
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @entrelilinhas parece se encaixar melhor na Lisa Simpson: sensível, intensa, muito na dela e com um pé constante na tristeza existencial. Ela é romântica e idealista ao extremo, tipo quando diz que queria que uma menina específica a achasse no Twitter pra irem conversar no Instagram (“Queria muito que uma menina especifica ai visse minha conta e me seguisse pra logo em seguida ir atrás do meu perfil no insta pra gente conversar rs”) e quando sofre por uma quase relação (“Vou passar meus dias muito triste agora que eu sei que ela só me vê como um apoio emocional, e que só volta porque sabe que eu sempre vou estar ali”). Ao mesmo tempo, ela tem um lado politizado/ético, se incomodando com transfobia e machismo (“me assustou saber a opinião transfobicas de mulheres lésbicas…”, “vocês também acham humor de homem hétero um porre?”), algo bem Lisa. Existe também um traço forte de melancolia e pensamentos autodestrutivos, como em “Passo todo o tempo do mundo tentando não falar sobre me matar” e “Pode anotar ai: desse ano eu não passo. Pode ir comprando o caixão já”, que lembram a forma como a Lisa frequentemente se sente deslocada e sobrecarregada emocionalmente. Além disso, ela é muito fã, emotiva e meio dramática com cultura pop (Blackpink, BBB, jogos), como quando diz “Eu não aceito o fim do blackpink. Se a Jisoo chorar hoje no último show, vocês vão me encontrar pendurada por uma corda no meu quarto”, algo que combina com o jeito intenso e apaixonado da Lisa pelas coisas que ama.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de tristeza, solidão e desabafos profundos em DMs/áudios com poucas pessoas próximas, como em “Desabafei demais com a Karol agora, fiquei até com dor de cabeça de tanto falar” e no foco em uma "quase algo" específica em vez de muitos contatinhos, como em “Vou passar meus dias muito triste agora que eu sei que ela só me vê como um apoio emocional”. Mostram forte intuição (N): elaboram sobre sentimentos abstratos e conceituais em vez de fatos concretos, como em “Queria ser bonita de um jeito estranho, uma beleza que desconcerta, que foge da lógica, quase irracional” e criam ideias de tramas e AUs em “Alguém que faz AU escreve ai um enemies to lovers de um triângulo amoroso...”. A preferência por sentimento (F) é clara: decisões e opiniões giram em torno de valores pessoais e empatia, como na indignação com transfobia em “me assustou saber a opinião transfobicas de mulheres lésbicas...” e na dor emocional intensa em “Enquanto TUDO me lembra ela, ela só lembra de mim em momentos específicos”. Quanto a julgamento vs. percepção, eles parecem mais perceptivos (P): são impulsivos, emocionais e pouco estruturados, falando em “500 cursos” sem plano real em “To decidida que vou fazer 500 cursos a partir de amanhã”, mudam de ideia rápido em “Ja mudei de ideia” e seguem muito o fluxo do momento (tarot, crush, jogos, k-pop). O apego a fantasias românticas, sofrimento amoroso prolongado e idealização de pessoas/relacionamentos — como em “Nas 3 leituras das cartas de tarot... Mas eu quero ela e só ela nessa desgraça” e “Eu ainda vou casar com Orm Kornnaphat” — se alinha fortemente ao estereótipo de INFP, alguém guiado por um mundo interno intenso, idealista e emocional.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Lia • ela/dela • lésbica, gamer e k‑popper sofrendo por quase algo desde 2021. Já perdi ponto no FF pensando em mulher, mas nunca o foco na revolução.– @entrelilinhas

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, mas docinho, porque a Lia é intensidade disfarçada de meme romântico — tipo quando diz que quer um beijo bem gostoso agora “Queria dar um beijo bem gostoso em uma mulher bem gostosa agora”. A vodka com limão e uva é diretamente roubada do tereré experimental da mãe, que ela confessou amar: “Minha mãe inventou de fazer suco de limão com UVA pra tomar tereré. Confesso que foi um sabor bem inesperado, mas é uma delicia”. O licor de rosas entra pela vibe romântica, meio dramática, de quem sofre por uma quase-namorada que beija meio mundo no Carnaval “Eu to morrendo de inveja que nesse diabo de Carnaval a minha mulher (que não é minha) provavelmente vai beijar um monte de mulher...”. O xarope de frutas vermelhas representa a saudade dolorida e os quase amores que não viram nada, mas viram playlist e choro no Twitter “Indo botar pra tocar minha playlist do quase algo” e “Por esse quase, eu quase morri de saudade”. A espuma de tereré cítrico é o lado debochado e conversador, aquela que desabafa em áudios quilométricos com a Karoline “Desabafei demais com a Karol agora, fiquei até com dor de cabeça de tanto falar”. Por fim, o glitter rosa é o Ironycórë™: uma camada brilhante e caótica pra esconder pensamento intrusivo, disband do BLACKPINK e drama com tarot, tudo isso servido num copo bonito demais pra ser ignorado “To chorando por causa dessa bosta vsfd tarot filho da puta” e “Eu não aceito o fim do blackpink”.

Sua Casa de Hogwarts
Lia demonstra um traço muito forte de obsessão direcionada, desejo e foco em um objetivo específico – especialmente em relação ao "quase algo" – o que é bem característico de Slytherin. Ela mesma admite considerar recorrer a meios pouco ortodoxos para conseguir o que quer, como em “Nas 3 leituras das cartas de tarot, as 3 falaram que é pra eu ir atrás de alguém que me valoriza. Mas eu quero ela e só ela nessa desgraça. Vou ter que fazer magia pra ela virar gente de verdade”, que revela teimosia ambiciosa e vontade de dobrar o destino à própria vontade. Seu senso de vingança também é muito evidente, como em “Sou a favor do olho por olho, dente por dente. Se a justiça falha, a vingança não falhará”, mostrando uma ética própria e implacável, típica de Slytherin. Ela é extremamente emocional, mas canaliza isso em fixações intensas e planos (tarô, amarração, vingança), como em “Maldita hora que eu fui ficar obcecada”, o que combina mais com a ambição e intensidade slytherin do que com a leveza de Gryffindor ou Hufflepuff. Apesar de ter empatia e lealdade a quem ama, o tom dominante é de desejo, obsessão e uma certa disposição a fazer o que for preciso para ter o que quer — o coração de uma Slytherin clássica.

Seu filme

Sua música
A música Cartas combina com a forma intensa e melancólica como a Lia vive um "quase algo", sempre escrevendo sentimentos que nunca chegam totalmente à pessoa certa. Ela mesma fala sobre saudade e amores mal-resolvidos, como em “Por esse quase, eu quase morri de saudade Eu quase bebi a cidade inteira Eu quase perdi a cabeça” e em “Vou passar meus dias muito triste agora que eu sei que ela só me vê como um apoio emocional, e que só volta porque sabe que eu sempre vou estar ali”. A letra de Cartas fala de escrever, guardar, lembrar e sofrer por alguém que não corresponde na mesma medida, o que ecoa com coisas como “Enquanto TUDO me lembra ela, a só lembra de mim em momentos específicos. Que merda de vida é essa”. Além disso, ela é claramente romântica dramática, pedindo sinais e se apegando a detalhes, o que aparece em “To criando uma playlist para ouvir pensando em um quase algo” e em “Meu desejo é você”. O tom agridoce de lembrar, sofrer e ainda assim querer a mesma pessoa combina muito com esse tipo de narrativa confessional que ela vive twittando como se fossem cartas abertas para o crush.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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entrelilinhas
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