
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O jeito do Gabriel lembra muito o Bart Simpson: sarcástico, zoeiro e sempre comentando cultura pop com deboche. Ele vive reclamando de coisas com humor, tipo quando fala da discussão de dublado vs legendado em “já começaram com a discussão imbecil de dublado vs legendado, realmente da pra saber que ninguém nesse site maldito tem uma louça na pia pra lavar”, o que é bem espírito Bart de tirar sarro de todo mundo. Ao mesmo tempo, ele é apaixonado por filmes, HQs e games, fazendo comentários empolgados e meio caóticos, como em “EU PASSEI NA RECUPERAÇÃO DE MATEMÁTICA PORRA, SE ESSA NÃO É A PROVA DE QUE DEUS EXISTE EU NÃO SEI QUAL É”, que lembra o jeito exagerado e dramático do Bart reagindo à escola. O humor dele é bem de adolescente/ jovem fanboy, com caps lock, xingamento carinhoso e ironia, como em “Na moral o japonês desgraçado que fez essa porra pra pegar o canhão da armadura tem lugar reservado no colo do capeta”. No geral, ele parece menos certinho e racional (Lisa) e muito mais o agente do caos engraçado que transforma qualquer situação em piada, exatamente como o Bart.

Seu tipo de personalidade MBTI
A primeira letra tende a E porque ele interage o tempo todo com o “site maldito”, comemorando até ratio e exposição pública, como em “Nunca fui tão feliz de tomar tanto ratio”, e comemorando em caps lock com um tom bem performático em “EU PASSEI NA RECUPERAÇÃO DE MATEMÁTICA PORRA…”. Em termos de N, ele vive fazendo associações criativas, referências e hipóteses exageradas, como o filme imaginário do cachorro Jobim com Gianecchini e Jorge Furtado em “Se nos anos 2000 a gente tivesse feito um filme sobre um cachorro chamado Jobim…”, ou a piada meta sobre Obama parecer nome inventado por George Lucas em “O pior é que Barak Obama parece um nome que o George Lucas inventaria”. O eixo T aparece na forma como ele discute mídia e fandom com distanciamento lógico e crítica ácida, por exemplo quando desqualifica a discussão “dublado vs legendado” como “imbecil” ou quando questiona racionalmente a relevância da sexualidade do Doom Guy em “Na moral alguém se importa, tipo, pra caralho com a sexualidade do Doom Guy?… pq o Doom Guy?”. A preferência por P aparece na espontaneidade e caos: ele admite “exagerei um pouquinho” em um projeto em “Acho que exagerei um pouquinho”, volta a fazer “abominação audiovisual” sem planejamento em “Depois de 3 anos eu decidi voltar e fazer mais uma abominação audiovisual…”, e reage impulsivamente com explosões de humor como “VAI SE FUDER ACADEMIA, VAI SE FUDER A24…”. Esse conjunto de extroversão brincalhona, criatividade associativa, argumentação crítica e estilo improvisado bate bem com o perfil ENTP: o debatedor debochado que gosta de testar ideias, fazer piada com tudo e cutucar discussões culturais por diversão.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cinéfilo que passou em recuperação de matemática e nunca superou Back to the Future. Entre quadrinhos, Transformers e piadas ruins, sigo tentando ser adulto.– @GabrielIzac3

Seu coquetel exclusivo
Esse drink nasce em Contagem, MG, então a base tinha que ser cachaça mineira envelhecida, representando o mineiro que passa o dia xingando filme ruim e ainda assim brinda a vida, como em 'Talvez nem seja tão ruim assim mas eu odeio muito esse filme'. O licor de laranja entra doce e ácido, igual o humor caótico de quem solta pérolas sobre política pop e cinema, tipo 'VAI SE FUDER ACADEMIA, VAI SE FUDER A24, VAI SE FUDER TODO MUNDO'. O xarope de polvilho doce, feito com biscoito de polvilho infusionado, é homenagem direta ao episódio existencial de lanche e odontologia improvisada em 'Tava comendo um biscoito de polvilho despreocupadamente e acho que no processo eu COMI o meu dente de leite'. O suco de limão siciliano traz a acidez necessária pra equilibrar o ranço com debates inúteis de internet, como em 'já começaram com a discussão imbecil de dublado vs legendado'. Por cima, uma espuma leve de gengibre simboliza a criatividade audiovisual e o amor eterno por clássicos nerds, coroando o drink com a mesma devoção de 'Ainda é o melhor filme de todos os tempos (...) Back to the Future'.

Sua Casa de Hogwarts
O padrão mais forte na timeline do Gabriel é o de alguém muito cerebral, analítico e criativo, típico de Ravenclaw. Ele pensa cinema e cultura pop com certa profundidade e critérios próprios, como quando faz uma defesa apaixonada de Back to the Future e crava que sua opinião é imutável, deixando claro que estruturou bem o que pensa: “Ainda é o melhor filme de todos os tempos (Minha opinião sobre esse filme é imutável, então nem adianta discutir :))”. Ele também demonstra senso crítico e gosto por discutir ideias, por exemplo quando ironiza debates vazios como o de dublado vs legendado e aponta que falta coisa útil pra fazer: “mal chegamos em fevereiro e já começaram com a discussão imbecil de dublado vs legendado, realmente da pra saber que ninguém nesse site maldito tem uma louça na pia pra lavar”. A criatividade e o gosto por experimentação aparecem quando ele volta a produzir vídeo mesmo chamando a própria obra de "abominação audiovisual", o que mostra autoironia, mas também vontade de criar: “Depois de 3 anos eu decidi voltar e fazer mais uma abominação audiovisual pra o deleite de ninguém, vem dar uma conferida aí pls”. Além disso, o humor recheado de referências (Transformers, quadrinhos, cinema, games) revela um tipo de curiosidade e repertório cultural bem típico de Ravenclaw, mais focado em ideias e comentários espertos do que em liderança (Slytherin), bravura impulsiva (Gryffindor) ou foco em comunidade e acolhimento (Hufflepuff).

Seu filme

Sua música
A música Tempo Perdido combina bem com o jeito irônico, nostálgico e meio existencial do Gabriel, que vive entre humor e desabafo. Ele claramente ama cultura pop e vive intensamente seus filmes, séries e gibis, como quando declara que “Ainda é o melhor filme de todos os tempos (Minha opinião sobre esse filme é imutável, então nem adianta discutir :))” e quando revisita os primeiros quadrinhos que leu em “Primeiros 4 gibis que eu lembro de ler Eu tenho umas suspeitas de que eu gosto do Homem Aranha”. O jeito como ele vive comemorando e reclamando com a mesma intensidade lembra a ambivalência da música, tipo quando grita “EU PASSEI NA RECUPERAÇÃO DE MATEMÁTICA PORRA, SE ESSA NÃO É A PROVA DE QUE DEUS EXISTE EU NÃO SEI QUAL É” e também quando solta um seco “😐”. Ele tem um humor muito brasileiro, ácido, mas carinhoso com o que gosta, como em “Na moral alguém se importa, tipo, pra caralho com a sexualidade do Doom Guy?”, o que conversa com o tom de reflexão irônica sobre a vida típico das letras da Legião. No fim, é alguém que vive o presente com uma mistura de nostalgia geek, revolta divertida e afeto pelas pequenas vitórias do dia a dia — exatamente o espírito de Tempo Perdido.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 15 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
GabrielIzac3
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom