
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: alguém inteligente, sensível, autoirônico e constantemente cansado, mas ainda assim comprometido com o futuro e com estudar/ser melhor. Ele é claramente estudioso e focado em carreira, falando de medicina, plantões e provas, como em “vou ser médico esse ano” e “12h de plantão no ps do esau e mais um minuto eu pedia um kit de internamente pra mim”, o que lembra a seriedade e dedicação da Lisa com os estudos. Ao mesmo tempo, vive se sentindo sobrecarregado, preguiçoso ou ansioso, em posts como “hoje tá sendo mais um daqueles dias que eu tenho tanta coisa pra fazer que fico paralisado e não faço nada” e “como pode caber tanta preguiça em uma pessoa só”, bem no clima existencial da Lisa. Ele também demonstra muita autocrítica e humor triste, tipo em “hoje a depressão me pegou e não sai da cama até agr” e “viciado em implorar atenção por quem me despreza”, o que ecoa a sensibilidade emocional da personagem. Por fim, ele mistura vida intelectual com fandom, reality show e comentários engraçados de dia a dia, como em “esse bbb tá prometendo dms em” e “flaschcard me dá ódio pq eu posso ter me matado pra completar tudo ontem, quando eu entrar hj vai estar tudo lá de novo pra fazer”, bem como a Lisa, que é super séria mas também vive perdida em distrações e frustrações modernas.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de rotina interna, exaustão e ficar sozinho, como em “hoje a depressão me pegou e não sai da cama até agr” e “como pode caber tanta preguiça em uma pessoa só”, além de comentar carinhosamente sobre pacientes sem dar foco em vida social grande, por exemplo em “toda vez q um paciente me abraça eu fico bestinha”. A preferência por sensação (S) ou intuição (N) pende para N: apesar de citar muitos fatos do dia a dia, ele vive extrapolando para que isso “significa” sobre ele, como em “meu problema é que quando eu tô feliz peço lanche pra comemorar e quando tô triste peço pra me animar” e “a eterna dúvida: preciso de terapia ou só convivo com quem precisa?”, o que mostra um olhar mais reflexivo e interpretativo do que apenas factual. No eixo T/F, ele parece bem claramente F (Sentimento): fala de culpa, orgulho, carência e empatia, como em “me sentindo um lixo pq a menina que eu tava meio q ignorando me comprou uma caixa da cacau show de mais de 100 reais”, “meu pai usava clonazepam há uns 15 anos e ta conseguindo sair de 6 mg pra NADA. meu orgulho 🫶” e “queria me apaixonar”. Em J/P, ele demonstra dificuldade de organização, procrastinação e um jeito improvisado de viver, típico de P (Percepção): “hoje tá sendo mais um daqueles dias que eu tenho tanta coisa pra fazer que fico paralisado e não faço nada”, “mantendo minha média de estudar 15 min por dia 🙏” e promessas pouco firmes como “voltarei pra academia essa semana agr é oficial”. Além disso, o tom sensível, autodepreciativo e idealista (“vou ser médico esse ano” em este tweet) combina bem com o estereótipo de INFP, alguém emocionalmente intenso, cheio de intenções boas, mas frequentemente travado pela própria sensibilidade e procrastinação.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
quase médico, meio preguiçoso, 100% comentarista de BBB. uma vez medi glicemia pra culpar a preguiça, deu normal e agora tô sem desculpa.– @felps_0777

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, meio cansado e levemente desesperado, igual a quem reclama que “oficialmente fiz meu treino de glúteo do ano (2 exercícios” e sobe escada achando que tá infartando. A cachaça envelhecida representa o médico em formação, calejado de plantão no PS, tipo quando ele diz “12h de plantão no ps do esau e mais um minuto eu pedia um kit de internamente pra mim”. O licor de café é a dopamina artificial necessária pra manter a média de “estudar 15 min por dia 🙏” e aguentar BBB até tarde, já que ele vive comentando que “esse bbb tá prometendo dms em”. O xarope de maracujá reflete o drama ansioso e afetivo de quem admite “viciado em implorar atenção por quem me despreza” e ao mesmo tempo confessa “queria me apaixonar”. A espuma de leite condensado com limão é a parte doce e acolhedora do "tio" da pediatria que fica bestinha quando “toda vez q um paciente me abraça eu fico bestinha” e se derrete pelos pais e pelo pai que largou o clonazepam, como em “meu pai usava clonazepam há uns 15 anos e ta conseguindo sair de 6 mg pra NADA. meu orgulho 🫶”. As pitadas de sal grosso e pimenta rosa são o tempero ácido e reclamão de quem solta pérolas como “odeio questão mal feita que eu tenho que adivinhar oq o arrombado quer saber” e ironiza a própria vida dizendo “hoje tá sendo mais um daqueles dias que eu tenho tanta coisa pra fazer que fico paralisado e não faço nada”, mas no fundo continua indo, um gole de cada vez.

Sua Casa de Hogwarts
Ele transborda aquela energia de trabalhador cansado, mas dedicado, muito típica de Hufflepuff. Vemos isso quando fala dos plantões e atendimentos com um misto de exaustão e carinho, como em “12h de plantão no ps do esau e mais um minuto eu pedia um kit de internamente pra mim” e “devo ter atendido umas 30 crianças hoje”, e também no jeito afetuoso com pacientes em “toda vez q um paciente me abraça eu fico bestinha”. Ele é claramente leal e gentil com a família e com os outros: demonstra orgulho e apoio ao pai em “meu pai usava clonazepam há uns 15 anos e ta conseguindo sair de 6 mg pra NADA. meu orgulho 🫶” e se sente culpado por tratar mal alguém que foi bondoso com ele em “me sentindo um lixo pq a menina que eu tava meio q ignorando me comprou uma caixa da cacau show de mais de 100 reais”. Ao mesmo tempo, ele tem uma autoironia constante e pé no chão, assumindo as próprias limitações sem heroísmo, como em “mantendo minha média de estudar 15 min por dia 🙏” e “a partir de hj levarei pelo menos a academia a sério pq n é possível ser um inútil em tudo”. Apesar do humor meio derrotado, ele continua indo atrás das coisas (plantão, academia, faculdade, BBB, etc.), o que mostra persistência silenciosa e lealdade ao que escolheu pra vida – traços muito mais Hufflepuff do que de qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A combinação de humor autodepreciativo, intensidade emocional e carência assumida lembra muito a vibe de Medo Bobo. Eles vivem entre preguiça, ansiedade e leve caos, como em “hoje tá sendo mais um daqueles dias que eu tenho tanta coisa pra fazer que fico paralisado e não faço nada” e “como pode caber tanta preguiça em uma pessoa só”, mas ao mesmo tempo desejam afeto em “queria me apaixonar” e admitem vício em atenção em “viciado em implorar atenção por quem me despreza”. A música fala de sentimentos intensos e meio atrapalhados, que se encaixam com alguém que sofre com a faculdade de medicina e plantões, mas ainda se derrete quando um paciente abraça, como em “toda vez q um paciente me abraça eu fico bestinha”. Além disso, o tom de drama bem-humorado da música combina com o jeito que ele transforma tudo em piada, desde BBB até notas ruins, como em “me tiraram pra merda na nota de pediatria”. No fim, é aquela mistura de caos, romance, insegurança e meme que define tanto a música quanto a timeline dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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