
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O Daniel lembra muito o Moe: ranzinza, autodepreciativo, cheio de raiva do mundo, mas com uma vulnerabilidade escancarada. Ele oscila entre surtos de ódio e xingamentos (“kkkkkkkkk vai se fuder seu verme vira lata fudido”, “ruim demais ser pobre miserável vai se fuder que vidinha”, “VAI TOMA NO CUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU”) e momentos de dor bem sincera, como em “dor de amor doi demais vsfdddddd” e “mo buracão no peito pprt”. Assim como o Moe, ele é intenso, dramático, e fala de forma crua sobre sofrimento, trauma e até ideação pesada (“nunca pensei que fosse reviver esse trauma q vontade de mo****”, “como é possivel o filho da puta não sentir prazer em absolutamente porra nenhuma?”). Ao mesmo tempo, dá pra ver paixão forte por coisas que gosta (mangá, games, música, cultura pop), como em “World Trigger até hoje é um dos Shounens mais originais existentes” e “Essa Coletanea 'Dismorfos' do Junji Ito pela Pipoca e Nanquim é linda demais. lindasso”, o que lembra o lado nerd e obsessivo do Moe com seus hobbies e fixações. A autoimagem dele também é bem ferrada, algo que combina demais com o barman deprimido de Springfield, vide “parei pra perceber só agora q esse perfil aq n tem nada a oferecer eu só reclamo de absolutamente tudo” e “acho que a miséria me serve”. No fundo, é aquele tipo de personagem que vive de armadura grossa, palavrão e sarcasmo, mas transborda solidão, ansiedade e um certo desejo de afeto, como em “a saudade dum carinho na oreia é fatal” e na thread sobre síndrome do pânico (“ter sindrome do panico é uma parada estranha… chego em casa ja começa a bater minhas neurose”).

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: quase não falam de rolê, festa ou grupos, e o foco está em pensamentos internos, ansiedade e saudade, como em “Pensamentos intrusivos de domingo à noite estão entrando na minha cabeça” e “maioria das paradas q eu começo hj em dia eu n consigo terminar… chego cansadão do trampo e só quero saber de desligar o cerebro”. A preferência por intuição (N) aparece nas reflexões mais abstratas e subjetivas, por exemplo em “as vezes n entendo o por que da nostalgia despertar tristeza dentro de mim devo ter alguma coisa mal resolvida com meu passado” e nos textos quase poéticos como “Eu queria, assim como tu, ressoar com aqueles que não querem escutar…”. Apesar do jeito agressivo, há forte ênfase em sentimentos e dores emocionais, o que indica feeling (F): ele fala de “dor de amor” em “dor de amor doi demais vsfdddddd”, carência em “a saudade dum carinho na oreia é fatal” e sofrimento afetivo em “sofrer é cmg mesmo”. A postura é muito reativa, impulsiva e caótica, sugerindo perceiving (P) em vez de judging: ele vive reclamando de frustrações do momento (“fodase essa porra”, “impressionante, sempre tem um dia pior”), decide coisas no improviso como “sifoda vou pro knotfest” e admite dificuldade em concluir o que começa em “maioria das paradas q eu começo hj em dia eu n consigo terminar”. Somando introspecção, forte vida emocional, linguagem idealista/poética e jeito desorganizado, o tipo que mais combina é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Atendo por Daniel, torço, reclamo, leio mangá demais e ainda erro os boss do Final Fantasy. Vendedor em horário comercial, filósofo de busão no resto.– @gentlepeasant

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é um negroni brasileiríssimo, forte igual a raiva do Daniel xingando vizinho e política, então a base é cachaça envelhecida pra representar o trampo, a pobreza e o ódio do dia a dia que ele vive reclamando em tweets como “ruim demais ser pobre miserável vai se fuder que vidinha”. O Campari/bitter vermelho entra pra simbolizar o rancor, os surtos e o sofrimento assumido em posts como “sofrer é cmg mesmo” e “impressionante, sempre tem um dia pior”. O licor de jabuticaba é o lado doce, emotivo e meio brega, aquele que chora com visual novel e sente saudade de carinho na orelha, tipo em “a saudade dum carinho na oreia é fatal” e “na moral, não esperava chorar no primeiro ep de umineko”. O limão siciliano espremido traz a acidez da língua dele, sempre pronto pra mandar um “vai se fuder” pra qualquer coisa que irrite, como em “VAI TOMA NO CUUUUUUU...” ou “fodase essa porra”. Por cima, a espuma de maracujá é o toque de ansiedade e síndrome do pânico, leve por fora mas caótica por dentro, lembrando desabafos como “ter sindrome do panico é uma parada estranha... sinto qualquer dorzinha já penso q vou morrer” e os pensamentos intrusivos de “Pensamentos intrusivos de domingo à noite estão entrando na minha cabeça”. No fim, o Negroni do Buracão no Peito é intenso, meio amargo, meio doce, totalmente dramático – igual ao cara que diz “parei pra perceber só agora q esse perfil aq n tem nada a oferecer eu só reclamo de absolutamente tudo” enquanto ama mangá, música e umas dores de amor bem mal resolvidas.

Sua Casa de Hogwarts
Daniel é explosivo, confrontativo e reage com coragem (e impulsividade) a tudo que considera injusto ou irritante, o que é bem característico da Grifinória. Ele parte pra cima de vizinho, time, anônimo e figura pública sem medo de conflito, como em “vontade de derrubar esse vizinho e encher de pancada pqp verme do caralho” e “kkkkkkkk[...] vai se fuder seu verme vira lata fudido aprende a ter opinião propria”, mostrando temperamento impetuoso e pouca diplomacia, típico grifinório esquentado. Ele também se posiciona com veemência em temas sociais/políticos, atacando o vira-latismo e liberalóides em “pelo amor de Deus cara, essa mlkada liberaloide ta com o cerebro necrosado [...] chega a dar medo um bglh desse vsfddd” e “fodase seu carniça, vira lata fudido, todo mundo vai pensar q tu é um coitadinho agora né?”, o que remete a alguém que faz questão de defender o que pensa, mesmo arrumando briga. Ao mesmo tempo, mostra intensidade emocional, dramatizando sofrimento e dor de amor em “dor de amor doi demais vsfdddddd” e “sofrer é cmg mesmo”, o que combina com o lado passional e teatral da Grifinória. Ele não demonstra a frieza calculista típica da Sonserina, nem o foco em estudo ou intelectualismo de Corvinal, e seu cinismo e autodepreciação não vêm acompanhados de um ethos de lealdade e acolhimento que definiria Lufa-Lufa; o que se destaca é coragem emocional e impulsividade combativa, marcas claras de um grifinório meio "cabeça quente".

Seu filme

Sua música
A música Simulação encaixa bem com o jeito do Daniel de viver intensidade emocional, amor e frustração ao mesmo tempo. Ele fala de dor e decepção amorosa em vários momentos, como em “dor de amor doi demais vsfdddddd”, “eu tenho o dedo podre puta que pariu” e “nunca pensei que fosse reviver esse trauma q vontade de mo****”, o que casa com o tom de relacionamento ferrado e coração cansado da música. Ao mesmo tempo, ele sente falta de carinho e conexão, como em “a saudade dum carinho na oreia é fatal” e “coisas que dao prazeres imediatos: amar”. O refrão de Simulação, que fala de não aguentar mais um amor meia-boca e de querer algo verdadeiro, combina com a franqueza dele quando diz “parei pra perceber só agora q esse perfil aq n tem nada a oferecer eu só reclamo de absolutamente tudo” e com o cansaço geral da vida expresso em “impressionante, sempre tem um dia pior”. A faixa equilibra melancolia, ironia e uma certa ternura, exatamente como o tom dos surtos e das reflexões dele no feed.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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