
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta transparece alguém muito emotivo, ácido e ao mesmo tempo politizado, o que lembra bastante a Lisa Simpson. Ela é obcecada por mídia e narrativa queer, analisando estrutura de histórias e criticando decisões de roteiristas, como quando comenta que “a narrativa de stranger things foi um desserviço pra comunidade lgbt” e quando defende o desenvolvimento da Ema em Skam (“they’re developing lovro and ema’s relationship more this season… and i’m really happy with that decision”). Assim como a Lisa, ela se irrita com preconceito e burrice alheia, por exemplo ao reclamar de gente chamando consumo de mídia queer de fetiche (“vcs estão ficando muito confortáveis em resumir relações queer na mídia à fetiche”) e ao dizer que “algumas pessoas realmente precisam sair um pouco do celular vcs estão ficando retardados”. Ela também é muito apaixonada pelos próprios interesses “de nicho” (séries, remakes, ships, Drag Race), como Lisa é com jazz e causas sociais, surtando com coisas como “THEY DID THE FUCKING POOL” e “genera+ion was everything to me”. Por fim, o tom meio dramático, meio intelectualizado, mas cheio de amor pelos personagens e por representatividade queer, se encaixa melhor na intensidade idealista da Lisa do que em qualquer outro personagem principal.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam claramente mais voltados para fora, reagindo em tempo real com muita interação emocional com fandoms, política e mutuals, o que aponta para E. Quase todos os posts são explosões de reação, memes e desabafos públicos, como em “atualizando o canal de sram igual um crackudo” e “to apaixonado pela mia e pela juicy meu deus que lip sync babado”, o que sugere alguém que processa tudo externamente. O foco deles é muito mais em narrativas, possibilidades e leituras de subtexto do que em detalhes práticos, por exemplo quando analisam decisões de roteiro em Skam e derivados: “they’re developing lovro and ema’s relationship more this season… it’s gonna hit even harder when things happen lmao”, indicando forte N. A forma como discutem temas sensíveis é carregada de valores e empatia, como em “vcs estão ficando muito confortáveis em resumir relações queer na mídia à fetiche… só assumam logo que não enxergam casais gays como algo normal” e na crítica à narrativa de Stranger Things sobre pessoas LGBT (“a narrativa de stranger things foi um desserviço pra comunidade lgbt…”), reforçando um eixo F bem forte. O estilo é espontâneo, caótico e reativo, cheio de caps lock, exagero emocional e pouca vibe de planejamento ou organização — por exemplo, surtando por clipes ainda não lançados em “BORAAA SRAM SOLTA ESSE CLIPE” e “where is the fucking clip #sramhr” — o que se alinha com P. Em conjunto, um perfil altamente emocional, apaixonado por narrativas, combativo em defesa de minorias e bem impulsivo se parece muito com ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Analista informal de remakes de Skam, reality shows e cultura pop. Já chorei por casal fictício em horário de trabalho e não me arrependo.– @evakbrainrot

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida forte representa o jeito intenso, zero paciência e bem língua afiada das threads, como quando diz que algumas pessoas “estão ficando retardados” e precisam sair do celular “algumas pessoas realmente precisam sair um pouco do celular vcs estão ficando retardados”. O licor de frutas vermelhas é o brainrot romântico por casais queer, tipo o surto com o beijo na piscina “essa foi o MELHOR remake do beijo dos evak porra eu to literalmente chorando irmão” e a vontade absurda de que todo romcom hétero fosse gay “praticamente toda romcom hetero q eu leio a sinopse eu penso ‘nossa, que merda… mas seria TÃO bom se fosse gay’”. O suco de maracujá vem do drama, choro e sofrimento gostoso com Lovro, Ivan e cia, tipo quando fala que ver o Lovro sofrendo está acabando com ele “ver o lovro sofrendo ta acabando comigo ele é meu filho saiu do meu útero”. A espuma cítrica de limão é a parte ácida e irônica mas ainda leve, presente nos rants contra lgbtfobia e fetichização de casais queer “só assumam logo que não enxergam casais gays como algo normal”. E o toque final de bitter de chocolate simboliza o amor por séries subestimadas e canceladas que deixaram um gostinho agridoce na memória, como aquela minissérie esquecida mas inesquecível “aquela minissérie de 6 episódios de baixa renda que só você assistiu no mundo mas que foi boa pra caralho” e o luto eterno por genera+ion “genera+ion was everything to me”.

Sua Casa de Hogwarts
O jeito como elu se posiciona sobre pautas que acredita, mesmo batendo de frente com o fandom, é bem Gryffindor. Elu reclama abertamente de lgbtfobia e de gente chamando tudo que é relação queer de fetiche, como em “vcs estão ficando muito confortáveis em resumir relações queer na mídia à fetiche, puta que pariu [...] só assumam logo que não enxergam casais gays como algo normal”, o que mostra coragem pra confrontar um discurso hegemônico dentro da própria bolha. Também parte pra crítica política sem medo de ironizar, tipo em “adoro quando usam o che guevara como argumento pra atrelar a narrativa lgbtfóbica à esquerda [...] btw, hamas de esquerda…? KKKKKKKKKKKKKK”, que tem aquela energia de quem não foge de conflito. O tom impulsivo e passional aparece o tempo todo, seja atacando o ‘nazi musk’ em “queria mt que o nazi musk n tivesse tirado as curtidas publicas...” ou desabafando em caps e xingamentos quando está puto com decisões injustas em reality shows, como em “depois do untucked eu tô mais puto ainda pelo fato de terem botado a cyara no bottom ao invés da vita”. Elu também defende seus faves com lealdade feroz e zero medo do confronto, por exemplo em “YOTRA tem alguma mutual army botando hate no blackpink na minha tml…? eu desprezo sua existência favor dar sb”. Essa mistura de coragem pra falar o que pensa, impulsividade emocional e postura combativa em defesa do que considera certo encaixa muito mais com o arquétipo de Gryffindor do que com qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música Bloom do Troye Sivan combina com elu porque é pop, queer e ao mesmo tempo sensível e obsessiva com ship, exatamente como a timeline tomada por casais gays de séries e remakes, tipo quando elu surta com SKAM e sramhr em tweets como “#evak #sramhr #skam <3 <3” e “essa foi o MELHOR remake do beijo dos evak porra eu to literalmente chorando irmão”. A letra fala de entregarse, de um amor que é ao mesmo tempo delicado e muito intenso, o que encaixa com o jeito que elu se envolve emocionalmente com personagens como Lovro e Ivan, vide “ver o lovro sofrendo ta acabando comigo ele é meu filho saiu do meu útero” e “my favorite part of the clip 😭 it’s just so fucking cute i love them”. Troye é um ícone gay pop, o que combina com o desprezo declarado por narrativas hétero normativas em “praticamente toda romcom hetero q eu leio a sinopse eu penso ‘nossa, que merda… mas seria TÃO bom se fosse gay’” e “i actually HATE straight ships that aren’t from sitcoms”. Além disso, Bloom tem uma vibe de libertação e afirmação queer que conversa com o incômodo de elu com a fetichização de casais LGBT, como em “só assumam logo que não enxergam casais gays como algo normal”. No geral, é uma faixa que soa como trilha sonora perfeita pra alguém que vive intensamente ships gays, cultura pop e se posiciona sobre narrativa queer na mídia, como elu faz o tempo todo na conta.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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evakbrainrot
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