
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @FakePuddy parece mais com a Lisa Simpson: introspectivo, muito voltado para livros, arte e reflexão, e frequentemente mais maduro emocionalmente do que o ambiente à volta. Ele vive cercado de literatura densa e clássica, como quando comenta estar lendo Ulysses e Raízes do Brasil “Finalmente livre. Estou lendo Ulysses, creio que irei intercalar com Raízes do Brasil.” e se empolga com projetos de escrita complexos “Estou escrevendo um conto onde o tempo oscila entre passado e presente através das sensações do protagonista.”. Ao mesmo tempo, demonstra uma sensibilidade romântica, melancólica e quase filosófica, como em seus poemas e desabafos amorosos “Será sempre a sua voz ausente a flutuar meu mundo...” e em reflexões existenciais “Esse ano eu simplesmente tive que reaprender a viver.”. Ele mistura cultura pop (Dark Souls, Led Zeppelin, The Doors) com alta literatura e poesia, o que lembra o jeito da Lisa de equilibrar o gosto sofisticado com um mundo bem mais caótico ao redor “Ulysses é tão bom” e “Terminei Meridiano de sangue. Que porra de final foi esse?”. Por fim, sua sensação de não se encaixar totalmente e de estar sempre pensando demais sobre tudo “Galera, eu não sei interagir no twitter.” reforça ainda mais essa afinidade com a solidão inteligente e sensível da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam muito de ler, escrever, jogar, ver filmes e ficar em casa, como em “Comendo uma pipoquinha, com roupa de dormir e assistindo novela” ou “Passo dias sem abrir o twitter”, o que indica I (introversão). A linguagem é altamente metafórica, reflexiva e abstrata, como em “Será sempre a sua voz ausente a flutuar meu mundo, nos espaços opacos...” e nos comentários sobre Ulysses e Meridiano de sangue, apontando fortemente para N (intuição) em vez de foco em fatos concretos. A forma como expressa sentimentos, sofrimento amoroso e empatia (“Desisto do amor.” em link, ou “Você destruiu a minha vida e agora tenho que te ver sorrindo sempre.”) mostra decisões e percepções muito guiadas pela emoção e valores pessoais, sugerindo F (feeling). Por fim, há um ar caótico e pouco estruturado, com oscilações de humor, autoironia e processos criativos bem espontâneos, como “Escrevi muito hoje, mas acredita que não gostei de nada.” e “Estou escrevendo um conto em versos, com uma estrutura biruta que inventei na minha cabeça”, o que combina mais com P (perceiving) do que com um estilo muito organizado e planejado de J. Somando tudo, o conjunto de introspecção, imaginação, emocionalidade intensa e vida interna criativa encaixa melhor em INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Escrevo contos, poemas e surtos sobre Dark Souls, Zé Ramalho e Roberto Carlos. Já me curei do Enem, não do drama romântico.– @FakePuddy

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte representa o baque existencial, tipo quando ele solta um “Esse ano eu simplesmente tive que reaprender a viver. Sinistro como as coisas mudaram...” e precisa de um gole que venha pesado. O licor cremoso é o lado carente, romântico e meio fofoqueiro de si mesmo, pedindo companhia em “Queria alguém para ficar ouvindo música, tomando café e falando bobagens para terminar em trocas de beijinhos...” e sonhando ser “PAI DE FILHO GORDINHO”. O xarope de café doce-amargo é a ressaca afetiva de quem posta “Desisto do amor.” mas continua citando Roberto Carlos em “'você foi meu sorriso de chegada e minha lágrima... De adeus.'”. O bitter de cacau encarna o niilismo gamer-literário de quem grita “1000G NO DARK SOULS 1, VÃO SE FUDER” ao mesmo tempo em que encara o final bizarro de “Terminei Meridiano de sangue. Que porra de final foi esse?”. Por fim, a espuma leve de maracujá é a camada ‘amorfa’ e sonhadora, que paira por cima de tudo, igual ao clima de “Amorfo” e às viagens poéticas de “Talvez pensar seja dar vida a algo. Tornar se aquilo.”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte do @FakePuddy é a curiosidade intelectual e a obsessão com leitura e escrita, que é muito característica da Corvinal. Ele está constantemente lendo obras densas e complexas como Ulysses (“Finalmente livre. Estou lendo Ulysses, creio que irei intercalar com Raízes do Brasil.”) e se empolga com autores difíceis, como quando termina Meridiano de sangue e fica remoendo o final (“Terminei Meridiano de sangue. Que porra de final foi esse? Bizarro. Agora vou ficar olhando pra parede tentando dissecar esse final e falhando miseravelmente.”). Ele também demonstra um amor ativo pelo ofício da escrita — contos, novelas, poemas, experimentos de fluxo de consciência e até estruturas “birutas” inventadas por ele mesmo (“Estou escrevendo um conto em versos, com uma estrutura biruta que inventei na minha cabeça, estou adorando esse processo KKKKKK.”, “Hoje é o dia que eu mais escrevi. Dois poemas e dois contos.”). Além disso, ele reflete filosoficamente sobre amor, pensamento e existência, citando Alberto Caeiro e desenvolvendo ideias próprias em forma quase ensaística (“Alberto Caeiro dizia que amar é a eterna inocência e que a única inocência é não pensar. Bem, e se o amor for um exercício de amar e ver? [...]”), o que reforça a faceta analítica. Há sensibilidade e sofrimento amoroso (um pouco Lufa-Lufa), mas o centro de gravidade da personalidade dele é a mente: livros, cinema, música, escrita e reflexão; isso o coloca muito mais nitidamente na Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A combinação de romantismo sofrido, autoanálise e drama cotidiano do @FakePuddy combina muito com o clima melancólico e existencial de As Curvas da Estrada de Santos. Ele vive citando Roberto Carlos, como em “'Como a abelha necessita de uma flor eu preciso de você...'” e “'você foi meu sorriso de chegada e minha lágrima... De adeus.'”, o que mostra identificação afetiva com esse universo. A música fala de um sujeito consumido por sentimentos intensos e um certo desejo de fuga, o que ecoa em desabafos como “Esse ano eu simplesmente tive que reaprender a viver. Sinistro como as coisas mudaram...” e “Você destruiu a minha vida e agora tenho que te ver sorrindo sempre.”. Além disso, ele oscila entre humor autodepreciativo e dor amorosa, como em “Desisto do amor.” e “Fui fazer resenha e o cara me poupou 2 anos de terapia.”, o que casa bem com o tom de drama contido e confessional típico de Roberto Carlos nessa fase.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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FakePuddy
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