
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Mari lembra muito a Lisa Simpson porque é intensamente emocional, crítica e ao mesmo tempo super engajada com o que ama. Ela é extremamente analítica com narrativas e personagens, como quando reclama de justificarem atitudes masculinas enquanto condenam as femininas em “acho péssimo quem justifica ele ser um adolescente...” e quando desmonta argumentos de ship em “o que o cu tem a ver com as calças???”. Assim como a Lisa, ela tem consciência política/emocional e defende quem gosta com unhas e dentes, vide “todos que xingarem a @ctcwbefray serão automaticamente meus inimigos...” e “todo mundo que falar um a do meu menino mike wheeler vai circulando...”. Ela também é muito ligada à cultura pop e à ficção, escrevendo e atualizando fanfics em “hey guys! i made this account just for my fanfics...” e “se deus quiser eu atualizo minhas fanfics hoje”, algo que combina com o lado criativo e nerd da Lisa. Por fim, o humor autodepreciativo e a exaustão mental de “2025 year recap jan wanted to kms...” casam bem com a forma como a Lisa frequentemente se sente sobrecarregada, sensível e incompreendida pelo mundo ao redor.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: interagem o tempo todo com fandoms, criam conta só para fanfics e avisam o público disso (“hey guys! i made this account just for my fanfics (for anyone still following me for them lol)”), chamam outras pessoas de inimigas/brincam com o público (“todos que xingarem a @ctcwbefray serão automaticamente meus inimigos”) e vivem reagindo a tretas de fandom, o que indica energia voltada para fora. O foco deles é bem intuitivo (N): fazem comparações e leituras de personagem ao invés de falar só de fatos concretos, como em “a comparação de vcs de mike x shauna sendo só pq os dois são escritores com olhar de cachorrinho chutado...” e teorias sobre trama e simbolismo (“teoria interessante essa, nunca parei pra pensar”). A preferência por sentimento (F) é clara no quanto valorizam empatia com personagens e injustiças, por exemplo defendendo Mike e Jane/Eleven contra ataques do fandom (“imagina achar que só hétero tá feliz com isso quando vcs infernizaram a comunidade inteira”) e se incomodando emocionalmente com decisões de roteiro (“fico tão mal pela minha menina ela não podendo ser uma adolescente normal”). Ao mesmo tempo, se posicionam de forma muito afetiva, dramática e pouco "fria" – p.ex. “no big ano de 2026 ainda tem gente que acha que a shauna é hétero mds” –, o que reforça F. Por fim, parecem mais perceptivos (P) do que julgadores: falam de procrastinar e de falta de organização (“se deus quiser eu atualizo minhas fanfics hoje”), vivem reagindo impulsivamente a posts do momento (“GENTE JUROKKKKKKKK que fandom bom que conseguiu botar os 3 ships da série no topo”) e não mostram nenhum gosto por planejamento rígido. O conjunto de entusiasmo social, foco em interpretações, intensidade emocional e estilo caótico/espontâneo combina melhor com ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
23, she/her. Escritora de fanfics, defensora oficial de Shauna Shipman e Mike Wheeler. Já vi Yellowjackets e Stranger Things vezes demais para contar.– @fr0zenjackie

Seu coquetel exclusivo
O Butcherqueen Bitter-Sweet Fizz é forte, caótico e dramático na medida certa, igual ao jeito que você fala de Shauna, Jackie, Lottie e companhia, tipo quando diz que “no big ano de 2026 ainda tem gente que acha que a shauna é hétero” “no big ano de 2026 ainda tem gente que acha que a shauna é hétero mds, sdds da época que yellowjackets era chamado de série das canibais lésbicas”. O gin cítrico forte é a base: direto ao ponto, sem paciência pra fanfic mal escrita de fandom, como quando você manda as pessoas voltarem pro AO3 ao defender o Mike Wheeler “todo mundo que falar um a do meu menino mike wheeler vai circulando e voltando para suas fanfics do ao3”. O licor de frutas vermelhas traz o lado romântico, obcecado e dramático dos ships, de jackieshauna a Elmax e Mileven, cheio de choro e teclado travado de tanto emoji “meus amores todinho 😭😭”. O bitter de cacau representa o humor ácido, o ranço com bylers e a sua indignação constante com decisões de roteiro e fandom “o queerbait inexistente pq em nenhum momento o mike foi recíproco vcs que quiseram acreditar nas suas fanfics”. A espuma leve de maracujá é o toque de vulnerabilidade e exaustão existencial por trás de toda a bravata, lembrando seu recap do ano inteiro querendo sumir “2025 year recap jan wanted to kms [...] dec wanted to kms”. Por fim, o glitter comestível roxo é o fandom brilhando por cima do caos: fanfics, skins no Fortnite, comfort characters mortos e a certeza absoluta de que você “nasceu deles” “nasci deles”.

Sua Casa de Hogwarts
A principal característica que aparece repetidamente é a forma combativa e estratégica com que ela defende os próprios gostos e pessoas, mesmo comprando briga com fandoms inteiros. Ela traça linhas bem claras de inimizade e lealdade, como quando diz que quem xingar a amiga será seu inimigo automático: “todos que xingarem a @ctcwbefray serão automaticamente meus inimigos, ela é minha filha amada e querida e vcs todos são monstros horríveis”. Também demonstra forte instinto de autopreservação emocional e uma visão bem amarga do ano, mas ainda assim em tom de ironia e resistência, em vez de vulnerabilidade aberta: “2025 year recap jan wanted to kms [...] dec wanted to kms”. A postura dela em fandom é de guerra e estratégia, não de conciliação: vive atacando o ship que não gosta e se orgulha disso, como em “imagina achar que só hétero tá feliz com isso quando vcs infernizaram a comunidade inteira, inclusive fandom de outras séries com o yaoislop de vcs” e em “eu não consigo ter o menor respeito por esse ship quando eu vejo essas manas atacando o mike a troco de nada [...]”. Além disso, ela exibe um senso forte de ambição e nicho próprio, assumindo sua obsessão e sua "marca" de conteúdo, como em “meu niche” e em “hey guys! i made this account just for my fanfics [...] vou ser mais presente e manter os updates mais claros”. Essa união de lealdade feroz aos seus, agressividade estratégica contra o que considera errado e construção consciente de identidade e espaço dentro do fandom é muito mais típica de uma Slytherin do que de qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música Anti-Hero combina bem com o jeito autodepreciativo e dramático da Mari, que vive rindo da própria desgraça e cansaço com a vida, como quando posta o recap do ano dizendo que em todos os meses “wanted to kms” em “2025 year recap jan wanted to kms…”. A letra sobre ser o próprio pior inimigo e se sentir constantemente julgada dialoga com ela se achando ridícula ao rever coisas antigas, tipo em “achei esse tweet meu que vontade de me mataaaaar”. Ao mesmo tempo, ela é hiperpassional com as coisas que ama (especialmente personagens problemáticas), como mostra em “todos que xingarem a @ctcwbefray serão automaticamente meus inimigos, ela é minha filha amada…” e em toda a defesa intensa da Shauna e do Mike. Anti-Hero fala de alguém caótico, exagerado, emocionalmente intenso e muito online, exatamente o tom das threads de fandom dela, como em “imagina achar que só hétero tá feliz com isso quando vcs infernizaram a comunidade inteira…”. A mistura de humor, dor emocional e autoanálise irônica que a música traz reflete bem a forma como ela fala da própria vida e dos personagens que projeta nela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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fr0zenjackie
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