
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: super intelectualizada, cheia de interesses específicos e um pouco deslocada do resto do mundo. Ela é obcecada por cinema clássico e teoria, citando Leigh, Lean, Barthes e Sontag, como em “If people on here who hate Barthes without reading Barthes found out about Sontag they would go crazy…” e “Minha opinião sobre os David é que pode juntar todos os outros David que não sai um Lawrence da Arábia nem um A Ponte do Rio Kwai como saiu com o Lean”, o que é muito a cara da Lisa nerdona de artes e humanidades. Ela também é politizada e combativa em discussões de gênero e política cultural, como em “O jeito que as pessoas reforçam essas concepções não é muito diferente das merdas essencialistas de gênero…” e “'comunista' batendo palma pra alienação de trabalho… é um símio antropóide”, lembrando a Lisa que bate de frente com todo mundo em Springfield. Ao mesmo tempo, fala abertamente de fragilidade emocional e ansiedade, como em “Sem querer ser alarmista mas já à beira de uma crise de ansiedade e paranoia…” e “tive alguns picos de depressão… que me deixavam mentalmente debilitada pra aproveitar meus hobbies”, que ecoa a sensibilidade da Lisa quando se sente isolada. Por fim, o jeito de ser extremamente apaixonada por seus hobbies (cinema, erogames, Soulslike, futebol) e se frustrar quando ninguém acompanha, como em “Getting hit frequently again by the fact my current special interests aren't matching with a bunch of my friends…”, é exatamente o tipo de tensão entre hiperinteresse e solidão que a Lisa vive na série.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para interesses internos do que para socialização ampla: boa parte da timeline é sobre cinema clássico, jogos, literatura e reflexões pessoais, como em “Getting hit frequently again by the fact my current special interests aren't matching with a bunch of my friends…”, o que sugere introversão (I). O foco constante em interpretação de arte, teoria e linguagem (Barthes, Sontag, Schopenhauer, discussões de gênero) indica forte intuição (N), por exemplo quando comenta “Looks so sad to me when people are having perspectives like this on some type of art… turned into a total rejection of all of it's form”. A forma de argumentar é dura, lógica e frequentemente impiedosa com o que considera irracional – chamando certas atitudes de “retardado, analfabeto intelectual” em “se assiste filme dublado por qualquer questão que não seja a de acessibilidade…” e classificando gente como “símio antropóide” em “tá defendendo gente que mata link e usa encurtador com adware…” –, o que se alinha com Thinking (T), mesmo sendo afetiva em questões identitárias como “Apesar de tudo eu amo ser uma garota…”. No eixo J/P, há uma forte ênfase em estrutura, método e preservação (organização de arquivos, preservação de torrents, crítica a amadorismo), como em “façam cópias dessas porras, guardem em cloud, HD, criem torrents deles…” e a frustração sistemática com cinemas só dublados em “Essa cidade é grande demais pra todos os cinemas daqui só terem sessões dubladas…”, o que sugere Judging (J). Somando introversão intensa, foco em análise abstrata de arte e mídia, argumentação fria e estrutural e uma clara vontade de sistematizar e "corrigir" o ambiente, o perfil mais coerente é INTJ.

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Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Crítica de cinema & jogos, ADM da @ShinFilmes, bruxa no @cigarrasjogam. Sobrevivi a Dark Souls, rodoviária de madrugada e quase 6 atropelamentos.– @firewalkwithG

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte, dramático e um pouco vintage, porque ela vive entre clássicos de Hollywood e melodramas: Vivien Leigh, Gone with the Wind e Anna Karenina aparecem em vários momentos, como em “Found out Vivien Leigh did Anna Karenina when I thought I couldn't become more obssessed with this woman” e “Love Marilyn but Vivien Leigh all the fucking way not even close”. O vermute tinto doce é o lado cinéfila apaixonada, que atravessou depressão mas se agarrou ao contato com o cinema em “tive alguns picos de depressão... Curtas e médias me mantiveram em contato com o cinema, sua história e linguagem.”. O gin com chá preto representa a seriedade intelectual que lê Schopenhauer no almoço e reclama de gente que banaliza teoria, como em “Hoje minha diversão após o almoço foi ler e pensar com um amigo algumas das atrocidades que o Schopenhauer escreveu” e “If people on here who hate Barthes without reading Barthes found out about Sontag...”. O licor de amarena traz o azedinho da agressividade carinhosa de timeline, que chama gente de “símio antropóide” e “retardado, analfabeto intelectual” em discussões sobre pirataria e dublagem (“é um símio antropóide”, “se assiste filme dublado... é retardado, analfabeto intelectual”), mas ainda assim é doce por dentro, emocionada em ser reconhecida como garota em “Apesar de tudo eu amo ser uma garota...”. O bitter de cacau é o lado sombrio gamer/cinéfila que sofre com Dark Souls, Elden Ring e survival horror ruim, como em “Bruxa no @cigarrasjogam” e “Rule of Rose takes no advantage mechanically from being a traditional survival horror... horrible level design.”. O twist de laranja flamejada é o toque dramático e futebolístico, explodindo como um gol do Borré ou um Grenal, ecoando o caps lock de “BORRÉEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE” e a corneta sobre “grenalizar” tudo em “Quando tu sabe que uma situação foi criada porque o tópico foi grenalizado mas não tem como provar”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra uma relação claramente intelectual com os hobbies: pensa cinema em termos de história, linguagem e forma, como quando conta que, mesmo em depressão, curtas e médias a mantiveram em contato com "o cinema, sua história e linguagem" (“tive alguns picos de depressão... Curtas e médias me mantiveram em contato com o cinema, sua história e linguagem.”). Há um gosto explícito por teoria e ensaio, tanto de cinema quanto de filosofia e crítica: ela fala de ler Schopenhauer e se divertir com as atrocidades do texto (“Hoje minha diversão após o almoço foi ler e pensar com um amigo algumas das atrocidades que o Schopenhauer escreveu nesse ensaio o negócio é BIZARRO”) e ironiza quem odeia Barthes sem ler, mencionando também Sontag (“If people on here who hate Barthes without reading Barthes found out about Sontag they would go crazy with just the title of some of her essays”). Ela também revela curiosidade literária e prazer em leitura estruturada ao comentar Jane Austen e o ritmo de A Abadia de Northanger (“Lendo A Abadia de Northanger... vai muito rápido, to numa progressão bem prazerosa já”). A forma como discute mecânicas de game com precisão técnica e crítica, como em Rule of Rose (“Camera angles weren't scary & immersive. The inventory limit made no sense, the puzzles were all horrible and repetitive, horrible level design.”) e Elden Ring, mostra pensamento analítico aplicado até a entretenimento. Embora seja mordaz e bem-humorada, o traço dominante é o de alguém movida por curiosidade intelectual, análise e busca de entendimento profundo da arte que consome, o que a coloca com muita clareza na Corvinal.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com ela é Born This Way, da Lady Gaga, porque celebra identidade, orgulho e resistência em meio a julgamentos – temas que atravessam o perfil dela. Ela fala abertamente sobre gênero e transgeneridade, como quando comenta debates em que não se vê representada, mas se recusa a entrar de cabeça no "vespeiro" de certas discussões: “Discussão vai e vem e não existe uma declaração [...] dessa discussão de gênero [...] com a qual me identifique”. Também expressa com força o orgulho de ser mulher trans e de ser reconhecida como tal: “Apesar de tudo eu amo ser uma garota e é emocionante ser reconhecida apropriadamente como tal”. Ao mesmo tempo, ela lida com depressão e ansiedade, mas segue se agarrando aos seus interesses (cinema, jogos, futebol), como mostra ao falar dos curtas que a mantiveram ligada ao cinema em momentos difíceis: “tive alguns picos de depressão [...] Curtas e médias me mantiveram em contato com o cinema”. Essa combinação de vulnerabilidade, inteligência afiada, humor ácido e orgulho de si mesma ecoa diretamente o refrão de Born This Way, que é sobre existir plenamente do jeito que se é, sem pedir desculpas.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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