
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Margot lembra muito a Lisa Simpson: inteligente, sensível, politizada e permanentemente meio triste e deslocada. Ela está literalmente estudando psicologia e refletindo sobre comunidade e teoria trans, o que ecoa o lado nerd e ativista da Lisa, como em “psicologia 7/10” na bio e em posts tipo “Ive been noticing a lot of posts about how trans women seem to have lost a bit of community…”. Ao mesmo tempo, vive numa espiral de autocrítica e melancolia, como em “I feel like i drain the life out of everyone who loves me” e “call me a zombie the way i always bounce back when i hit rock bottom (i have bpd)”, muito parecido com a solidão emocional da Lisa. Ela tenta ser a melhor versão de si mesma e pensa o tempo todo em quem é e no seu corpo, como em “Mulheres trans sonham com corpos elétricos?” e “To lendo Whipping Girl, vontade de tatuar o manifesto nas minhas costas”, o que lembra a busca existencial e feminista da Lisa. E, por baixo do cinismo e do humor sujo, tem um otimismo afetivo meio teimoso, visível no amor pelo namorado em “Meu namorado me chama de retardada, e o pior é que é verdade” e “Meu namorado tá viciado nos meus peitos”, que lembra o jeito como a Lisa ainda acredita no amor e nas pessoas apesar de tudo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam mais como introvertida (I) do que extrovertida: falam muito de se sentir deslocada ou drenando os outros, como em “I feel like i drain the life out of everyone who loves me” e “Odeio estar em lugares onde minha presença não é desejada”, e têm medo de interagir demais com mutuals em “Queria interagir mais com meus mutuals mas tenho medo de parecer entrosa”. A preferência por intuição (N) aparece na ênfase em símbolos, identidade e teoria trans, como em “Mulheres trans sonham com corpos elétricos?”, no interesse em Whipping Girl em “To lendo Whipping Girl, vontade de tatuar o manifesto nas minhas costas” e no mini ensaio/manifesto em “é mto cringe usar esse titulo pro meu mini ensaio/manifesto ?”. O eixo Feeling (F) é bem forte: ela se orienta por emoções, relacionamentos e valores, falando do namorado com afeto em “Meu namorado me chama de retardada, e o pior é que é verdade” e “My fucking cunt boyfriend whom i love deeply”, e refletindo sobre comunidade trans em “Ive been noticing a lot of posts about how trans women seem to have lost a bit of community…”. Já o lado Perceiving (P) aparece na vida caótica, autodidata e pouco estruturada: ela reclama de corpo quebrando e bateria baixa em “i have to exercise but every week another piece of my body breaks for good” e “1% de bateria, goodbye oomfs”, decide coisas por impulso como em “ok eu vou ter que jogar deadlock agora, merda porra pinto cu bosta” e vive os dramas no fluxo, sem mostrar muita organização externa. O conjunto de introspecção intensa, foco em identidade e significado, emocionalidade explícita e jeito caótico espontâneo combina melhor com INFP do que com tipos mais estruturados ou lógicos como INTP/INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Margot, 23, psicologia em estágio clínico, travesti gamer e emo tardia. Uma vez apliquei perlutan e fui ver FNAF 2 como recompensa científica.– @escapulete

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e meio destrutivo, igual a energia de alguém que começa o dia com “Café com canela e cigarro bom café da manhã” e vive reclamando que tem “1% de bateria, goodbye oomfs”. A cachaça envelhecida é a alma brasileira debochada de Aqui é Brasil porra e da travesti do mato que “To fumando um paiero vei, sou a travesti do mato porra”. O licor de café traz o emo exausto que não sai dos anos 2010, bebendo e pensando que “I wanna be forgotten And I don’t wanna be reminded”. O hibisco deixa tudo vermelho gótico e sangrento, lembrando a hemofilia e a vibe de “It seems theres still life clinging onto this rotting corpse”. O maracujá é o azedo doce da disforia misturado com tesão, tipo “MEU NAMORADO TÁ VICIADO NOS MEUS PEITOS” e o desejo de ser monstrinha gostosa em “Toda minha disforia ia de arrasta se eu fosse a Noi de dorohedoro”. Por fim, a espuma de gengibre com pimenta é o tapa na cara: queima, mas desperta, como alguém que xinga o mundo em “ok eu vou ter que jogar deadlock agora, merda porra pinto cu bosta” e ao mesmo tempo escreve manifesto em “Mulheres trans sonham com corpos elétricos?”.

Sua Casa de Hogwarts
Margot mostra uma mistura muito forte de curiosidade intelectual, reflexão e criatividade que é típica da Corvinal. Ela está literalmente escrevendo ensaio/manifesto sobre temas trans e identidade, questionando se seu título é "cringe" em tweets como “é mto cringe usar esse titulo pro meu mini ensaio/manifesto ?” e falando do próprio processo de construir pensamento em “Comecei a escrever sobre esses topicos que eu quero tanto abordar ao longo do meu processo...”, o que revela alguém que pensa muito, organiza ideias e se importa com teoria. Ela também lê teoria transfeminista pesada e quer literalmente tatuar um manifesto nas costas em “To lendo Whipping Girl, vontade de tatuar o manifesto nas minhas costas”, o que é bem vibe nerd de Corvinal. Além disso, o interesse em psicologia aparece no bio e ecoa em coisas como “Ver take de liberal na tl sempre me irrita mil vezes mais que reaça... pq os liberais estão sempre tão perto de entender o problema mas nunca conseguem”, que mostra análise política e frustração com pensamento “pela metade”. Ao mesmo tempo em que ela tem humor autodepreciativo e emo, existe sempre um elemento de análise, metáfora e linguagem elaborada, como em “It seems theres still life clinging onto this rotting corpse” e “There's a will left to survive And a lot more on my mind that isn't ordinary”, reforçando a sensibilidade criativa e introspectiva típica de uma Corvinal. No conjunto, ela parece bem mais uma corvina emo, teórica e autocrítica do que o perfil mais impulsivo da Grifinória, o focado em status da Sonserina ou o hipercomunitário da Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A combinação de autodepreciação, desejo de ser amada e sensação constante de inadequação combina muito com Creep. Ela fala de se sentir como um peso para quem ama, como em “I feel like i drain the life out of everyone who loves me” e em “call me a zombie the way i always bounce back when i hit rock bottom (i have bpd)”, o que ecoa a culpa e autoaversão da música. Ao mesmo tempo, há um forte anseio de reconhecimento e carinho, como em “Queria ganhar flores” e “Meu namorado não quer bebe cmg buaaaaa”, lembrando o “I want you to notice when I’m not around”. O humor autodepreciativo e o sentimento de ser "errada" aparecem em “Coping with the fact I’m never gonna be a hot tranny” e “Meu namorado me chama de retardada, e o pior é que é verdade”, paralelos diretos com o “I don’t belong here” de Creep. Ainda assim, a existência de amor e de uma identidade trans em construção — como em “Vei eu tenho peitos agora, sinistro” — dá à escolha um tom agridoce, de alguém que se vê como aberração, mas continua tentando viver e ser vista.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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