
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de psicologia, ciência política e um olhar crítico sobre produção de saber coloca essa pessoa muito perto da Lisa: ela se descreve como psicóloga e cientista política em “Quando lembro que sou psicóloga e cientista política fico tão feliz” e reclama do cientificismo vazio em “eu não aguento esses papinhos cientificistas”. Assim como a Lisa, ela questiona estruturas de poder e quem controla o conhecimento em “incrível q toda da vez que novos sujeitos entram na produção do saber, o velho centro chama isso de ‘falta de rigor científico'...”. Há também o lado engajado e reflexivo sobre clínica e diagnóstico em “I just published O QUE O DIAGNÓSTICO ESCONDE?”, muito Lisa defendendo uma ética do cuidado. Ao mesmo tempo, ela é sensível, meio irônica e dramática com a própria vida, como em “porra eu não aguento mais trabalhar pra ganhar nem se quer um salário” e “essas últimas semanas tão me atropelando. Minha vontade é de sumir”, ecoando o jeito da Lisa de sentir o peso do mundo, mas seguir estudando, militando e se implicando. A mistura de intelectualidade, sensibilidade artística (🎨🎮📚), humor e certa sensação de isolamento em “acho que o pior de tudo é tu se ver sozinha” fecha bem o paralelo com a personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais voltados para o mundo interno do que para a vida social de vitrine, falando muito de pensamentos e sentimentos próprios, solidão e sobre como se sentem deslocados, como em “acho que o pior de tudo é tu se ver sozinha” e “é marina sena, eu preciso de amigos”, o que sugere I. A forma como se encantam com estética, arte e símbolos – por exemplo em “muito me pega essa peformce do bad bunny.... uma esteticização, tudo tão performatico...” e “até hoje eu acho muito foda essa estética” – além de reflexões sobre produção de saber e ciência em “incrível q toda da vez que novos sujeitos entram na produção do saber, o velho centro chama isso de ‘falta de rigor científico’...”, aponta fortemente para N. A ênfase em valores, injustiças e empatia – criticando discursos cientificistas em “eu não aguento esses papinhos cientificistas” e celebrando reconhecimentos pessoais em “Quando lembro que sou psicóloga e cientista política fico tão feliz” – indica preferência pelo F, com decisões muito guiadas por valores e afetos. A vida deles parece relativamente caótica, com queixas sobre burocracia e prazos como em “porra eu não aguento mais trabalhar pra ganhar nem se quer um salário” e “a pior coisa que fiz foi pedir o a isenção do CRP pqp QUE DEMORAAAAAAAAAAAA”, e escolhas impulsivas, tipo “pensando em fazer um mullet short bem lindo”, o que é mais típico de P do que de um estilo altamente planejado. O conjunto – introspecção, foco em sentimentos e ética, interesse por arte e teoria, e jeito mais espontâneo – casa melhor com o perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicóloga recém-CRP, cientista política de Olinda, viciada em BBB e Blade. Já fui pega transando pela sogra, hoje só analiso comportamentos.– @fuckgIoryy

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida segura a base desse drink, como quem diz “importante é viver gente” em meio ao caos de estágios, boletos e trabalho (“porra eu não aguento mais trabalhar pra ganhar nem se quer um salário”, “Graça a Deus terminando esses estágios 😭😭”). O xarope de jabuticaba com pimenta é a mistura de fofoca, ranço e paixão nordestina, ecoando o deboche de quem diz “tenho pavor de gente idiota” e ainda assim se emociona com um vídeo bobo (“ai ja gaitei tanto com esse video, mt bom”). O limão cravo traz a acidez de quem critica diagnóstico, cientificismo e biografias egoicas (“O QUE O DIAGNÓSTICO ESCONDE?”, “eu não aguento esses papinhos cientificistas”, “como vcs gostaram daquela biografia egoica que é retratos fantasmas”). A espuma de água de coco com gengibre é a parte sensível, gamer-fofa-artista, que faz animação pra namorada e joga Magic e RPG (“fiz uma animação bem simples pro aniversário de namoro”, “muita saudades de jogar um rpg de mesa num sábado à tarde”, “voltei a jogar magic pqp”). O bitter de café fecha com a insônia militante de psicóloga e cientista política, que pensa grupo de estudos, CRP, disforia de gênero e suicídio com humor agridoce (“Quando lembro que sou psicóloga e cientista política fico tão feliz”, “pensando em criar um grupo de estudos”, “mt bom perceber q nunca foi confusão e sempre disforia de gênero”, “por não querer sucd*o irei voltar a correr 👍🏻”). É forte, doce-amargo e um pouco performático – como uma análise do Bad Bunny em mesa de bar (“muito me pega essa peformce do bad bunny.... uma esteticização, tudo tão performatico...”).

Sua Casa de Hogwarts
O perfil mostra alguém claramente intelectualizada, curiosa e ligada à produção de conhecimento crítico, o que é bem típico da Corvinal. Ela é psicóloga e cientista política e se orgulha disso, como em “Quando lembro que sou psicóloga e cientista política fico tão feliz”, além de pensar sobre quem produz saber e o que é chamado de rigor científico em “incrível q toda da vez que novos sujeitos entram na produção do saber, o velho centro chama isso de ‘falta de rigor científico'...”. Demonstra também amor por leitura e teoria, querendo ler obras específicas como “queria ler o corpo lésbico mas n achei um pdf bom” e defendendo escolhas teóricas em “mas o livro do galeano é necessário para esse começo, não entendo a critica”. Além disso, publica textos próprios e ensaísticos, como em “I just published O que nos incomoda em Clarice” e “I just published O QUE O DIAGNÓSTICO ESCONDE?”, reforçando a combinação de reflexão, escrita e análise. Até o desejo de criar um “grupo de estudos” mostra prazer em estudar e discutir ideias, o que é um traço clássico da casa.

Seu filme

Sua música
A canção Todo Homem combina a sensibilidade, a introspecção e a afetividade que atravessam o jeito como elx fala de si, da profissão e dos afetos. Há um carinho explícito pela namorada e por pequenas delicadezas, como em “fico tão feliz de ter alguém que ama as coisas bobas que faço 🥺 fiz uma animação bem simples pro aniversário de namoro e a forma como ela reagiu pra mim foi a melhor coisa” e em “esse friozinho pede meu amor do meu ladinho e eu pertubando a mente dela”, que dialoga com o tom doce e íntimo da música. Ao mesmo tempo, há um percurso de formação, cuidado e questionamento, como em “Quando lembro que sou psicóloga e cientista política fico tão feliz” e na crítica à forma tradicional de produzir saber em “incrível q toda da vez que novos sujeitos entram na produção do saber, o velho centro chama isso de ‘falta de rigor científico’”, que ressoa com a delicadeza política da letra. A música também combina com o humor meio caótico e vulnerável de tweets como “essas últimas semanas tão me atropelando. Minha vontade é de sumir” e “por não querer sucd*o irei voltar a correr 👍🏻”, pois fala de amar e existir apesar das dores. No geral, Todo Homem traduz bem essa mistura de amor, vulnerabilidade, militância afetiva e autoironia que aparece no perfil.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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fuckgIoryy
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