
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A nic lembra muito a Lisa Simpson porque é extremamente autoconsciente, vive pensando demais sobre tudo e sente que nunca sabe o suficiente, como em “quanto mais eu sei das coisas mais eu sinto que não sei porra nenhuma”. Ela mistura interesse intelectual e vida escolar com ansiedade sobre expectativas, tipo em “meu sonho passar num curso bem concorrido só pra provar pra quem não tá nem aí pra mim que eu sou capaz de algo” e “quero q o ensino medio acabe logo”. Ao mesmo tempo, tem uma visão crítica e meio misantrópica do mundo, como quando reclama de gente de fora de SP em “cara que odio me dá esses caipiras q acabaram de se mudar pra sp....” ou de certas atitudes de fãs de metal em “todo fã de metal eh meio merda pq tem uma hierarquia...”. Ela também tem um lado sensível e melancólico, exagerando em pensamentos autodepreciativos em tweets como “sim nicole vc deve se matar agora”, o que lembra o jeito dramático e existencial da Lisa. Por fim, o gosto específico em música e cultura alternativa, como em “galera fica ai se chamando de emo mas nunca tiveram uma crise ouvindo jawbreaker...”, encaixa bem com a Lisa que é toda "diferentona" no gosto e se sente deslocada da maioria.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela parece mais introvertida (I) que extrovertida: fala de ficar em casa, doomscrolling e cansaço social, por exemplo em “não gosto de bbb nem de carnaval eu gosto mesmo eh de passar o dia todo fazendo doomscrolling derretendo o meu cerebro aos poucos” e em “pensando aqui se vale a pena ir p algum bloco de Carnaval”, além de comentar ansiedade social em compromissos (“tenho compromisso a noite e tô ansiosa o dia todo”). A preferência por intuição (N) aparece na tendência a divagar e filosofar sobre identidade, cenas musicais e sentido da vida em vez de fatos concretos, como em “quanto mais eu sei das coisas mais eu sinto que não sei porra nenhuma” e nas reflexões sobre estética/‘ser alternativa’ (“queria ser bem alternativa”). Ela é claramente feeling (F): reage com intensidade emocional, fala de se sentir humilhada por ser BV (“ninguém entende a humilhacao de ter 17 anos e ser bv”), e critica comportamentos que julga moralmente errados em tom afetivo, como em “acho feio quem acha bonito ser grosso com os outros”. Ao mesmo tempo, é caótica, autoirônica e pouco estruturada, o que sugere perceiving (P): ela fala de sono bagunçado e impulsividade (“nunca vão se deitar às 18:30 pq vcs podem acordar 00:15 e perder o sono”), de querer que o ensino médio acabe mas sem planejamento claro (“quero q o ensino medio acabe logo”), e vive reagindo ao momento, reclamando, sonhando e mudando de assunto rapidamente. O foco em identidade, autenticidade emo/alternativa e desejo de ser um certo "tipo de garota" (“queria ser o tipo de garota que te faz desejar falar um pouquinho de francês”, “me arrependo de ter tido situationships pq eu realmente gostaria de ser amiga de algumas”) é bem típico de INFPs, que costumam ser introspectivos, idealistas e altamente sensíveis à própria autoimagem e valores.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
17y, emo paulistana em extinção. Li Percy Jackson cedo demais, agora passo o dia reclamando, ouvindo MCR e fingindo que tô estudando pra USP.– @emopatetica

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte mas azedinho, como quem reclama de SP e ainda ama o caos da cidade, nasce da mistura de cachaça bem brasileira com limão-taiti, ecoando o drama de viver na maior metrópole: “cara que odio me dá esses caipiras q acabaram de se mudar pra sp.... tipo maior cidade do PAÍS...” e “bad ending o mundo eh a zona norte de sao paulo”. O licor de café representa as madrugadas mal dormidas, doomscrolling e ódio gratuito ao vizinho barulhento: “tem um filho da puta assistindo um filme no volume máximo as 2:36 da manhã...” e “não gosto de bbb nem de carnaval eu gosto mesmo eh de passar o dia todo fazendo doomscrolling derretendo o meu cerebro aos poucos”. O xarope de framboesa é o coração emo-romântico, dramático e adolescente, de quem ainda sente a humilhação de certas coisas: “ninguém entende a humilhacao de ter 17 anos e ser bv” e vive em função de bandas e crushes: “galera fica ai se chamando de emo mas nunca tiveram uma crise ouvindo jawbreaker...”. A espuma de gengibre com glitter é a parte malvada-irônica, afiada e toda diferentona, que quer ser alternativa e meio vilã de filme indie: “me sinto mto malvada quando eu to de cabelo liso”, “gosto de me pagar de diferentona” e “quero ser a romy mars”. No fim, o BV Sour da Zona Norte é intenso, meio doce, meio ácido, perfeito pra alguém que oscila entre querer morrer, querer passar na faculdade de rico e querer ser idol alternativo: “meu sonho passar num curso bem concorrido...”, “meu sonho eh estudar um faculdade de rico tipo a puc mackenzie fgv insper ibmec” e “eu queria ser a beabadoobee”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela transpira ambição e ressentimento canalizado em vontade de vencer, o que é bem característico de Slytherin. Fala explicitamente que seu “sonho” é passar em um curso concorrido para provar seu valor para quem não liga pra ela, mostrando motivação movida por reconhecimento e revanche: “meu sonho passar num curso bem concorrido só pra provar pra quem não tá nem aí pra mim que eu sou capaz de algo”. Também deseja circular em espaços de elite: “meu sonho eh estudar um faculdade de rico tipo a puc mackenzie fgv insper ibmec tipo fala serio”, o que encaixa com a valorização de status típica de Slytherin. Ela demonstra ainda uma veia agressiva e vingativa em vários momentos, como em “eu queria matar um homem em específico + torturar alguns outros” e nos recorrentes “vou rezar pra você morrer”/“tô rezando pra você morrer”, que soam como humor negro, mas revelam uma persona que abraça o lado sombrio em vez de suavizá‑lo. Ao mesmo tempo, ela é muito consciente de como quer ser percebida – a alternativa chique, alta, cool, a “dream girl”: “im your dream girl but you're not my type”, “queria ser bem alternativa” –, sinal de autopromoção calculada, outro traço bem slytherin. Não parece guiada por altruísmo ou responsabilidade coletiva (Hufflepuff) nem por um ideal bravamente heroico (Gryffindor), e embora seja irônica e esperta, o motor principal dela não é a busca pelo conhecimento em si (Ravenclaw), mas sim status, autoimagem e provar que é melhor que os outros, o que a coloca com folga em Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música Teenagers do My Chemical Romance combina perfeitamente com o jeito da nic: adolescente, irônica, cansada de tudo e meio dramática com humor. Ela deixa claro o quanto MCR é parte da identidade dela em vários momentos, como quando comenta “quando eu e o benjamin começarmos a chorar desesperamente qnd o mcr começar” e “meu deus fazia tanto tempo que eu não ouvia mcr me sinto com 13 anos”. A letra fala sobre a pressão do mundo adulto e a revolta adolescente, o que encaixa com tweets como “quero q o ensino medio acabe logo” e “quanto mais eu sei das coisas mais eu sinto que não sei porra nenhuma”. O tom de agressividade cômica e exagerada também dialoga com coisas como “vou rezar pra voce morrer blz” e “eu queria matar um homem em específico + torturar alguns outros”. No fim, é uma música sobre ser jovem, irritada, confusa e teatral – exatamente a vibe que ela passa timeline afora.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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