
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra mais a Lisa Simpson: introspectivo, muito autoconsciente e cheio de reflexões sobre cultura, moral e sentido da vida. Ele mistura erudição, melancolia e autoanálise, como em “Eu tenho um idioleto.” e em “Facto contastável qu'eu coloco em todos os casos a preposição 'de'...”, o que ecoa a mania da Lisa de prestar atenção obsessiva à linguagem, estudo e detalhes. Há também forte preocupação ética, política e social em tweets como “Eu fui agraciado por ter me afastado de ser interativo ativo e militante pró alguma causa...” e “'Eis que se quer combater o racismo tomando posse duma cosmovisão racialista...'”, algo muito próprio da Lisa intelectual e moralista. Ao mesmo tempo, ele expressa solidão e sentimento de deslocamento, como em “'É aquilo qu'eu te digo, que sou muito amigo, mas não tenho nenhum para estar comigo.' — Minha profunda solidão.” e “Eu não tenho simplesmente nada de interessante na minha vida pacata...”, o que lembra o isolamento afetivo e a sensação de não se encaixar que acompanham a Lisa ao longo da série. Mesmo quando fala de cultura pop e jogos, faz isso de forma analítica e crítica, como em “Far Cry 1 = Crysis antes de Crysis...”, reforçando esse traço de observadora intelectualizada do mundo ao redor.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam muito de solidão, distanciamento e pouca vida social, por exemplo em “'É aquilo qu'eu te digo, que sou muito amigo, mas não tenho nenhum para estar comigo.' — Minha profunda solidão.” e em “Eu não tenho simplesmente nada de interessante na minha vida pacata para responder, completamente inútil”, o que sugere I (introvertido). A linha entre S e N pende fortemente para N: há foco em conceitos abstratos, estética, filosofia pessoal e linguagem, como em “Há de se ser feito inda um estudo contando a relação cultural e econômica e como impactam [...] a etnicidade ou psique individual, correlacionando um maior entendimento do porquê certos grupos tendem [...] à homossexualidade.” e na consciência metalinguística de “Facto contastável qu'eu coloco em todos os casos a preposição 'de' auxiliar [...]”. O eixo T/F tende a T: eles analisam fenômenos sociais e culturais de forma fria, por vezes mordaz, como em “Eu entendo o fenômeno incel à parcela da culpa pessoal pelo ressentimento que a não ação causa devido estresse emocional [...]” e fazem críticas racionais a política, religião e mídia em “Não faz sentido que as pessoas não vejam 'Tolkien' em suas obras; claramente sendo pensadas por um cristão [...]” e “Monarquismo nacional me faz pensar: 'Orleans e Bragança não merecem reascender ao governo do país...'”. Quanto a J/P, a escrita é altamente digressiva, cheia de divagações, auto‑correções e abertura de possibilidades, com aversão a militância organizada, como em “Eu fui agraciado por ter me afastado de ser interativo ativo e militante pró alguma causa [...] Concluí que estou certo e devo me manter nonde estou.” e no desejo de construir um mundo mitológico aberto em “Quero um mundo contado em antologias [...] conectadas num mesmo plano espacial histórico 'anágoro alego anafórico' [...] Esse é meu desejo.”, o que indica P. A combinação de introspecção intensa, foco em ideias, análise lógica e estilo solto e exploratório combina melhor com INTP do que com tipos mais estruturados como INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Paranaense, poeta de calçada e teólogo de boteco. Escrevo sobre fé, solidão, cinema, jogos e gramática torta. Um dia ainda viro nota de rodapé.– @EvangelhodoGato

Seu coquetel exclusivo
Esse coquetel é forte porque o Ivã vive entre a autodepreciação e a lucidez incômoda, como quando escreve “A vida é uma merda, eu odeio a minha. Eu todo dia com sono e depressão.”, então a cachaça envelhecida entra como aquele tranco existencial que arde e acorda. O licor de amêndoas doce-amargo representa a fé e a ternura meio torta dele, ecoando coisas como “Un dzia sər'eu, sə Deo' kizer🙏” e o jeito que ele mistura devoção com humor. O limão-siciliano é a acidez crítica com cultura pop, política e mídia, visível em tiradas como “Far Cry 5 = Mid Ruim [...] Far Cry 6 = Mid do Mid do Mid Ruim” e “Dexter de 2006 [...] é meia bomba.”. A espuma doce por cima é a camada poética bucólica que ele joga sobre o cinismo, como nos versos de paisagem em “Deitado em verde pasto de ensolarado prado...”, escondendo o álcool pesado embaixo. Por fim, o bitter de cacau vem da sensualidade torta e às vezes crua, tipo “Afogo minhas mágoas com a moça que todo homem confia.” e a zoeira obscena de “Que seja a cabeça do meu pau o que o meu pau prendeu na entrada da garrafa...”, deixando um amarguinho doce que gruda na memória – igual aos tweets dele.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante do perfil é a curiosidade intelectual e o pensamento analítico. Ele fala de etimologia e do próprio idioleto com atenção metalinguística em “Facto contastável qu'eu coloco em todos os casos a preposição 'de'...” e “Eu tenho um idioleto.”, algo bem típico de Corvinal. Há também interesse em construir mundos e sistemas narrativos complexos em “Quero um mundo contado em antologias que se dão mitológica e épicas... Espero superar Henry Darger um dia.”, mostrando amor por imaginação estruturada e literatura. Mesmo em temas polêmicos, ele tende a formular problemas teóricos, como em “Há de se ser feito inda um estudo contando a relação cultural e econômica... correlacionando um maior entendimento do porquê certos grupos tendem... à homossexualidade.”. Até em detalhes locais ele pesquisa geologia e pedologia, como em “Na minha cidade: os terrenos são de origem quaternária, proterozoica e arqueana... Os tipos de solo existentes...”. Ele mostra algum cinismo e autodepreciação, mas não centra a vida em ambição (Sonserina) nem em bravura heroica (Grifinória); sua identidade está claramente ancorada em observar, pensar e escrever, o que o coloca de forma mais convincente na Corvinal.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com o @EvangelhodoGato é Cálice, pela mistura de desencanto, crítica e reflexão amarga sobre o mundo. Ele frequentemente fala de cansaço e dor existencial, como em “A vida é uma merda, eu odeio a minha. Eu todo dia com sono e depressão.”, o que ecoa o "cale-se" sufocado e desesperançado da canção. Ao mesmo tempo, há crítica social, religiosa e política: ele comenta sobre pornografia e modéstia em “Numa sociedade dada à pornografia como ter modéstia...”, sobre sionismo em “Disseram me que judeus ultraortodoxos são antissionistas...” e sobre monarquismo em “Monarquismo nacional me faz pensar...”, o que combina com o teor político de Cálice. A sensação de sufocamento em interações e redes, como em “Sinto me como que violado pelas mãos de forças maiores...”, reflete bem o sentimento de ser calado e oprimido que a música traduz. Por fim, seu gosto por escrita poética e linguagem elaborada, como em “Desejo escrever a lápis e caneta, porém faço por digitado...”, conversa com a sofisticação lírica e simbólica de Chico Buarque.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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