
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do @epstein lembra muito a Lisa Simpson: curioso, politizado, crítico de mídia e tecnologia, e com gosto específico e meio nerd para cultura pop. Ele analisa plataformas e design de forma quase acadêmica, como quando reclama do Spotify — “Every redesign from Spotify seems more and more user hostile. They are pushing their platform and algorithmic discovery too much to try and make things stickier.” — e critica padrões de UX como o botão de compose do Gmail — “I know there is a lot going on in the world but I hate the new gmail compose floating action button. The animation is so distracting.”. Assim como Lisa vive problematizando o jornal local e a TV, ele tem uma relação intensa e crítica com o New York Times, dizendo, por exemplo, “2020 has been a shitty year for journalism at the nytimes.” e “I’m feeling good about cancelling my nytimes subscription.”. Ele também mostra engajamento político e preocupação com educação e segurança, alinhado com o senso de justiça da Lisa, como em “Agreed. This seems to not only up the risk factors for teachers and staff but it makes the remote part even worse.”. Ao mesmo tempo, mantém um lado entusiasmado com tecnologia e cultura, celebrando coisas como SwiftUI, HomePod e Columbo — “Been reading about swiftui and I think I might try and play around with it. Admittedly this might also be a justification to buy a new m1 MacBook” — exatamente como a Lisa que ama aprender, experimentar e ter opiniões fortes sobre tudo.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta mostra sinais claros de introversão (I): ele aprecia atividades individuais e tecnológicas e quase não fala de grandes interações sociais presenciais, preferindo observações à distância, como em “Three months into the pandemic and I am still really bad at non awkwardly leaving zoom meetings.” e “I miss riding the subway.”, que focam mais na experiência interna do que em socializar. A preferência por intuição (N) aparece na forma como ele extrapola ideias a partir de detalhes concretos, como quando transforma um pequeno ajuste de interface em crítica sistêmica – “Every redesign from Spotify seems more and more user hostile. They are pushing their platform and algorithmic discovery too much to try and make things stickier.” ou quando projeta tendências políticas e culturais em cidades como Paris em “I wonder if Paris will become the new ‘San Francisco’ or ‘new York’ as the conservative boogie man city.”. A dominância de pensamento (T) é evidente na ênfase em análise lógica, crítica de modelos de negócio e mídia, por exemplo em “I fundamentally disagree with this take… At the end of the day it was a dubious assumption to think most people cared about hard news. This isn’t tech’s fault.” e nas críticas repetidas ao NY Times como em “Man. This is a weak argument. Fuck the @nytimes. For as much shit as they give Facebook (justifiably so) they are a pretty big part of the problem too.”. O lado julgador (J) aparece no tom estruturado, opinativo e normativo: ele tem visões firmes sobre como interfaces, jornalismo e política deveriam funcionar, como em “Changing the font does not fix the many problems of your opinion section! @nytimes” e em avaliações planejadoras de risco, como “Around Christmas is when I will probably be comfortable going back to a movie theater.”. No conjunto, o padrão é de alguém analítico, orientado a sistemas e melhorias, com forte foco em coerência e desenho estrutural – traços muito alinhados ao perfil INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Designer de produto e dev que reclama do NYT, ama HomePod e acha que o ciclista da BQE foi mais cyberpunk que qualquer jogo AAA.– @epstein

Seu coquetel exclusivo
O Negroni Doomscrolling do Epstein é forte e direto, porque essa pessoa encara o mundo de frente, do tipo que manda um “Happy doomscrolling day!” enquanto atualiza a página de eleições compulsivamente em “At least the weather is supposed to be nice today while I constantly check for election updates.”. O gin com infusão de café representa as madrugadas de tecnologia, código e Slack de “This is going to be a need another cup of coffee slack thread.” e o espírito maker de “Just merged to production means its ice cream time.”. O Campari traz o amargor necessário para alguém que solta um honesto “Fuck these guys” e vive irritado com interfaces ruins como em “The add to cart button is too far down on the initial viewport on Best Buy’s mobile site.” e “I know there is a lot going on in the world but I hate the new gmail compose floating action button.”. O vermute seco simboliza o olhar crítico e jornalístico de quem vive em relação de amor e ódio com a mídia, do “I’m feeling good about cancelling my nytimes subscription.” ao “2020 has been a shitty year for journalism at the nytimes.”. O bitter de laranja e o twist de limão queimado adicionam um toque ácido, urbano e um pouco cínico, perfeito para alguém que observa o mundo com humor, seja vendo “The guy that just rode by on an electric scooter wearing a cut up garbage bag as a raincoat is more cyberpunk then anything in cyberpunk 2077.” ou admitindo que ainda sente magia em “collaboratively editing a google doc or figma file with a team from around the world can still seem like magic.”.

Sua Casa de Hogwarts
Os tweets do @epstein mostram um interesse constante por análise, design e tecnologia, o que é bem característico de Ravenclaw. Ele observa detalhes de UX e interface com olhar crítico e técnico, como quando reclama do layout de compra da Best Buy em "The add to cart button is too far down on the initial viewport on Best Buy’s mobile site." e critica o padrão escuso de UI do NYTimes em "The tiny close icon on the nytimes ‘subscribe’ modal is a super sketchy dark pattern.". Há também curiosidade e vontade de aprender novas ferramentas, por exemplo em "Been reading about swiftui and I think I might try and play around with it. Admittedly this might also be a justification to buy a new m1 MacBook", bem como fascínio por colaboração online em "I know that it’s been around for a long time but collaboratively editing a google doc or figma file with a team from around the world can still seem like magic.". Ele analisa criticamente mídia e política, discutindo estrutura de imprensa e editoriais em "I fundamentally disagree with this take... At the end of the day it was a dubious assumption to think most people cared about hard news. This isn’t tech’s fault." e "I genuinely don’t know why editorial boards and op eds exist at all.", o que mostra pensamento conceitual e argumentativo. Embora exista um senso de justiça e alguma indignação (traços possíveis de Gryffindor ou Hufflepuff), o eixo central da personalidade que aparece na timeline é a curiosidade intelectual, o exame crítico de sistemas e o interesse por design e tecnologia — um encaixe muito mais forte com Ravenclaw do que com as outras casas.

Seu filme

Sua música
A canção Once in a Lifetime combina bem com @epstein porque captura a mistura de autoironia, reflexão sobre a vida moderna e leve ansiedade tecnológica que aparece nos tweets. Ele comenta o ciclo de consumo e gadgets com humor, como em “This is not my year for buying consumer electronics” e “I have nowhere to put it in my apartment but I really want the new purple iMac”, algo muito no espírito de “How did I get here?”. A visão crítica sobre mídia e política – por exemplo em “2020 has been a shitty year for journalism at the nytimes” e “Man. This is a weak argument. Fuck the @nytimes.” – ecoa o tom de estranhamento do mundo contemporâneo presente na música. Ao mesmo tempo, há um carinho pela vida cotidiana e pelos pequenos momentos, como em “The old Italian lady in a surgical mask arguing about the thickness of prosciutto slices…” e “The woman walking down the streets of ft Greene loudly singing COVA to the tune of Jay Z’s HOVA…”, o que lembra o contraste entre rotina e reflexão existencial da letra. Essa combinação de crítica, humor e consciência de estar preso a um fluxo meio absurdo de notícias, tecnologia e cidade é exatamente o clima de Once in a Lifetime.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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epstein
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