
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson: uma nerd cansada, queer-coded, politicamente engajada e que vive equilibrando estudo, militância e mil interesses de fandom. A conta fala muito de faculdade, provas e grupo de trabalho, com um humor de estudante estressado, como em “As vezes tudo que dá para fazer é sobreviver a faculdade e tipo, tudo bem né” e “Opinião impopular (???!!?) Se ninguém se dispõe a fazer o trabalho e uma pessoa preocupada vai lá e faz tudo…”, bem o tipo de responsabilidade precoce que a Lisa teria. Ao mesmo tempo, a pessoa é claramente envolvida com pautas de gênero e trans, como mostra o bio “I’m probably nonbinary” e tweets como “Coisa mais linda ver professor de faculdade negando a visão tradicional de homem e mulher… Além dos goats que realmente respeitam pessoas trans e identidade de gênero” e “Se tudo der certo, quinta bora aderir ao protesto por direitos trans da faculdade”, o que combina com o lado ativista da Lisa. O jeito de misturar mídia, arte e cultura pop com pensamento crítico — falando de Nana, Deltarune, Castlevania, ginástica artística, K-pop e mangás sobre gênero, como em “Não leiam um mangá inteiro sobre gênero e relacionamento a uma da manhã Pode causar gatilho” — lembra muito a curiosidade intelectual dela aplicada a tudo. Mesmo lidando com exaustão física e mental, como em “maluquice como problemas físicos e psicológicos realmente afetam nossa disposição”, a conta mantém um humor autoirônico e carinhoso com outras pessoas queer e fãs, o que também é bem Lisa quando ela tenta cuidar de todo mundo enquanto lida com as próprias crises.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais voltados para o mundo interno do que para socializar o tempo todo: falam muito de animes, jogos e ships de forma quase intimista, como em “Nana é tão bom, queria q mulheres queers fossem reais” e “As vezes tudo que dá para fazer é sobreviver a faculdade e tipo, tudo bem né”, o que sugere I em vez de E. A ênfase em referências, possibilidades e leituras subjetivas de mídia – por exemplo, imaginar Link e Zelda como trans ou não binários em “Preciso muito de um link ftm e uma Zelda mtf Ou OS DOIS NÃO BINÁRIOS aí seria peak cinema” – indica preferência por N em vez de foco em detalhes concretos. Na dimensão T/F, há forte orientação para valores pessoais, empatia e justiça nas relações, como na defesa de pessoas trans e diversidade de gênero em “professor de faculdade negando a visão tradicional de homem e mulher... Além dos goats que realmente respeitam pessoas trans e identidade de gênero” e na frustração com dinâmica injusta de trabalho em grupo em “Opinião impopular (...) se ninguém se dispõe a fazer o trabalho e uma pessoa preocupada vai lá e faz tudo, não tem cabimento os outros brigarem...”, o que aponta para F. Já entre J/P, há muitos sinais de procrastinação, improviso e vida acadêmica caótica – “Eu tô me tornando a maior procrastinadora possível (...) Eu estou estudando UMA HORA ANTES”, “Chegando em casa vou estudar!! O estudo:” – o que sugere P. Somando esses traços – introspectivo, idealista, guiado por valores e espontâneo – o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Estudante em sobrevivência acadêmica, fã de Nana, Deltarune e esportes. Já perdi prova vendo ginástica artística e não me arrependo.– @gasolina_putz

Seu coquetel exclusivo
Um drink meio espacial, meio estudante exauste, porque você vive entre a faculdade e o multiverso de fandoms – de “NANA é tão bom, queria q mulheres queers fossem reais” a “Deltarune em todo canto, toby fox come to Brasil”. O gin cítrico é a base forte da sobrevivência universitária, lembrando seu desabafo em “As vezes tudo que dá para fazer é sobreviver a faculdade e tipo, tudo bem né”. O licor de violeta simboliza o espectro queer e o clima de mês dos gays, direto de “MÊS DOS GAYS” e do seu bio sobre ser provavelmente não binárie. O maracujá entra doce-azedo, igual ao drama romântico queer que você busca em NANA e em coisas como “Queria q mulheres queers fossem reais”. O club soda deixa tudo leve e gaseificado, com a mesma energia caótica dos seus surtos de fangirl em “PELOS BISSEXUAIS POLIGAMICOS EU DOU A VIDA”. A espuma de gengibre com glitter é o toque experimental e dramático, um final boss visual à altura de alguém que vive dizendo “Chegando em casa vou estudar!! O estudo:” e acaba mergulhando em animes, jogos e arte ao invés de abrir o PDF.

Sua Casa de Hogwarts
A timeline da @gasolina_putz gira muito em torno de curiosidade, análise e criatividade, que são marcas fortes de Ravenclaw. Ela demonstra interesse intelectual explícito em temas complexos como gênero e biologia, elogiando o professor que desmonta a visão binária simplista de sexo em sala de aula em “Coisa mais linda ver professor de faculdade negando a visão tradicional de homem e mulher pq biologicamente é algo muito variado (diante de síndromes, genética, etc)” e refletindo sobre ler um mangá inteiro sobre gênero e relacionamentos em “Não leiam um mangá inteiro sobre gênero e relacionamento a uma da manhã Pode causar gatilho”. Ela constantemente comenta e compara narrativas de animes e mangás, como quando analisa dinâmica de idade e romance em “Não aguento o anime querendo muito ela com o bonitão enquanto ela de 5 em 5 minutos lança que o gaoshun é muito atencioso ótimo marido e o melhor tipo de homem mas fico feliz que o anime entende que a diferença de idade é weird”, o que mostra pensamento crítico sobre mídia. Ao mesmo tempo, é extremamente criativa, falando de criar OCs diferentes em “Vontade de criar um oc diferente p casa um” e desenhando personagens em “Desenhei a menina mais bonitinha hj (awesome Twitter)”. A obsessão com detalhes de jogos, animes e referências (Castlevania, Nana, Deltarune, Golden Kamuy) e o humor rápido e autorreferente que aparece em vários posts sugerem uma mente curiosa e cheia de associações, muito mais alinhada a Ravenclaw do que à ambição de Slytherin ou ao heroísmo impulsivo de Gryffindor.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com @gasolina_putz é Tudo pra Dar, da Letrux, porque mistura caos emocional, humor e aquele jeito de seguir vivendo mesmo cansade. Eles falam direto sobre sobreviver à faculdade e à vida, tipo em “As vezes tudo que dá para fazer é sobreviver a faculdade e tipo, tudo bem né”, o que casa com a vibe de tentar funcionar no meio do colapso. A identidade de gênero em suspensão, mas presente, aparece no bio (“I’m probably nonbinary”) e em desejos tipo “Preciso muito de um link ftm e uma Zelda mtf Ou OS DOIS NÃO BINÁRIOS aí seria peak cinema”, ecoando a fluidez e o questionamento que a Letrux canta. Ao mesmo tempo, têm humor e autoironia sobre procrastinação e estudo, como em “Chegando em casa vou estudar!! O estudo:” e “Eu tô me tornando a maior procrastinadora possível Eu não estou estudando mais um dia antes Eu estou estudando UMA HORA ANTES”, que combinam com a narrativa de caos organizado da música. E mesmo quando falam de cansaço mental e físico, como em “maluquice como problemas físicos e psicológicos realmente afetam nossa disposição, fico em choque quando percebo”, ainda tem esse espírito de seguir, rir e se jogar em fandoms, ships e artes, exatamente a mistura agridoce que Tudo pra Dar traz.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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gasolina_putz
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