
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: sensível, politizada, artística e meio dramática, mas com autoironia. Assim como a Lisa, ela é muito ligada à arte e à escrita, falando de sarau e poesia em posts como “escrever pro sarau de madrugada nunca falha” e “larguei poesia por aí”. A consciência política e social aparece quando reclama de misoginia em “po mano vcs são misóginos” e quando fala de homens conservadores em “esse povo que fica 'ain se eu falar sobre política e religião vão me cancelar'...”, o que lembra o jeito militante da Lisa. Ela também mostra conflito entre emoções intensas e racionalidade adulta, como em “pensando se converso sobre como uma adulta madura ou se engulo”, bem ao estilo de Lisa tentando ser madura num mundo caótico. E, como a Lisa, mistura vulnerabilidade e confiança, oscilando entre narcisismo divertido em “o meu twitter tem que lidar com meu narcisismo” e inseguranças sobre o futuro em “em um dia você ta chorando por não passar no vestibular...”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam claramente mais extrovertidos (E) do que reservados: vivem falando de mutuals, flertes e atenção, por exemplo quando comemoram o crescimento do perfil em “SOMOS 6K DE MUTANTES!!” e quando assumem o próprio narcisismo em “o meu twitter tem que lidar com meu narcisismo”. Ao mesmo tempo, mostram alguma exaustão social em “se eu falei com três pessoas hoje foi muita coisa”, mas ainda assim a vida gira em torno de gente, palco, flerte e exposição. A preferência por Intuição (N) aparece no foco em significados e possibilidades: transformam experiências em poesia em “larguei poesia por aí”, refletem sobre origem e desejo em “De onde eu venho qualquer desejo é sonhar alto” e ligam decisões de vida à arte em “abraçar todas as oportunidades que arte está te dando”, em vez de falar só de fatos concretos. São fortemente Feeling (F), guiados por valores, empatia e indignação moral: defendem posicionamento político em “esse povo que fica 'ain se eu falar sobre política e religião vão me cancelar'...”, falam sobre machismo em “po mano vcs são misóginos” e sobre ser mulher e assédio em “ser mulher é tipo: não estar segura na casa mais vigiada do país”. Acha-se um traço fortemente espontâneo e caótico de Perceiving (P): vivem no improviso com amor e sexo em “caindo em um love boombing bem delícia aqui de for ok pra vcs”, mudam de rota acadêmica por oportunidades artísticas em “no outro torce pra não passar pelo sisu pra poder abraçar todas as oportunidades que arte está te dando” e assumem impulsividade em “noite do soft block maluco”. O conjunto de expansividade social, intensidade emocional, discurso carregado de valores e improviso constante encaixa melhor com um perfil ENFP do que com tipos mais estruturados (J) ou mais frios/analíticos (T).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
atriz, dançarina e poeta em formação. entre ensaio, corinthians e caldo de cana, sigo provando que arte paga boleto e cura umas feridas também– @ervamutante

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e doce, porque ela é intensidade pura gritando “ESSA PORRA É CORINTHIANS CARALHO” e ao mesmo tempo se derretendo em amor em “te amo dança te amo”. A cachaça envelhecida representa a postura firme, a língua afiada de “você é uma puta burra” e a coragem de falar o que ninguém quer ouvir. O caldo de cana gelado é a menina da quebrada sonhadora de “De onde eu venho qualquer desejo é sonhar alto” e a obsessão gostosa de “incrível como nem todo caldo de cana do mundo mata minha sede de caldo de cana”. O limão entra pra lembrar as crises, o ciúme e as tretas internas de “é muito difícil ser ciumenta maluca”, dando aquela acidez necessária. A pimenta é a putaria explícita de “deixe ele com o suquinho de xereca dele” e do amor carnal em “esse teu suor salgado é gostoso tem sabor”, queimando de leve na garganta. Por cima, a espuma de água de coco é o cuidado com o próprio corpo, a dança, a arte e a virada de chave de “quem diria que parar de conviver com pessoas burras [...] aumentaria minha produtividade”, deixando o drink experimental, refrescante e com cara de quem vai te azucrinar até você se apaixonar.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra muita coragem e impulsividade, tanto na vida pessoal quanto política. Quando fala de segurança e assédio, se posiciona frontalmente, por exemplo em “ser mulher é tipo: não estar segura na casa mais vigiada do país e ter que ouvir pessoas defendendo quem te assediou sem poder se abalar pra não cair nas garras do público” e em ataques diretos a figuras de poder como o segurança em “carta aberta pro segurança dessa merda: você não vai deixar de ser broxa me seguindo seu merda”. Ela também entra de cabeça em sentimentos intensos e situações arriscadas, como em “caindo em um love boombing bem delícia aqui de for ok pra vcs” e no drama ciumento/confiante de “é muito difícil ser ciumenta maluca e também ser 'se um homem não pode ser gentil com outras mulheres sem terceiras intenções ele não serve pra ser meu' ao mesmo tempo”. O jeito de falar é combativo, sem medo de conflito, usando palavreado forte para defender o que pensa, como em “po mano vcs são misóginos” e “esse povo que fica 'ain se eu falar sobre política e religião vão me cancelar' é sempre um jovem conservador direitista que não sustenta nem o que pensa”. Ao mesmo tempo, ela encara desafios com certa bravata, como acordar cedo para ensaio em “acordar 7h no domingo pra ensaiar é coisa de maluco (fiz exatamente isso)” e encarar vestibular/Sisu com agressividade cômica em “eu vou assasinar essas duas pessoas que estão na minha frente no sisu”. Esse conjunto de coragem, impulsividade, enfrentamento direto e intensidade emocional é muito característico de Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A canção Mulher do Fim do Mundo combina força, vulnerabilidade e caos afetivo, o que dialoga muito com o jeito como ela se mostra: intensa, debochada e resistente. Ela fala abertamente de tesão e corpo, como em “quando eu quero muito ensaiar de regatinha com o novo elenco mas eles ainda não conquistaram a intimidade de ver meus mamilos por tabela” e “seu coração de gelo, mas sua pepeca é hot”, ecoando a sensualidade crua da música da Elza. Ao mesmo tempo, existe uma consciência política forte, como em “esse povo que fica 'ain se eu falar sobre política e religião vão me cancelar' é sempre um jovem conservador direitista que não sustenta nem o que pensa” e no orgulho de estar em um elenco preto em “bom demais ser de um elenco que só tem gente preta, não ter que ouvir problemas brancos nos intervalos é incrível”, que se conecta com a potência de mulher preta da canção. A mistura de dor, autoestima e sobrevivência aparece em momentos como “encontrei meu ttk da época que eu mais me odiei e caralho eu era linda vsf” e no desabafo sobre sonhos e origem em “De onde eu venho qualquer desejo é sonhar alto”, muito próxima do tom de "vou cantar até o fim" da música. Até o humor agressivo e a disposição pro confronto, como em “carta aberta pro segurança dessa merda: você não vai deixar de ser broxa me seguindo seu merda”, cabem perfeitamente na persona combativa que Elza encarna em Mulher do Fim do Mundo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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ervamutante
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