo rápido (“eu quando chego 20 min atrasado e mesmo assim sou o primeiro a terminar tudo”), e reage às coisas conforme surgem, em vez de mostrar um estilo de vida rígido e planejado. O conjunto de extroversão emocional, foco em significados/narrativas, valores fortes e vida meio desorganizada combina mais com ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Enfermeiro em formação, designer nas horas vagas, flamenguista em tempo integral. Já virei a noite vendo série e fui trabalhar como se nada tivesse acontecido.– @ekimcrf

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida representa o flamenguista dramático, intenso e barraqueiro que grita “FLAMENGO PORRA ROUBARAM A GENTE E A GENTE GANHOU ESSA PORRA FODASE FLAMENGO” e sofre quando “odeio ser flamengo às vezes tmnc”. O licor de cupuaçu traz o norte do país e o sabor diferente, lembrando o manauara que reclama de ônibus e show caro, pedindo “vai linkin park eles meteram um em belém façam vcs um em manaus”. O suco de maracujá azedo é o caos afetivo e sexual, tipo quando ele fala “a pior coisa que deus fez cmg foi botar na minha frente o homem mais delicioso do mundo e eu n poder ficar c ele pq ele é hétero” e se descreve como “eu quando sou puta”. O bitter de cacau representa o coração emo-nu-metal, com inveja de quem foi no show e chamando o Linkin Park de “sandy & jr do nu metal”, além do sofrimento romântico de “lovers doomed by the narrative”. Por cima, a espuma de gengibre com pimenta é a língua afiada e debochada que chama os outros de “vagabunda maluca”, manda fechar quiosque em “fecha esse quiosque” e ainda consegue ser engraçado até surtando com DTI em “ODEIO ESSA PRAGA DE DTI TO FICANDO DOIDO MALUCO PERTURBADO”. É um drink forte, doce-azedo e levemente amargo, perfeito pra alguém que vive dizendo “tutto passa” mas também ameaça se matar quando perde show ou promoção de mangá.

Sua Casa de Hogwarts
A personalidade do @ekimcrf transborda um tipo de pragmatismo ácido, foco em sobrevivência própria e jogo de cintura que combinam muito mais com a Sonserina do que com qualquer outra casa. Ele é claramente guiado por desejo e autopreservação, como quando fala dos homens héteros como algo a ser consumido estrategicamente e descartado: “esses nbs precisam aprender que homem hétero a gente só come e pula fora”, o que mostra uma visão bem calculista das relações. Ao mesmo tempo, ele demonstra uma ambição concreta e uma disposição de fazer o que for preciso pela própria trajetória profissional, encarando estágio e residência em outro estado mesmo com reprovações e estresse, como em “passei direto em dti se fodam todos to de férias” e “falei p mamae que vou fazer a residência em sp ou no rj e ela odiou 🕊️”. A forma como ele lida com conflitos também é bem sonserina: ele entra em briga de internet “pelo esporte”, mais pela dinâmica de poder do debate do que por pureza moral, em “eu quando arrumo discussão online meramente pelo esporte de uma história que eu nem gosto tanto assim”. Ainda assim, ele tem um eixo moral próprio, mas expresso de modo cínico e combativo, como quando critica misoginia e acefobia com um tom agressivo porém lúcido, por exemplo em “po galera vamos ter vergonha de ser mal caráter só p defender o fav, dizer que a história não é profundamente enraizada na misoginia de westeros é sacanagem” e “po galera vcs são acefobicos”. Esse mix de ambição, ironia, autopreservação e um senso de justiça filtrado pelo próprio interesse é quase um manual de Sonserina moderna.

Seu filme

Sua música
A música Numb combina muito com @ekimcrf porque mistura frustração, exaustão emocional e humor autodepreciativo, exatamente o tom dos tweets. Ele vive falando do quanto a vida e a faculdade drenam a sanidade, como em “ODEIO ESSA PRAGA DE DTI TO FICANDO DOIDO MALUCO PERTURBADO” e “indo apresentar esse caso clínico com dor de cabeça, dor de garganta [...] e com vontade de vomitar”, o que ecoa o cansaço e a pressão de Numb. Ao mesmo tempo, ele é extremamente emocional e ligado a relações que acabaram, tipo “faria 2 anos amanhã” e “amanhã estarei fumando 20 cigarros em homenagem aos 2 anos de algo que não existe mais”, o que lembra o sentimento de não conseguir corresponder às expectativas dos outros e carregar mágoas. A identificação explícita com Linkin Park também pesa: ele sofre por não ir aos shows e idolatra a banda, como em “ai to morrendo de inveja de quem foi pro show do linkin park” e “se os linkin park n ganhar acabe esta premiação”. O tom geral é de alguém que tá sempre à beira do surto, mas levando tudo na ironia, o que faz de Numb a trilha perfeita pra ele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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ekimcrf
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