
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, sensível, meio em crise existencial e ao mesmo tempo cheia de paixões específicas. A forma como ele fala de identidade e valor próprio em posts como “Estou passando por uma crise de identidade fortíssima onde para mim qualquer um tem mais propriedade intelectual que eu ou está socialmente acima de mim” ecoa bastante a insegurança e autoanálise constante da Lisa. Ele é obcecado por arte, literatura e pensamento, como quando comenta Badiou em “A fresta da verdade de Alain Badiou Esse cara estava certo” ou liga dinheiro, cidade e existência em “Eu acho esses posts tristes porque eles mostram o quão obscuro é o poder de compra”, algo bem compatível com o lado filosófico e social dela. Ao mesmo tempo, ele mantém um humor nerd e apaixonado por mídia, tipo quando descreve Tokyo Ghoul como “epítome” em “Acho que nunca vou gostar mais de uma obra que Tokyo Ghoul”, o que lembra o entusiasmo intenso da Lisa por tudo que ama. E há uma melancolia poética em posts como “To triste queria que chovesse pro mundo todo entrar no meu ritmo triste também queria que até o céu chorasse”, muito similar ao jeitinho dramático e sensível com que a Lisa sente o mundo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam de crises de identidade, sensação de ser "subespécie de ser humano" e uso do Twitter como corpo/alma, como em “Minha conta do twitter é uma espécie de maldição. É como viver. É como se ela fosse meu corpo e eu fosse a alma.” e “Estou passando por uma crise de identidade fortíssima...”, o que indica I. A orientação para ideias, significados e temas existenciais em vez de fatos concretos aponta para N: eles filosofam sobre linguagem (“Eu tô tão acometido pelo metaplasmo que acho que já deveríamos substituir 'para' por 'pra' formalmente...”), natureza humana e ódio (“Às vezes me pergunto mais do que deveria se tem como mudar alguém que já foi naturalmente construído como uma pessoa ruim mas o ciclo do ódio me amedronta”), e o valor humano da arte/mangá, como em “Arte é sinônimo de vida”. A dominância de valores pessoais e empatia revela F: reagem com indignação moral a casos de abuso (“em que mundo vocês vivem irmão...........”), valorizam profundamente o impacto emocional da ficção (“Acredito que o ápice emocional do choro é quando algo nos maravilha assim. É o melhor sentimento do mundo tá maluco.”) e enxergam dinheiro sob a ótica de perda afetiva (“Eu acho esses posts tristes porque eles mostram o quão obscuro é o poder de compra.”). No eixo J/P, eles mostram improviso, procrastinação e vida caótica: falam de hiperfocos, noites em claro, decisões impulsivas de compra (“aprendi que devemos realizar sempre compras no impulso.”), procrastinação explícita (“Procrastinando”) e ódio a estruturas rígidas como patches ou rotina, sugerindo P. A combinação de introspecção intensa, idealismo emocional, foco em significado e espontaneidade artística/nerd encaixa de forma mais coerente em INFP do que em tipos vizinhos como INFJ ou INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Leitor de mangá que chora em página dupla, discípulo de Dazai, mestre de RPG e anotador compulsivo tentando não fritar o cérebro no calor de 30°– @fabominavel

Seu coquetel exclusivo
O uísque japonês leve representa o lado literário-introspectivo e meio trágico, tipo Dazai + Tokyo Ghoul, que aparece em pensamentos como “Retomando meu transe dazainiano e lendo agora as obras dele que faltam em tradução portuguesa” e “Acho que nunca vou gostar mais de uma obra que Tokyo Ghoul...”. O licor de laranja com toque amargo é a mistura de humor e rancinho existencial, o mesmo espírito de “A crise dos 20 e foda” e da identidade em frangalhos de “Estou passando por uma crise de identidade fortíssima...”. O chá gelado de hibisco entra como o refresco dramático em pleno calor, ecoando desabafos tipo “Queria só ser o water vegeta nessa porra de calorão de 30 graus” e “Como ficam minhas células no sangue nessa bodega de verão escaldante”. A espuma de gengibre e limão é o metaplasmo em forma líquida: picante, inventivo e levemente caótico, igual ao take de linguagem em “Eu tô tão acometido pelo metaplasmo que acho que já deveríamos substituir 'para' por 'pra' formalmente atp” e às notas compulsivas de “Irão me taxar de viciado em telas mas na verdade possuo um transtorno de vício em realizar anotações”. O gelo em cubos irregulares simboliza a vida fragmentada entre mangá, RPG, vídeo e crise, um mosaico tão bonito quanto caótico, como a paixão por Fool Night em “Esse mangá já é importante pra cacilda pra mim...” e o sentimento de que a própria conta é uma maldição em “Minha conta do twitter é uma espécie de maldição. É como viver.”.

Sua Casa de Hogwarts
Há um traço bem forte de curiosidade intelectual, reflexão e obsessão com linguagem que aponta diretamente para a Corvinal. Ele fala explicitamente de interesses linguísticos e metalinguagem, como em "Eu tô tão acometido pelo metaplasmo que acho que já deveríamos substituir 'para' por 'pra' formalmente atp Meu hot (🔥) take é que é curioso escrever 'para' e delicioso ler 'para'." e também em "Acredito que todos os meus interesses linguísticos tenham vindo da minha habilidade um pouco desvalorizada de fazer trocadilhos com jogos de palavra...". Ele demonstra amor por leitura, teoria e literatura “difícil”, citando Badiou em "A fresta da verdade de Alain Badiou Esse cara estava certo" e falando de retomar Dazai em "Retomando meu transe dazainiano e lendo agora as obras dele que faltam em tradução portuguesa". Há também um padrão de análise sensível das obras que consome, como em "Esse mangá já é importante pra cacilda pra mim, eu amo mistério/thriller... Os paralelos de moral são excelentes. A narrativa é ótima e te prende." e na comparação quase acadêmica da estrutura de Tokyo Ghoul em "Tokyo ghoul tem TODOS os elementos de cada categoria...". Apesar de certa fragilidade emocional e crises de identidade, como em "Estou passando por uma crise de identidade fortíssima...", ele tende a transformar isso em reflexão, análise estética e anotação obsessiva ("...possuo um transtorno de vício em realizar anotações, é um ímpeto urgente"), o que combina mais com a mente inquieta e contemplativa da Corvinal do que com o foco em status da Sonserina ou a impulsividade da Grifinória.

Seu filme

Sua música
Uma música que encaixa muito bem com @fabominavel é Welcome to the Black Parade, do My Chemical Romance. Além da referência direta ao hype com a banda em “remake e possivel novidade do my chemical romance 2026 é o ano”, a temática de crise de identidade, dor e resistência dialoga com desabafos como “Estou passando por uma crise de identidade fortíssima... Me sinto uma subespécie de ser humano”. A mistura de melancolia, vontade de mudança e romantização do sofrimento aparece tanto no bio, “O homem nasceu para o amor e a revolução”, quanto em tweets como “Eu sozinho posso carregar todo o peso toda a dor todo o sofrimento do mundo shinobi”. A canção fala de carregar um legado, superar traumas e seguir em frente, o que ecoa a forma como ele trata sua própria conta: “Minha conta do twitter é uma espécie de maldição. É como viver. É como se ela fosse meu corpo e eu fosse a alma”. Essa combinação de drama existencial, estética emo e apego intenso a obras que o marcaram, como em “Acho que nunca vou gostar mais de uma obra que Tokyo Ghoul”, casa perfeitamente com o espírito da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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fabominavel
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