
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Lucca lembra muito a Lisa Simpson: introspectivo, sensível e totalmente obcecado por arte e música como forma de dar sentido à vida. Ele fala de caminhar pra limpar a cabeça e ouvir álbuns pendentes, como em “Sair pra caminhar enquanto ouço algo é a melhor atividade que eu poderia ter implementado no meu dia a dia”, algo bem Lisa usando livros e saxofone para organizar as emoções. O jeito de romantizar o cotidiano em “romantizar o cotidiano é oq me mantem vivo” é exatamente o tipo de sensibilidade exagerada e poética que a Lisa tem com pequenas coisas. Ele também vive crises existenciais e emocionais via música, como em “Sempre que preciso repensar sobre minha vida, ouço planning for burial enquanto olho pela janela do meu quarto” e “eu sinto vontade de me mat4r no bom sentindo ouvindo planning for burial”, o que combina com o lado mais melancólico e intelectual dela. Ao mesmo tempo, ele é apaixonado e nerd com seus interesses específicos (metal, Swans, jogos, Drudkh), como quando diz “Eu amo riffs. Guitarra, baixo, violão, violino, qualquer um. Simplesmente amo.”, o que ecoa a intensidade com que Lisa se joga em tudo que ama.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente introvertidos (I): valorizam atividades solitárias e contemplativas como ouvir música enquanto olham pela janela, como em “Sempre que preciso repensar sobre minha vida, ouço planning for burial enquanto olho pela janela do meu quarto”, e falam de caminhar sozinho ouvindo som para “esfriar a cabeça” em “Sair pra caminhar enquanto ouço algo é a melhor atividade que eu poderia ter implementado no meu dia a dia”, sem foco em grandes interações sociais. A preferência por Intuição (N) aparece na forma como romantizam o cotidiano e ligam música a atmosferas e sentimentos gerais, por exemplo em “romantizar o cotidiano é oq me mantem vivo” e em descrições abstratas como “mudança a clima de drudkn”, em vez de focar em detalhes práticos. O eixo Feeling (F) se destaca pela centralidade das emoções: falam de músicas que vão acompanhar “o dia mais triste” “Essa música vai estar tocando no meu fone no dia mais triste da minha vida”, de artistas que “salvaram” a vida “Nathanael Larochette salvou minha vida” e se descrevem como possivelmente sentimentais demais em “talvez eu seja sentimental demais.”. Quanto a Perceiving (P), eles soam espontâneos e pouco rígidos: falam de “crise de identidade musical” em “Crise de identidade musical”, ficam mudando de gêneros e descobertas (“ouvindo coisas novas” em “ouvindo coisas novas (pra algumas, infelizmente)”) e mencionam viver num ciclo de apenas “aguentar até sexta” em “Vivendo em um infinito ciclo de 'eu só preciso aguentar até sexta feira'”, indicando mais adaptação do que planejamento estruturado. O tipo que melhor integra introspecção, romantização intensa da vida, foco em sentimentos e espontaneidade artística é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
CLT de dia, Swans e doom metal à noite. Já zerei canal de cachorro no YouTube e ainda não superei a vontade de caminhar ouvindo disco inteiro.– @eyehatelucca

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, meio triste e meio contemplativo, pra alguém que ouve Planning For Burial olhando pela janela (“Sempre que preciso repensar sobre minha vida, ouço planning for burial enquanto olho pela janela do meu quarto”) e vive dizendo que romantizar o cotidiano é o que o mantém vivo (“romantizar o cotidiano é oq me mantem vivo”). O uísque defumado representa o peso e a densidade de Swans, Electric Wizard e companhia (“Swans é a melhor banda do mundo”, “Após anos de estudo eu cheguei a conclusao que electric wizard é realmente a melhor banda ja feita”). O licor de café amargo e o gelo de café escuro simbolizam as madrugadas insanas, a exaustão de CLT e o eterno cansaço (“Vivendo em um infinito ciclo de 'eu só preciso aguentar até sexta feira'”, “chei de sono”). O xarope de mel de flores silvestres entra como o lado sentimental romântico que chora com Nathanael Larochette e Beth Gibbons (“Nathanael Larochette salvou minha vida”, “Beth Gibbons legitimamente mudou minha vida”). Já o chá preto gelado com casca de laranja é o sopro de ar fresco das caminhadas com fone, tentando esfriar a cabeça (“Sair pra caminhar enquanto ouço algo é a melhor atividade que eu poderia ter implementado no meu dia a dia”). No fim, é um coquetel existencial: doce o bastante pra acreditar na vida com Nujabes (“Nujabes faz eu me sentir bem com a vida tipo arco irís sol e pássaros cantando”), mas amargo o suficiente pra combinar com o black metal, o doom e o “mar à deriva” da bio.

Sua Casa de Hogwarts
Lucca é claramente movido por curiosidade e interesse intelectual profundo, sobretudo com música e arte. Ele passa muito tempo analisando gêneros, texturas e sensações, como quando reflete sobre sludge em “esse jeito mais 'cru' do sludge faz ele ser um genêro mt bom pra transmitir raiva, ódio, aflição e etc acabei pensando enquanto reouvia uns albuns que tenho salvos aq” e sobre estruturas repetitivas em “instrumental repetitivo sempre me deixa muito imerso, seja um the beggar ou um filosofem da vida, não sei explicar o motivo”. Ele demonstra um prazer quase acadêmico em explorar discografias e artistas, como na thread sobre Drudkh em “Artista: Drudkh Album fav: Їм Часто Сниться Капіж Música pouco falada e eu gosto muito: Indiánská Píseň Hrůzy...” e na organização de audições longas em “As melhores duas horas da minha vida”. Há também um lado contemplativo e introspectivo muito forte, por exemplo quando diz “Sempre que preciso repensar sobre minha vida, ouço planning for burial enquanto olho pela janela do meu quarto” e quando associa caminhadas à ‘esfriada na cabeça’ em “Sair pra caminhar enquanto ouço algo é a melhor atividade que eu poderia ter implementado no meu dia a dia...”. Apesar de existir sensibilidade e lealdade a bandas e jogos, não há foco em bravura (Grifinória), ambição prática (Sonserina) ou espírito comunitário como valor central (Lufa-Lufa); o traço dominante é a busca constante por entender, sentir e analisar, que é tipicamente Corvinal.

Seu filme

Sua música
A faixa Dead Flag Blues combina com o clima existencial, melancólico e contemplativo que aparece em vários tweets. Eles falam sobre repensar a vida ouvindo Planning for Burial em frente à janela, como em “Sempre que preciso repensar sobre minha vida, ouço planning for burial enquanto olho pela janela do meu quarto”, o que lembra a narrativa apocalíptica e introspectiva da música. O gosto por arranjos longos, repetitivos e imersivos aparece em “instrumental repetitivo sempre me deixa muito imerso, seja um the beggar ou um filosofem da vida, não sei explicar o motivo”, o que casa perfeitamente com a estrutura extensa e hipnótica da faixa. Além disso, o fascínio por atmosferas tristes e belas — como em “Eu me sinto vontade de me mat4r no bom sentindo ouvindo planning for burial” e “talvez eu seja sentimental demais.” — se alinha com o tom de fim de mundo poético de Dead Flag Blues. A forma como romantizam o cotidiano, citado em “romantizar o cotidiano é oq me mantem vivo”, combina com a maneira que a música transforma ruína, tédio e cidade em algo quase cinematográfico e profundamente emotivo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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eyehatelucca
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