
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária parece se encaixar melhor na Lisa Simpson: estudiosa, ansiosa com o futuro acadêmico e muito conectada com questões sociais e históricas. Ela vive falando de prova, vestibular e métodos de estudo, como quando pergunta sobre revisões com Anki em “Vocês revisam só pelo anki ou usam outras formas?” e sobre conciliar faculdade integral com estudos em “decidi uma coisa mt louca, vou entrar em uma faculdade integral enquanto estudo pro vestibular da UERJ”. Assim como a Lisa, ela é apaixonada por conhecimento e humanidades, deixando claro em tweets como “viciada em história, livros e rap.” e “O meu coração gritaria tanto se eu fizesse História, pena que é tão desvalorizada tadinha...”. Também demonstra forte senso crítico político e histórico, por exemplo em “Quem defende a ditadura militar é um ser TÃO, TÃO ruim...”, algo muito característico da Lisa. Além disso, ela é introspectiva, autocrítica e vive se questionando sobre propósito e escolha de curso, como em “Quando você nao sabe se estuda mais 1 ano pra passar no curso que você QUER...”, o que combina com a eterna crise existencial e idealismo da personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela passa muito tempo em reflexões internas sobre futuro, faculdade e emoções, o que sugere introversão. Em vez de falar de baladas constantes, ela comenta inseguranças, estudos e crises, como em “Nem sei mais se estudo pra UERJ ano que vem...” e “quando você paralisa sem conseguir estudar por dias mesmo querendo e tentando”, indicando foco em seu mundo interno. A preferência por intuição aparece na fascinação por história, política e grandes temas abstratos (ditadura, corrupção), por exemplo em “Até que enfim eu vou poder História só por gostar. Vou maratonar muitos vídeos de coisas aleatórias da ditadura militar...” e na curiosidade conceitual de “Acabei de descobrir como surgiu a expressão 'lavar dinheiro' e é bem legal”. Ela reage às situações com forte carga emocional e valores pessoais, priorizando o que ama (psicologia, história) mesmo temendo baixa remuneração, como em “a que eu mais me interessei é uma com muita chance de ficar pobre p sempre”, o que aponta para feeling acima de critérios puramente lógicos. Ao mesmo tempo, mostra idealismo vocacional e preocupação com sentido de vida, como em “O meu coração gritaria tanto se eu fizesse História, pena que é tão desvalorizada tadinha...” e “Eu QUERO ENTRAR NA FACULDADE DE PSICOLOGIAAAAAAaa”. Por fim, ela é organizada com metas de estudo, mas vive em dúvidas, mudanças de planos e improvisos (considerando diversos cursos, UERJ vs ENEM vs Prouni), como se vê em “Quando você tá no 3° dia de Sisu e já viu todos os cursos possíveis mas não se decidiu” e “cheguei ao ponto que já pensei sobre todas as faculdades do mundo e não decidi 1”, o que se alinha mais ao P (perceiving) do que ao J extremamente definido. Assim, o conjunto sugere fortemente um perfil INFP: introspectiva, idealista, guiada por valores pessoais e ainda tateando caminhos de forma flexível e emocional.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Entre UERJ, Prouni e indecisão: quase psicóloga, quase historiadora. Já subi redação de 10 pra 16 na revisão e sigo tentando sobreviver ao vestibular.– @gablyszz

Seu coquetel exclusivo
O gin de frutas vermelhas simboliza a paixão intensa por psicologia e humanas, aquela obsessão confessada em “EU QUERO ENTRAR NA FACULDADE DE PSICOLOGIAAAAAAaa” e o amor por história em “viciada em história, livros e rap.”. O licor de café representa as madrugadas de estudo, revisões no Anki e o drama do SISU, como em “não ironicamente eu tô ficando maluca com isso de faculdade e sisu” e “Como vocês se motivam para estudar todos os dias por mais 1 ano em casa”. O xarope de rapadura traz doçura densa e brasileira, lembrando o carinho pelos livros nacionais e autoras como em “Amo a escrita da Lygia Fagundes, incrível demais” e o gosto por história do Brasil em “vou maratonar muitos vídeos de coisas aleatórias da ditadura militar”. O suco de limão-siciliano adiciona a acidez da ansiedade, das crises de escolha entre cursos e entre pública x particular, como em “Quando você nao sabe se estuda mais 1 ano pra passar no curso que você QUER, se bota outro só pra fazer algo” e “rs, a dúvida entre pública X particular tá consumindo todos os meus pensamentos”. Por fim, a espuma leve de água tônica é o gás irônico e a forma de rir da própria desgraça, presente em “Não passei na UERJ 😻😻 Fiquei MUITO abaixo 😻☠️☠️☠️” e na coragem de tentar de novo em “decidi uma coisa mt louca, vou entrar em uma faculdade integral enquanto estudo pro vestibular da UERJ”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra uma curiosidade intelectual muito forte e um prazer genuíno em aprender, típico de Corvinal. Isso aparece quando fala de estudar por conta própria temas de História por puro interesse, como em “Até que enfim eu vou poder História só por gostar. Vou maratonar muitos vídeos de coisas aleatórias da ditadura militar tipo o Atentado ao Riocentro nessas férias” e em “Dá até um prazer ao começar um livro desses”. Ela também se preocupa com técnicas de estudo e ferramentas cognitivas, como revisar com Anki e buscar formas mais eficientes de aprender, em “Vocês revisam só pelo anki ou usam outras formas?” e “Aparentemente vou ter que começar a usar o Anki ano que vem”, o que mostra mentalidade analítica. O interesse por idiomas reforça esse traço, mesmo achando difícil, em “Aprender mais de 2 idiomas deve ser tão complicado, tô tentando aprender o inglês me confundindo mttttt com o italiano” e “Em dezembro eu volto a estudar italiano, fds”. Além disso, ela gosta de refletir e problematizar questões sociais e políticas, como em “Quem defende a ditadura militar é um ser TÃO, TÃO ruim... ler essas páginas dá uma tristeza no coração”, mostrando pensamento crítico. Esses padrões de curiosidade, amor pelo conhecimento e reflexão constante combinam mais com Corvinal do que com as outras casas.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina bem com a Gaby é “Try”, da Pink, porque fala sobre continuar tentando mesmo depois de frustrações e quedas — algo muito presente no percurso dela com vestibular e faculdade. Ela vive esse ciclo de insistir nos estudos, mesmo exausta e desanimada, como quando comenta sobre a dificuldade de seguir estudando e se motivar, por exemplo em “Como vocês se motivam para estudar todos os dias por mais 1 ano em casa sem ter a motivação diária de estudantes do off” e “To sem coragem de começar a voltar a estudar”. A letra de Try fala de se machucar, se decepcionar e ainda assim continuar, o que dialoga com tweets como “a sensação de inutilidade após não passar (mesmo já sabendo que não ia) é tão desoladora” e “Não passei na UERJ 😻😻 Fiquei MUITO abaixo 😻☠️☠️☠️”. Apesar do cansaço e da ansiedade, ela segue planejando novos caminhos — terapia ocupacional, psicologia, outros cursos — como em “decidi uma coisa mt louca, vou entrar em uma faculdade integral enquanto estudo pro vestibular da UERJ”, o que se encaixa no refrão da música: continuar tentando, mesmo ferida. Ao mesmo tempo, Try tem um tom vulnerável e intenso que combina com o lado emocional dela, que fala de dependência emocional e da necessidade de terapia em tweets como “Eu tô precisando é de terapia, a instabilidade emocional proporcionada por vestibular e decisão de faculdade vai me deixar louca”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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gablyszz
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