
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra mais o Homer Simpson: impulsivo, extremamente opinativo, muitas vezes agressivo no jeito de falar, mas com momentos de autocrítica e certa consciência social. Assim como o Homer, ele mistura tiradas grosseiras e exageradas – por exemplo, quando escreve coisas como “Mais um motivo pra matar vago.” ou “Motivo de sobra para o estado responder executando todos os membros do cv e ocupar o território” – com lampejos de empatia, como em “Nem sei quem é, mas fiquei com pena. Espero que dê a volta por cima”. Ele também se vê como um cara “macho”, meio fanfarrão, falando de briga, arma, violência e virilidade em tom de bravata, como em “Quão homem Macho você é?”, o que combina bastante com a persona do Homer de se achar mais durão e esperto do que realmente é. Ao mesmo tempo, há um lado de trabalhador que veio “de baixo” e é ressentido com certos discursos progressistas, como quando diz “Eu aos 16 anos, órfão de verdade, sem o ensino fundamental, trabalhando numa fábrica…”, algo que também ecoa o lado mais pé-no-chão e frustrado do Homer. Essa combinação de brutalidade verbal, humor, contradições políticas e um fundo de experiência de vida difícil aproxima bastante o usuário da caricatura exagerada do Homer nos dias atuais.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles demonstram traços fortes de extroversão: comentam constantemente sobre política, violência urbana e cotidiano de forma pública e confrontativa, sem sinal de preocupação com reserva ou exposição, por exemplo ao falar da própria história de vida em “Eu aos 16 anos, órfão de verdade, sem o ensino fundamental, trabalhando numa fábrica...”. A preferência por intuição (N) aparece na forma como transformam fatos específicos em análises gerais e estruturais, como em “O problema é quando chamam de inferioridade o que na verdade é desvantagem acumulada.” e em reflexões sobre religião em “Muitos religiosos dizem acreditar em Deus… o que sugere que, no íntimo, a convicção talvez não seja tão sólida...”. A orientação Thinking (T) é evidente no tom frio e lógico, frequentemente duro, priorizando coerência sobre empatia, como em “Legaliza as drogas e mata todos os bandidos. A impopularidade de um é compensada pela popularidade do outro e dois problemas são resolvidos.” e em “Se pobreza fosse a causa principal do crime, mulheres cometeriam mais crimes que homens.”. Já o Judging (J) aparece na necessidade de ordem, decisões firmes e soluções definitivas (estado forte, punição extrema, execução de facções), como em “Motivo de sobra para o estado responder executando todos os membros do cv e ocupar o território” e “Comprovada a veracidade da ligação… o estado execute todos os líderes e integrantes de alto escalão da facção”. O conjunto de assertividade, visão estratégica de poder/Estado e estilo direto e combativo de argumentar se alinha melhor com ENTJ do que com outros tipos próximos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Médico de emergência, 1,85m, criado em favela e fã da China. Uma vez peguei barata com a mão no plantão e sigo achando jiu-jitsu superestimado.– @eoi92j

Seu coquetel exclusivo
O Grande Khan Sour de Favela é um drink forte como o ódio declarado a bandido – afinal, ele mesmo diz que apoia que “vago bom é vago morto” em “Apoio Se pobreza fosse a causa principal do crime... No mais: vago bom é vago morto”. A cachaça envelhecida representa suas origens de rua e fábrica, como quando lembra ser órfão, sem ensino fundamental e trabalhando cedo em “Eu aos 16 anos, órfão de verdade, sem o ensino fundamental, trabalhando numa fábrica...”. O licor de pimenta é a violência no discurso, tipo “Motivo de sobra para o estado responder executando todos os membros do cv” e “Legaliza as drogas e mata todos os bandidos”. O limão siciliano dá acidez irônica, como quando ele ri do próprio site: “Esse site é absurdo” e “Inacreditável esse site”. O xarope de gengibre é a sinceridade cortante, mas ainda assim meio reflexiva, como em “Criança rica nem precisa ser ‘doutrinada’ contra pobre...” e “Só fui perceber tarde o quanto a aparência influenciou minha vida...”. Por cima, uma espuma de água de coco representa o lado contraditoriamente emotivo e até espiritualizado, escondido atrás da casca grossa, que aparece em “Nem sei quem é, mas fiquei com pena. Espero que dê a volta por cima” e no fascínio meio espiritual com a morte em “Muitos religiosos dizem acreditar em Deus... quando confrontados com a própria finitude...”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte dele é uma ética centrada em sobrevivência, poder e eliminação de inimigos, típico de Slytherin. Ele enfatiza auto-preservação armada e disposição para matar quando se sente ameaçado, como em “Por essas que eu ando quase sempre armado. Fora uma tentativa de homicídio que já sofri por nada, ainda tem esses imbecis.” e “Chega perto de mim com uma seringa e agulha com essa intenção, mato na mesma hora.”. Há uma visão fria e estratégica de 'limpar' o ambiente de adversários, como em “Legaliza as drogas e mata todos os bandidos. A impopularidade de um é compensada pela popularidade do outro e dois problemas são resolvidos.” e “Motivo de sobra para o estado responder executando todos os membros do cv e ocupar o território”. Ele também combina ambição e dureza moral ao dizer “Votei no Lula mas a realidade é que eu apoiaria com a minha vida matar todos os bandidos e os políticos que tentam impedir”, colocando resultados acima de escrúpulos. Embora haja elementos de coragem em enfrentamento físico e gosto por combate, a tônica é menos o heroísmo desinteressado de Gryffindor e mais uma mentalidade de poder, sobrevivência e eliminação pragmática de ameaças, que se encaixa diretamente em Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música Negro Drama reflete bem a mistura de vivência dura na periferia, ódio a bandido e desconfiança do Estado que aparece nos tweets. Ele fala de crescer em contexto de pobreza e violência, como quando comenta que “Sou assim, mas tenho um defeito...” e também quando lembra de ter passado dificuldades trabalhando cedo e pagando supletivo “Eu trabalhando o dia inteiro, pagando 115 reais no supletivo...”. Ao mesmo tempo, tem um discurso extremamente punitivista, defendendo execução de facções, como em “Motivo de sobra para o estado responder executando todos os membros do cv e ocupar o território” e “Legaliza as drogas e mata todos os bandidos”. Essa contradição de alguém vindo de contexto popular, que odeia facção e despreza tanto bandido quanto militante de internet, se aproxima do tom amargo, realista e crítico da letra. A música fala da marca que a violência, o preconceito e a desigualdade deixam na cabeça de quem vive tudo isso, algo que ecoa quando ele diz que anda quase sempre armado depois de tentativa de homicídio “Por essas que eu ando quase sempre armado...”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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