
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de erudição, neurose acadêmica e sensibilidade política aponta muito para a Lisa. Ele está sempre lendo e comentando clássicos e teoria, tipo quando fala de terminar a Eneida no trem (“terminando a eneida num trem pra central do brasil — barroco retirante latinista”) ou de binge-readar Moby Dick (“e agora é binge readar moby dick pq falta 300pg e tenho que acabar até quinta”), o que combina com o lado rato de biblioteca da Lisa. A vibe de bolsista fudido, autoconsciente e meio indignado com o mundo também lembra muito ela, como quando reclama do CNPq e do dinheiro evaporado (“fumei esse dinheiro sem me dar conta achando que a bolsa de janeiro ainda tava atrasada”) ou quando solta reflexões políticas debochadas (“acho que a esquerdalhada imunda precisa começar a tomar vergonha na cara”). Ao mesmo tempo, tem um lado muito afetivo e melancólico, assumindo sua própria sensibilidade como virtude (“encaro meu homossexualismo, assim como minha melancolia, como uma grande virtude”), que ecoa o jeito intenso e sentimental da Lisa. E, como ela, ele mistura alta cultura, meme e caos hormonal num fluxo só, indo de latim e história natural (“eu quero um cigarro, fazer noise e um mestrado em história natural”) a tweets extremamente sexuais e autoirônicos (“preciso chupar.rola”).

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser Extrovertidos (E): falam de vários dates (“dois dates que tive esses dias”), de amigos e encontros, e vivem reagindo a outros tweets com humor e exposição pessoal (“mandar essa pra um brother seguido da mensagem 'os cara que te comeram'”), além de compartilhar rotina e estados emocionais em público (“café da manhã foi um pacote de biscoito calipso… e agora deitado tomando um cafezinho”). A preferência por Intuição (N) aparece no interesse forte por literatura clássica e reflexão abstrata (“terminando a eneida num trem pra central do brasil — barroco retirante latinista”, “descobri o jeito certo de ler a odisseia (binge reading… delirando de calor)”) e em formulações metafóricas e políticas como “as vezes a gente precisa aceitar que é nossa vez de engravidar a cadela do fascismo”. O eixo Feeling (F) se nota na forma como tratam a sexualidade e a melancolia como valores pessoais (“encaro meu homossexualismo, assim como minha melancolia, como uma grande virtude”), na ênfase em afeto e desejo (“queria transar com ele”, “sou fã dessa carne, quem me conhece sabe”) e em declarações emocionais sobre perdão (“eu perdoo todos, eu sou só perdão”). Eles soam claramente Perceiving (P): há impulsividade financeira (“gastei mais dinheiro que eu não tinha”, “se eu não gastei no mínimo 200 reais a saída não valeu a pena”), planos meio caóticos e hedonistas (“final de noite e madrugada: goonadinha, terminar a Ilíada, assistir stras in my crown”) e um jeito improvisado de lidar com estudo e carreira (“o diabo fica na sua orelha: 'você deveria usar esse esforço pra aprender programação…'”). No conjunto, o mix de sociabilidade, ironia afetiva, interesse por ideias e clássicos, emotividade escancarada e vida desorganizada aponta com força para um perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Pesquisador de letras clássicas, latino de trem pra Central. Já terminei a Eneida em horário de pico e ainda acho que o Moby Dick podia ter outro final.– @genitivodoverbo

Seu coquetel exclusivo
O Negroni do Fascismo Grávido é forte, melodramático e um pouco debochado, igual ao autor de “encaro meu homossexualismo, assim como minha melancolia, como uma grande virtude”. A base de negroni clássico homenageia o sonho de beber bem e morrer cedo em “carrinho da amazon ... se sobrar dinheiro ~》tomar um negroni no FEL morrer antes de fevereiro”. O licor de café entra como o acadêmico fudido que binge‑lê clássicos em “terminando a eneida num trem pra central do brasil — barroco retirante latinista” e “e agora é binge readar moby dick pq falta 300pg”. A redução de vinho tinto com uva é o exagero hedonista do café da manhã com suco de uva em “café da manhã foi um pacote de biscoito calipso, dois contra a parmegiana, 500 ml de suco de uva”. O bitter de cacau representa a pobreza ressentida e auto‑irônica de “o cnpq pagou a bolsa ... fumei esse dinheiro sem me dar conta” e “pq ninguém tem pena de fodido”. O twist de laranja queimado é a parte incendiária e politicamente errada de “as vezes a gente precisa aceitar que é nossa vez de engravidar a cadela do fascismo”, fechando o drink com um aroma bonito e moral duvidosa.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um apego enorme ao estudo e ao saber pelo saber, algo muito característico de Corvinal: fala em "binge readar" clássicos como Moby Dick e a Eneida, e descreve com entusiasmo métodos específicos de leitura, como em “descobri o jeito certo de ler a odisseia (binge reading em dois dias tomando sol na cabeça numa rede à beira da piscina e delirando de calor)” e “terminando a eneida num trem pra central do brasil — barroco retirante latinista”. Também há um interesse explícito por história natural e formação acadêmica, como em “eu quero um cigarro, fazer noise e um mestrado em história natural”, além da preocupação com bolsa de pesquisa e estudos, em “o cnpq pagou a bolsa de janeiro [...] fumei esse dinheiro sem me dar conta achando que a bolsa de janeiro ainda tava atrasada”. Ele comenta com naturalidade temas de sinologia e cultura chinesa, sugerindo leitura prévia e certa erudição irônica, em “qualquer pessoa que já estudou um pouco de sinologia sabe disso, para os chineses tudo que não é trabalho é larp”. O humor dele é muito verbal, cheio de referências literárias e filosóficas, como em “Alas, poor Clavicular! I knew him, Horatio: a fellow of infinite jest...” e na forma como integra poesia e filosofia à vida cotidiana em “encaro meu homossexualismo, assim como minha melancolia, como uma grande virtude”. Ainda que exista um lado hedonista e caótico, o traço mais constante é a curiosidade intelectual, a leitura intensa de clássicos, e o prazer em pensar e formular piadas inteligentes, o que o alinha muito mais com Corvinal do que com as outras casas.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o @genitivodoverbo é Tudo Que Você Podia Ser, do Clube da Esquina, porque mistura sonho, melancolia e uma certa vocação para se perder bonito na vida. A bio já entrega um sujeito dilacerado por sonhos — “some dreams of humanity qui me dechirent plutôt qu’ils me consolent.” — e isso conversa diretamente com a tensão entre potencial e desencanto da música. Ele vive uma vida de errância intelectual-afetiva, terminando clássicos em trânsito (“terminando a eneida num trem pra central do brasil — barroco retirante latinista”, “e agora é binge readar moby dick pq falta 300pg”, “descobri o jeito certo de ler a odisseia (...) delirando de calor”), muito na chave de quem está sempre à beira de ser outra coisa. Ao mesmo tempo, há uma alegria meio fodida de pobre bolsista que fuma a própria bolsa (“fumei esse dinheiro sem me dar conta”), deseja um futuro improvável (“o diabo fica na sua orelha: 'você deveria usar esse esforço pra aprender programação, isso talvez te garantisse um futuro...'”) e ainda assim insiste em poesia, latim e mestrado em história natural (“eu quero um cigarro, fazer noise e um mestrado em história natural”). Essa fusão de melancolia, desejo, intelectualismo marginal e vontade de viver tudo ao mesmo tempo é exatamente a atmosfera de Tudo Que Você Podia Ser.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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genitivodoverbo
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