
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de interesse por arte, cinema, política e ética lembra muito a Lisa Simpson, que está sempre problematizando o mundo e, ao mesmo tempo, curtindo cultura pop. O usuário se emociona e analisa obras com profundidade, como em “amo todas as versões da música 'Espumas ao vento' gosto da temática, das rimas terem um formato tipo AABCCB (da uma vibe diferente a ela)” e “finalmente assisti Coração Valente absolutamente embasbacado com a experiência. Filme enérgico, bem coreografado e muito dinâmico”, algo bem Lisa, que racionaliza até o que gosta. Ele também demonstra forte senso de justiça social e indignação política, como em “da pessoa que idealizou essa matéria [...] não sei como eles conseguem dormir a noite que nojo bicho puta que pariu” e “é loko pensar como a direita latino americana se tornou TÃO entreguista que qualquer discurso nacionalista deve ser visto como o auge do comunismo pra eles”, refletindo a postura crítica e engajada da Lisa. Ao mesmo tempo, mantém senso de humor irônico e autocrítico, como em “o curioso caso do idoso de 27 anos” e “medo de falar isso e por acaso já ter postado alguma atrocidade no passado, mas é loko como meu perfil parece ser moh inofensivo”, algo que combina com a forma como Lisa lida com se sentir deslocada, mas mantendo leveza. A mistura de cultura alta, crítica social e humor autoirônico faz de Lisa Simpson o paralelo mais adequado.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles passam uma imagem bem introvertida (I): falam muito mais de filmes, política, arte e processos internos do que de baladas ou vida social, e ironizam a própria persona online, como em “medo de falar isso e por acaso já ter postado alguma atrocidade no passado, mas é loko como meu perfil parece ser moh inofensivo”, além de descreverem momentos solitários de estudo e criação, como ao ler o roteiro de O homem que copiava em “finalmente criei vergonha na cara para estudar essa linguagem”. A preferência por intuição (N) aparece na forma como eles sempre extraem ideias amplas e simbólicas de coisas específicas: o comentário sobre Espumas ao Vento analisa estrutura de rima e impacto poético em “gosto da temática, das rimas terem um formato tipo AABCCB (da uma vibe diferente a ela)”, e o paralelo entre crise do quartzo e IA em arte mostra pensamento analógico em “pelo visto tá acontecendo com o mercado da arte o que aconteceu com relógios na época da crise do quartzo”. No eixo Feeling (F), o raciocínio é sempre atravessado por empatia, indignação moral e preocupação com pessoas: eles se revoltam com injustiças sociais e midiáticas, como em “da pessoa que idealizou essa matéria [...] não sei como eles conseguem dormir a noite que nojo bicho puta que pariu” e refletem sobre campanhas de terror religioso e sofrimento popular em “pouco se fala da campanha de terror que foi feita nas bases evangélicas, fizeram real o povo achar que ia comer cachorro”. Ao mesmo tempo, organizam críticas com estrutura e coerência, defendendo argumentos, o que é típico de F “analítico” como INFJ, por exemplo quando desconstroem o preconceito contra cinema nacional em “BAITA filme do tipo de que dá pena ao saber que tem brasileiro que acha que o cinema daqui é ruim”. Por fim, o tom é bem julgador (J): eles falam com convicção, fazem julgamentos fortes sobre ética e política, e cobram posições e responsabilidade (como em “é preciso dar uma resposta na base do que realmente assusta eles: povo na rua”), além de mostrarem uma visão planejada de desenvolvimento pessoal e projetos, como em “ontem mesmo estava olhando as pastas de projetos inacabados (pretendo retomar)”. O conjunto — introspecção, reflexão abstrata, senso moral forte e opiniões estruturadas — combina melhor com o perfil INFJ do que com outros tipos próximos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cinéfilo, roteirista em treinamento e comentarista de política & cultura pop. Um dia elogiaram meu texto dizendo que parecia escrito com ChatGPT.– @eusoudande

Seu coquetel exclusivo
Uma dose de cachaça envelhecida representa o idoso de 27 anos da bio, esse espírito meio velho, meio clássico que comenta política e cultura pop com a mesma naturalidade. O licor de laranja amarga entra pelo ranço bem articulado com liberal, golpista e gringo, como quando ele fala da tosquice da visão dos EUA sobre o Vietnã em “bicho... inacreditável como o máximo de crítica que estadunidense consegue fazer sobre a guerra do Vietnam...” e da direita latino-americana em “é loko pensar como a direita latino americana se tornou TÃO entreguista...”. O xarope de rapadura simboliza o carinho pela arte e pela cultura brasileira, visível em elogios a filmes nacionais e músicas, como em “amo todas as versões da música 'Espumas ao vento'...” e em “BAITA filme do tipo de que dá pena ao saber que tem brasileiro que acha que o cinema daqui é ruim...”. O suco de limão taiti traz a acidez dos comentários políticos e sociais, quando ele manda a real em posts como “da pessoa que idealizou essa matéria... não sei como eles conseguem dormir a noite que nojo bicho...” e “quando o maior orgulho dos caras é ter feito parte da massa de manobra pro impeachment da Dilma...”. Por cima, a espuma de maracujá é o lado apaixonado por cinema, roteiro e direção de arte, aquela camada criativa e detalhista que aparece em “mantiveram a post do tweet original... derrubaram o post do cara que criticou...”, no deslumbramento com Evangelion em “Hideaki é gênio, não tem como” e na vontade de estudar roteiro em “lendo o roteiro de 'o homem que copiava'... como pode roteiro... conseguir ser TÃO dinâmico?!”. É um coquetel forte, ácido e doce ao mesmo tempo, como alguém que vive em modo avião observando o mundo, mas ainda se emociona com um bom filme, uma boa rima e um meme bem feito, como em “tinha que ter algum estudo sobre isso, pessoal pós 2000 em estado de wi fi desligado...” e “gosto muito que quem fez esse vídeo poderia ter usado IA mas optou por fazer o meme de maneira artesanal...”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante do Dande é a curiosidade intelectual e o prazer em entender linguagem, forma e contexto, típicos da Corvinal. Ele se empolga em estudar roteiro, elogiando a dinâmica do texto e admitindo a dificuldade técnica de escrever bem, como em “lendo o roteiro de 'o homem que copiava' [...] como pode roteiro, que é naturalmente um formato mais 'duro' conseguir ser TÃO dinâmico? eu sei que é ao objetivo, mas acho difícil pra caralho quando escrevo”. Fala de métrica e estrutura de letras com olhar analítico, como em “amo todas as versões da música 'Espumas ao vento' [...] das rimas terem um formato tipo AABCCB (da uma vibe diferente a ela)”, e reage ao cinema com atenção à direção, atuação e montagem, por exemplo em “finalmente assisti Coração Valente absolutamente embasbacado [...] Filme enérgico, bem coreografado e muito dinâmico tanto em diálogos quanto em ação” e “finalmente assisti 'A própria Carne' [...] Terceiro ato incrível, efeito prático, gore, cenas visualmente impactantes que se desenvolvem de forma criativa e enérgica”. Ele também demonstra consciência histórica e política, articulando críticas estruturadas ao contexto internacional e brasileiro, como em “pra além da óbvia tosquice [...] vocês mataram 2 milhões de pessoas, criem vergonha na cara” e “é loko pensar como a direita latino americana se tornou TÃO entreguista que qualquer discurso nacionalista deve ser visto como o auge do comunismo pra eles”. Mesmo quando fala de IA e arte, ele analisa o impacto na experiência criativa, como em “ontem mesmo estava olhando as pastas de projetos inacabados [...] são sensações que pessoas da bolha da IA jamais sentiram. Por isso são amargurados”, o que reforça um perfil de reflexão crítica e amor ao conhecimento mais do que impulso, ambição ou pura lealdade emocional. Tudo isso combina muito mais com um Corvino apaixonado por linguagem, arte e análise do que com os arquétipos centrais das outras casas.

Seu filme

Sua música
A personalidade do Dande mistura espírito crítico ácido com uma certa melancolia diante do mundo, algo muito presente em O Tempo Não Para. Ele vive comentando política e injustiças com indignação, como em “da pessoa que idealizou essa matéria, dos especialistas que defenderam o que está nela, até os jornalistas que a executaram: não sei como eles conseguem dormir a noite” e “o país afundado na lama e os milicos atrás de artista ”, o que dialoga com o tom de revolta da música. Ao mesmo tempo, ele tem forte apego à arte, cinema e cultura brasileira — elogia filmes, direção de arte e artistas em tweets como “BAITA filme do tipo de que dá pena ao saber que tem brasileiro que acha que o cinema daqui é ruim” e “Laerte é uma das artistas que toda arte dela eu fico olhando por uns minutos na esperança de absorver os poderes”, algo que combina com a postura de artista inconformado da canção. Há também um humor autoirônico e meio cansado, visível no bio “o curioso caso do idoso de 27 anos” e em posts como “a geração antiga é tipo 'ah os jovens nunca vão saber o que é internet discada...' tipo?? que bom 😅”, que lembram o Cazuza encarando o tempo, a própria geração e a decadência com sarcasmo. No fim, ele parece alguém que não se acomoda, critica, ri e se entristece com o rumo das coisas, exatamente o retrato de quem sente na pele que o tempo não para.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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