
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Killua lembra muito a Lisa Simpson: é cabeça, crítica e politizada, mas ao mesmo tempo irônica e dramática. Assim como a Lisa, se preocupa com educação e futuro acadêmico, perguntando ansiosamente sobre faculdades e inscrições em “Ano que vem é meu terceiro ano, e quero muito entrar em alguma faculdade, qualquer coisa. Quando abrem as inscrições pras faculdades que vcs conhecem? Alguma dica?” e se indignando com injustiças no ENEM em “mas eu tô bem afim de entrar numa faculdade #ANULAENEM”. Também demonstra senso crítico social e empatia ao falar da violência policial no RJ em “Me irrita mt tanta gente achando o que tá acontecendo no RJ bonito, achando que só tão matando bandido… Tomara que vcs aí do rio fiquem bem!” e sobre acesso desigual à educação em “se tem que pagar, por mais barato que seja, não é democratizar o ensino, pq ainda tem gente que não vai ter acesso”. Ao mesmo tempo, tem um lado bem emocional, caótico e autodepreciativo, como em “Nada me irrita tanto quanto estar com pique pra fazer TUDO e por causa disso não fazer NADA”, o que combina com a Lisa sobrecarregada. E, apesar de toda a mente crítica, é muito afetiva e intensa com o namorado, como mostra em “Meu namorado meu namorado meu namorado meu namorado…”, lembrando o jeito sensível e apaixonado que a Lisa tem com as pessoas de quem gosta.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: expõem emoções e opiniões de forma aberta, brincam com a própria vida amorosa e sexual e falam com a timeline como se fosse um grupo de amigos, por exemplo quando surtam de amor em “Meu namorado meu namorado meu namorado…” ou contam a história do namorado vendo a conta bancária em “nunca olhei pra alguém com tanta feição de desespero por não ter nem 10 centavos”. Mostram forte Intuição (N): fazem piadas conceituais, associações criativas e comentários mais abstratos sobre sociedade e mídia, como em “Ser fã de OP é igual jogar no im not human, vc precisa duvidar de TODOS e do que TODOS dizem.” e na crítica à ‘democratização’ paga em “se tem que pagar, por mais barato que seja, não é democratizar o ensino”. A preferência por Sentimento (F) aparece na forma como reagem com indignação a injustiças e violência, priorizando valores e empatia em “Tomara que vcs aí do rio fiquem bem!” e na frustração com o ENEM em “tô bem afim de entrar numa faculdade #ANULAENEM”. Por fim, parecem Perceiving (P): falam de desorganização e dificuldade de foco em “Nada me irrita tanto quanto estar com pique pra fazer TUDO e por causa disso não fazer NADA”, reclamam de pequenas mudanças arruinarem a semana em “Teve alteração mínima em um dia da minha semana, e agr o resto dela inteiro está arruinado” e lidam com estudos de modo mais caótico e bem-humorado em “Ai qodio se meu namorado vier fuçar meu twitter só vai ver eu fuçando e garimpando conteúdo pra estudar”. No conjunto, a combinação de expressividade, humor caótico, foco em valores e envolvimento emocional com o mundo sugere fortemente ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Terceiro ano, vestibulanda em crise, fã de OP e de RPG. Especialista em reclamar do ENEM, elogiar meu namorado e transformar caos em thread.– @eokikikillua

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte representa a tua energia de terceiro ano na marra, revoltada com o sistema, gritando “Ah rapaziada então tá se vcs querem que a prova de vcs seja fraudada na cara dura todo ano blz, mas eu tô bem afim de entrar numa faculdade #ANULAENEM” e reclamando de como pagar não é democratizar nada em “Rapaziada vcs até me perdoam de estar pesando o clima...”. O xarope de pimenta e mel é o teu jeito carinhoso e ao mesmo tempo agressivo, tipo quando tu solta um “Tá com o cu sujo de bosta querendo apontar o boga dos outros” mas ainda é a mesma pessoa que derrete falando “Às vezes me pergunto que caralho eu tava fazendo da vida que não achei meu namorado antes”. O suco de maracujá bem azedinho entra pelo caos emocional e humor autodepreciativo, ecoando o drama de cronograma quebrado em “Teve alteração mínima em um dia da minha semana, e agr o resto dela inteiro está arruinado” e os surtos existenciais de prova tipo “Se eu tô prestando atenção nos outros ao invés de em tentar não chorar na prova, então não sou eu”. A espuma leve de água de coco é o lado lúdico, nerd e imaginativo, lembrando tu rindo de Hexatombe em “Gente desculpa mas como assim é 'the monica club', e não 'demonica club'? #HEXATOMBE” e se oferecendo como periquito em “Oi já que os codinomes vão ser periquitos será que eu posso me chamar rolinha por favor”. As raspas de limão e o glitter comestível são o toque final caótico, barulhento e dramático, do tipo que entra num ambiente gritando “Meu namorado meu namorado meu namorado...” e ainda zoa a própria latinidade rebolativa em “Sempre rio quando lembro que os estadunidense são tudo duro, enquanto nós latinos... já rebolando lentinho pro médico”.

Sua Casa de Hogwarts
Killua mostra um padrão forte de coragem moral e impulsividade típica da Grifinória. Ele se posiciona sem medo em temas espinhosos, como quando critica a romantização da violência policial no RJ em “Me irrita mt tanta gente achando o que tá acontecendo no RJ bonito, achando que só tão matando bandido. As marmitinhas de bandido aq são vcs que defendem policial que meteria um tiro na cabeça de vcs sem pensar 2 vezes”, e quando aponta a hipocrisia em debates políticos e religiosos em “Tá com o cu sujo de bosta querendo apontar o boga dos outros não é possível isso.” e “É o seu pastor que come tua mãe que tá certo né”. Também demonstra senso forte de justiça e indignação com desigualdade e fraude, como em “se tem que pagar, por mais barato que seja, não é democratizar o ensino, pq ainda tem gente que não vai ter acesso” e no engajamento com “#ANULAENEM”. Ao mesmo tempo, é emotivo e intenso, seja defendendo o direito de entrar na faculdade (“mas eu tô bem afim de entrar numa faculdade”) ou se jogando nos sentimentos pelo namorado em “Às vezes me pergunto que caralho eu tava fazendo da vida que não achei meu namorado antes papo retissimo” e “Meu namorado meu namorado meu namorado…”. Esse conjunto de coragem para confrontar, senso de justiça explosivo e intensidade emocional encaixa muito melhor na Grifinória do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música cachorrinhas combina com o jeito caótico, debochado e afetivo do Killua. Ele mistura humor e putaria com zero filtro, como em “Ele me olhou torto, quer fuder comigo. Mas tipo, fuder comigo ou fuder comigo??”, o que casa com a energia ousada e desbocada da música. Ao mesmo tempo, ele é extremamente apaixonado e grudento com o namorado, como em “Meu namorado meu namorado meu namorado...”, lembrando o apego carinhoso e exagerado da letra. Killua também vive reclamando da vida e do desgaste emocional, como em “Teve alteração mínima em um dia da minha semana, e agr o resto dela inteiro está arruinado”, o que combina com a vibe de quem sofre, mas continua descendo até o chão. No geral, ele tem uma estética bem irônica, latina e dramática, como em “nós latinos independentemente do gênero saímos da buceta já rebolando lentinho pro médico”, que encaixa perfeitamente com o deboche pop de cachorrinhas.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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eokikikillua
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