
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil da Gabi lembra muito o Homer Simpson: caótica, engraçada, vive se metendo em situação furada, mas sempre tira humor do próprio desastre. Ela está sempre reclamando de transporte, calor e perrengue, tipo quando fala do metrô quebrando todo dia em “como que pode essa porra desse metrô dar problema TODO dia” ou do 485 chacoalhando em “485 chacoalhando pra caralho e meu fone com mau contato desconectando toda hora que vida eh essa pqp”, bem no estilo Homer sofrendo com Springfield. Ao mesmo tempo, ela se reconhece como meio desorganizada e impulsiva, como em “tenho que parar de agir como se nao houvesse amanha pq ele sempre chega” e “ja aceitei que nunca vou poder tirar a cnh”, o que lembra o jeito destrambelhado do Homer com a vida adulta. O humor autodepreciativo e o caos amoroso também combinam com ele, como em “pior coisa de ser solteira é ficar recebendo foto de cachorro feio e ainda ter que elogiar pqp” e “não da pra ter tudo nessa vida né”. E, igual ao Homer, apesar de viver reclamando de trabalho e estudo, ela segue em frente no perrengue universitário e no emprego, como mostra em “evento canônico é ja estar no ônibus indo pra faculdade e receber email do professor cancelando a única aula do dia” e “queria reclamar uma coisa do meu trabalho mas tenho medo do universo usar isso contra mim”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais extrovertidos (E) do que introvertidos: falam muito de festas, rolês e interações sociais, como em “pelo menos eu bebi de graça hoje #bomdemaissermulher” e “eu bebo e automaticamente todos os stories se tornam respondiveis”, além de comentar amigos e flertes o tempo todo. Mostram forte foco em possibilidades, associações e humor irônico, típico de intuição (N), inventando narrativas e exageros, como em “aplicando o método pomodoro na faculdade vou 1 dia falto 7” e “one good girl is worth a thousand bitches mas imagina eu com a thousand bitches”. A forma de se posicionar é claramente Feeling (F): falam de arrependimentos, crushes, frustrações e elogios com base em emoção e relações, por exemplo em “ai se arrependimento matasse” e “pior coisa de ser solteira é ficar recebendo foto de cachorro feio e ainda ter que elogiar pqp”. Por fim, há um padrão fortemente perceiving (P): vida caótica, improviso, pouca organização e muito “deixa rolar”, como em “tenho que parar de agir como se nao houvesse amanha pq ele sempre chega”, “sera que todo final de periodo vai ser essa vontade imensa de trancar o curso” e “me aconteceu tem umas duas horas #lifegoeson”. O conjunto de sociabilidade, humor caótico, foco em sentimentos e impulsividade combina melhor com ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Pavunense, Flu de carteirinha e refém do metrô Rio. Uma vez confundi a marmita com o pote de bolo e almocei sobremesa no Fundão.– @fluguevara

Seu coquetel exclusivo
O Beijo de Jaca na Pavuna é forte igual pegar o 485 chacoalhando e ainda ficar sem fone, porque a base é cachaça bem marcada, pra combinar com o caos cotidiano de frases tipo “485 chacoalhando pra caralho e meu fone com mau contato”. O licor de café e tabaco vem direto do bio, aquele clima noturno e meio romântico de “beijo com gosto de tabaco amsterdam”, com um fundinho de vício sentimental que ela finge que não tem em “não tenho vícios minha mente é impenetrável inabalável ninguém mexe comigo”. O xarope de rapadura adoça igual os momentos de amor ao Fluminense e ao fundão, tipo “isso é fluminense” e “saudades do meu país fundão”, mas sem deixar de lembrar que a vida é cara como o ingresso do show: “pqp show do black alien 160 reais pq nao comprei antes💔”. O suco de maracujá bem azedo representa os surtos de arrependimento e a comédia auto-depreciativa de “quando bate um lapso de consciência e voce se arrepende de tudo que fez na vida desde os seus 15 anos” e “o destino é fracassar mesmo ne nao tem jeito”. Por cima, a espuma de água de coco com sal é o respiro depois do perrengue, lembrando que mesmo tomando no prejuízo ela segue rindo e bebendo, como em “sempre tomando no cu mas o gelo nao para ✌️ historia pra contar” e “pelo menos eu bebi de graça hoje #bomdemaissermulher”. É um drink experimental, carioca, pavunense e levemente perigoso: quanto mais você bebe, mais dá vontade de responder todos os stories, igual em “eu bebo e automaticamente todos os stories se tornam respondiveis”.

Sua Casa de Hogwarts
Gabi tem um perfil muito marcado por impulsividade, coragem meio irresponsável e uma certa postura de “vou assim mesmo”, o que é bem característico da Grifinória. Ela encara perrengue sem muito drama, tipo quando conta que subiu a rampa do Maracanã correndo sozinha quase no fechamento do metrô em “quando a moto pra sua casa ta dando 100 reais e voce tem que subir a rampa do maracana sozinha correndo pq faltam dez minutos pro metro fechar e Mesmo assim voce consegue evidencializando a existencia dos Guias tmj sempre familia” ou quando sai rolando rua abaixo na favela e transforma o caos em piada em “fui subir a rua correndo pq tava deserta meu sapato desamarrou saí rolando que nem o pica pau biruta pqp nao aguento mais esse favelao”. Há muito comportamento impulsivo/bravateiro: beber e responder todos os stories em “eu bebo e automaticamente todos os stories se tornam respondiveis”, gastar 170 reais em táxi e só depois se arrepender em “quando voce acorda no dia seguinte e percebe que 170 reais num táxi nao era tao aceitável assim”. Ela também mostra uma coragem debochada e um certo desprezo por consequências ao dizer que às vezes dá informação errada pra turista só pela lição em “as vezes eu dou informação errada pra turista so pra eles aprenderem que nao se deve confiar em qualquer um” e que queria gritar no escritório para apavorar todo mundo em “queria soltar um gritao aqui no escritorio apavorar todo mundo”. Apesar de ter humor ácido e reclamar da vida, ela encara metrô quebrado, busão sacudindo e rotina puxada de faculdade/trampo com uma espécie de coragem cotidiana debochada, como em “485 chacoalhando pra caralho e meu fone com mau contato desconectando toda hora que vida eh essa pqp” e “sera que todo final de periodo vai ser essa vontade imensa de trancar o curso”, o que combina bem mais com a teimosia corajosa da Grifinória do que com a frieza calculada da Sonserina ou o foco trabalhador de Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A melhor música para a gabi é “Do Lado de Cá”, porque ela tem um clima leve, irônico e bem brasileiro, combinando com a forma como ela transforma perrengue em piada. Ela vive narrando as tretas do transporte e da cidade com humor, como em “485 chacoalhando pra caralho e meu fone com mau contato desconectando toda hora que vida eh essa pqp” e “como que pode essa porra desse metrô dar problema TODO dia”, o que conversa com a vibe de quem encara o caos urbano na boa. A identificação com o Rio e a Baixada aparece o tempo todo, como em “20 ano de pavuna e nego querendo me dar volta no leblon🙄” e “nao existe lugar mais quente que a baixada fluminense”, e a música celebra justamente esse pertencimento às quebradas. Além disso, ela tem um jeito desapegado e bem-humorado diante dos problemas, vide “tenho que parar de agir como se nao houvesse amanha pq ele sempre chega” e “sempre tomando no cu mas o gelo nao para ✌️ historia pra contar”, que combinam com a mensagem de seguir vivendo e curtindo apesar dos pesares. O tom de Do Lado de Cá junta amizade, rolê, calor, perrengue e riso — exatamente a mistura que aparece nos tweets dela sobre festa, faculdade, trampo e amor fracassado.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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fluguevara
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