
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A MAFÊ lembra muito a Lisa Simpson: super autoconsciente, inteligente, mas cheia de inseguranças e crises existenciais. Ela vive questionando o próprio lugar no mundo e se sente "burra" mesmo estando em medicina, como em “às vezes acho que deus ter me proporcionado a aprovação no vestibular foi um castigo, não um presente. pra eu ver o quanto sou burra e que nao deveria estar aqui.” e “neuroanatomia faz eu questionar se medicina é pra mim mesmo. me sinto muito burra, acho que tô no lugar errado, sério.”, o que é bem vibe Lisa se sentindo deslocada. Assim como a Lisa, ela é sensível, dramática e intensa nas emoções, falando de solidão e vontade de ser "normal da cabeça" em “os pensamentos de ‘eu daria tudo que tenho pra ser normal da cabeça’ voltando….. meu deus como eu odeio viver dentro da minha propria mente”. Ela também tem lado artístico e reflexivo, escrevendo poesia e se orgulhando disso em “gente um poema meu foi selecionado em um concurso de poesias.... [...] eu fui selecionada sabe....... podem me chamar de poetisa agora”. E, igual à Lisa, mistura lucidez política/societária com ironia e deboche, como em “porque o aborto seria legal” e na forma como comenta relacionamentos e homens, sempre com um olhar crítico e meio desencantado.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: falam muito de dates, apps de relacionamento e contato com pessoas, como em “é mto fofo quando vc marca um date ai no dia anterior o bofe fala 'ai pq eu fui no barbeiro'” e “gente onde foi q vcs conseguiram o namorado de vcs? queria um tambem.”, além de se definirem pela interação com amigos (“conversar com meus amigos no whasapp”). A preferência por Intuição (N) aparece na tendência a generalizar e filosofar a partir de experiências pessoais, como em “recentemente... percebi que não posso ficar esperando o tempo certo de fazer as coisas... não quero chegar lá arrependida de não ter vivido!” e “como pode seres humanos lingusticos... nao usarem as palavras para falarem seus sentimentos”. O eixo Sentimento (F) é forte: ela reage pelas emoções, fala abertamente de dor, solidão e autoestima, como em “gente do ceu q dor queria escrever mil poesias sobre solidao” e “odeio ficar sentindo q to fazendo tudo errado... queria ser pelo menos burra pq ai eu nao ia saber que sou essa pessoa”. Já entre J/P, ela soa mais Perceiving (P): muita impulsividade, autodepreciação bagunçada e decisões por emoção, como em “tomei venvanse sem indicação e estou passando por um dos meus piores momentos”, além de falar em hiperfocos e dificuldades de organização nos estudos (“fazer faculdade eh mt ruim pqp que porra estudar”). A combinação de humor caótico, carência afetiva, forte vida interna criativa (poesias, reflexões) e impulsividade emocional encaixa melhor com ENFP do que com outros tipos sociais e verborrágicos como ESFP ou ENTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
30 anos, futura médica, poetisa de concurso duvidoso e crítica oficial de pod. Estudo, reclamo e ainda acredito que tudo passa.– @fernandaew

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e doce-azedo ao mesmo tempo, igual a energia crackuda de nicotina e energético de quem assume ser “a maior crackuda de pod que existe na face da terra” e fica em hiperfoco em “chevette eu tomaria um exatamente agora”. A vodka com energético de manga homenageia o amor dela por latinha com cafeína, já que ainda se impressiona com um Monster “tão gostoso quanto o ultra fiesta mango”. O licor de café entra pra representar as madrugadas de estudo e desespero acadêmico, quando ela diz que “fazer faculdade eh mt ruim pqp que porra estudar” e sofre com provas e neuroanatomia. O xarope de morango é a camada romântica, melodramática e carente de emoção boa, de quem afirma que “amo o amor uma pena que não tenho onde depositar o meu”. O bitter cítrico dá o tom de autodepreciação e acidez, igual quando ela diz se sentir “completamente deploravel odiada estupida idiota desagradavel”. Por fim, a espuma de água tônica é a parte leve e poética que insiste em sobreviver, a mesma que escreve poemas e se emociona ao dizer que “um poema meu foi selecionado em um concurso de poesias.... eu fui selecionada sabe....... podem me chamar de poetisa agora”, lembrando que, no fim, tutto passa.

Sua Casa de Hogwarts
A MAFÊ transpira energia de Gryffindor: ela é impulsiva, intensa e frequentemente coloca o peito na frente mesmo quando vai se machucar. Ela entra em situações emocionais sabendo que vai doer, como quando diz sobre o ficante: “sou tratada igual um buraco (sim isso msm q vcs tao pensando) e ainda fico toda ‘hihihi’ vai se fudeeeee quero encerrar esse ciclo mas n sei como, pq sei q vou sofrer dps.”. Existe uma coragem quase kamikaze no jeito que ela encara o próprio sofrimento, como em: “os pensamentos de ‘eu daria tudo que tenho pra ser normal da cabeça’ voltando….. meu deus como eu odeio viver dentro da minha propria mente” e ainda assim continua estudando medicina, em crise, reclamando, mas indo: “neuroanatomia faz eu questionar se medicina é pra mim mesmo. me sinto muito burra, acho que tô no lugar errado, sério.”. Ela também tem um forte senso de posicionamento e de “comprar briga”, por exemplo ao falar de torcida organizada e recusar a visão simplista: “mas acho covardia associar briga de t.o à somente futebol” e ao se posicionar em temas espinhosos como aborto: “porque o aborto seria legal”. No fundo, é a combinação de intensidade emocional, impulso, disposição pra sofrer por aquilo que sente e pra falar o que pensa — mesmo quando é mais fácil se calar — que a coloca muito mais em Gryffindor do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música thank u, next combina com a forma como ela vai se reconstruindo depois de relações meio tortas, tipo quando fala de encerrar ciclos e sofrer mas seguir em frente, como em “dps de 4 meses, encerrei esse ciclo. tô bem mal, a rotina muda completamente.” e “recentemente, dps de 'terminar' c meu ficante de 4 meses, percebi que não posso ficar esperando o tempo certo de fazer as coisas que me dão vontade.”. Ela transforma drama em autoironia e aprendizado, o que lembra muito o tom da música, vide “é mto bom ter amigos pra eu fazer o contrário do que eles me aconselham” e “ngm te trata melhor do q um homem q quer te comer pela primeira vez ne incrivel”. Ao mesmo tempo, existe uma busca de amor próprio e de se ver de forma mais gentil, mesmo nos dias em que se sente feia ou burra, como em “o pior de terminar um 'relacionamento' é q eu só me sentia bonita pq ele me achava bonita.” e “me basta só aceitar que sou uma burra”. A música fala de agradecer pelo que doeu porque isso ensinou algo, ecoando a vibe de querer crescer com a dor: “eu sei q vai passar mas até lá dói” e o desejo de viver mais plenamente em “não quero chegar lá arrependida de não ter vivido!”. No fundo, ela é uma romântica caótica que ainda acredita que vai amar muito alguém um dia, como mostra em “quando eu amar, a pessoa amada por mim será muito amada”, e thank u, next é justamente sobre seguir, aprender e continuar acreditando no amor depois dos fiascos.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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fernandaew
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