
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Aigor lembra muito a Lisa Simpson: é emocionalmente intenso, inteligente e envolvido com política e justiça social. Ele comenta de forma crítica sobre fake news e política, como em "Ai pqp nunca vi gente burra desse jeito, 2 minutos de pesquisa no Google e já vê que é fake news" e em "Tô quase desbloqueando meu tio... pra ele sacar que eu sou de esquerda e parar de me mandar reels falando do Bolsonaro", o que lembra o jeito militante e politizado da Lisa. Também mostra consciência social e memória afetiva dolorosa sobre a pandemia em "Gente 2022 o covid ainda tava caótico tá, tanto que foi nesse ano que minha mãe morreu por causa dessa bosta", algo que combina com a profundidade emocional dela. Ao mesmo tempo, é muito fã de cultura pop e meio nerd, obcecado com Percy Jackson, Star Wars e séries, como em "EU NÃO QUERO ESPERAR PRA VER A PRÓXIMA TEMPORADA DE PERCY JACKSON, EU QUERO ASSISTIR AGORAAAAAAAAAAAAA", o que ecoa a veia geek da Lisa. Por fim, a forma como ele se vê como o amigo que milita – "Não ironicamente eu amo ser o amigo que milita, é muito engraçado" – é praticamente a definição da Lisa em qualquer rolê.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem bem extrovertidos (E): falam o tempo todo de amigos, festa de formatura e interação social, com bastante energia expressiva e desabafo público, como em “Ai pqp nunca vi gente burra desse jeito, 2 minutos de pesquisa no Google e já vê que é fake news” e “Ai fiquei muito boiolinha com meus amigos do segundo ano me mandando mensagem vei”. Mostram forte inclinação para Intuição (N): são obcecados por universos fictícios e personagens (Star Wars, Percy Jackson, séries, RDR2), interpretam comportamento e subtexto, como em “Gente pra mim a Thalia gostava de mulher” e “Eu queria muito entender de onde algumas pessoas tiraram que o Sebastian Stan parece com o Mark Hamill”. A preferência por Sentimento (F) aparece nos desabafos emocionais e na forma de se posicionar eticamente, por exemplo ao militar politicamente e sobre representatividade: “Não ironicamente eu amo ser o amigo que milita, é muito engraçado” e “Ai quer saber? Eu quero que a Annabeth loira se foda, ela com a aparência da Leah fica MUITO melhor viu. Nojo de gente assim”. Quanto a P (Perceiving), eles transmitem improviso, ansiedade com prazos e pouca rigidez com planejamento: reclamam de notas que demoram, pendrive perdido, decisões de faculdade em cima da hora e esperas de episódios, como em “Minha ansiedade enchendo o saco por 0,3 pqp [...]” e “Ainda não sei se vou, vou decidir com a minha família amanhã, mas ainda assim tô muito feliz”. No conjunto, o perfil mais compatível é ENFP: expansivo, emocionalmente intenso, muito ligado a causas, cultura pop e relações, e com vida um pouco caótica, mas cheia de paixão.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Quase 18, órfão do IF e calouro de Direito que vive entre Percy Jackson, Star Wars e academia. Meu pai compra mochila, eu compro briga com fake news.– @Gambagum

Seu coquetel exclusivo
A cachaça com pimenta é o chute na porta da maioridade, porque quem escreve coisas como “Eu literalmente só tenho mais um mês sendo menor de idade e tô me cagando de medo” e “ÚLTIMO DIA NAQUELA BOSTA FINALMENTEEEEEEE” claramente vive tudo no modo turbo. O licor de chocolate amargo é a parte doce e dolorida ao mesmo tempo, tipo falar de pandemia e da mãe em “Gente 2022 o covid ainda tava caótico tá, tanto que foi nesse ano que minha mãe morreu por causa dessa bosta” e ainda assim seguir em frente. O maracujá entra pra equilibrar a ansiedade caótica de quem pede pra Deus nota em química em “Deus por favor faz vir um 8 nesse seminário” e surta com Netflix em “SE MATA NETFLIX EU QUERO TERMINAR A QUARTA TEMPORADA AGORAAAAAAAAAAA”. A espuma de limão siciliano é o lado ácido e militante, aquele toque que responde homofóbico sem dó em “Puta que pariu, moleque chato da porra, para de pedir pra me seguir seu arrombado cê é homofóbico” e defende casting de Percy Jackson em “Eu quero que a Annabeth loira se foda, ela com a aparência da Leah fica MUITO melhor viu”. Os cubos de gelo de chá preto representam a resistência de quem atravessou IF, Enem, faculdade e ainda consegue amar Star Wars e Wagner Moura, como em “Vivo em função de Star Wars” e “WAGNER MOURA GOLDEN GLOBE WINNER PORRAAAAAAAAAAAAAA”, mantendo tudo forte, intenso e dramático até o último gole.

Sua Casa de Hogwarts
Aigor transborda traços de Gryffindor: ele é extremamente impulsivo e intenso nas reações, como em “SE MATA NETFLIX EU QUERO TERMINAR A QUARTA TEMPORADA AGORAAAAAAAAAAA” e “QUE CALOR DESGRAÇADO EU PREFIRO ME MATAR DO QUE PASSAR POR ISSO”, mostrando um jeito dramático e sem filtro muito típico da casa dos leões. Ele também demonstra coragem em se posicionar politicamente e contra preconceito, por exemplo ao falar do tio bolsonarista em “Tô quase desbloqueando meu tio dos meus stories do instagram pra ele sacar que eu sou de esquerda e parar de me mandar reels falando do Bolsonaro” e ao mandar um recado direto pro colega homofóbico em “para de pedir pra me seguir seu arrombado cê é homofóbico”. Há também um forte senso de justiça e militância explícita em “Não ironicamente eu amo ser o amigo que milita, é muito engraçado” e na defesa da Leah/Annabeth em “Eu quero que a Annabeth loira se foda, ela com a aparência da Leah fica MUITO melhor viu. Nojo de gente assim”, que mostram que ele gosta de peitar o que considera errado. Mesmo em momentos de vulnerabilidade pesada, como “Eu genuinamente prefiro me matar do que passar mais um ano aqui”, ele continua enfrentando provas, vestibular e burocracias, comemorando vitórias em “GEBTE PASSEI NA PUC” e “PASSEI EM QUÍMICA CARALHOOOO”, o que reforça essa coragem teimosa típica de Gryffindor. Embora tenha traços de Hufflepuff (apego aos amigos em “fiquei muito boiolinha com meus amigos do segundo ano me mandando mensagem vei”) e um pouco de ambição acadêmica, o que mais sobressai é a combinação de bravura, confrontação e impulsividade emocional – o pacote clássico de um grifinório.

Seu filme

Sua música
A música Vienna fala sobre crescer com pressa, ansiedade sobre o futuro e a necessidade de desacelerar — exatamente o clima de alguém que diz “Eu literalmente só tenho mais um mês sendo menor de idade e tô me cagando de medo” e “Exatamente 2 semanas pra fazer 18 anos”. Ele vive um turbilhão de transições: fim do ensino médio (“ÚLTIMO DIA NAQUELA BOSTA FINALMENTEEEEEEE”), entrar na faculdade (“GEBTE PASSEI NA PUC”, “Ainda tô meio gag de la gag de ter entrado na faculdade”) e tirar título de eleitor (“Depois mil anos enrolando fiz a requisição pra tirar o título de eleitor”). Ao mesmo tempo, lida com cobranças e frustrações que combinam com o tom melancólico da letra, como a família e o luto (“foi nesse ano que minha mãe morreu por causa dessa bosta”) e o peso da escola (“Eu genuinamente prefiro me matar do que passar mais um ano aqui”). A forma como ele mistura humor, drama e ansiedade — reclamando de streaming, política, calor, notas e, ao mesmo tempo, surtando com Percy Jackson e Star Wars — ecoa o conselho central de Vienna: você está correndo demais, a vida é longa e ainda tem muita coisa pela frente. Viena, na música, é esse lugar simbólico onde as coisas se encaixam com o tempo, algo que conversa muito com alguém no meio de tantas mudanças e descobertas pessoais.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Gambagum
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