
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Vi parece mais com a Lisa Simpson: muito ligado a livros, arte e reflexão, além de uma sensibilidade forte para injustiças e o sentido da vida. Assim como a Lisa, ele tem um lado intelectual e organizado, montando threads como “°•*☆ 26 livros para 2026” e projetos como “eu decidi que vou escrever um livro. uma fantasia sombria que vai se passar na minha cidade.”. A introspecção e a tendência a pensar demais sobre tempo, morte e legado lembram muito as crises existenciais da Lisa, em tweets como “sei lá, eu quero viver até os 90 anos se possível, mas tenho essa sensação de que não vou viver mais muito tempo. e é por isso que eu tenho essa vontade de escrever, de deixar algo pelo qual ser lembrado.” e “o tempo é assustador e maravilhoso ao mesmo 'tempo'. tenho pensado muito sobre isso.”. Ele também demonstra empatia e desejo de ser uma pessoa melhor em um mundo difícil, algo bem Lisa, em frases como “Se o mundo é triste, pessimista e injusto, seja feliz, otimista e gentil como forma de protesto :)”. Ao mesmo tempo, é artístico e engajado em causas, como quando compra livros sobre pautas da Aurora em “Livros que comprei recentemente porque senti que precisava saber mais sobre as pautas defendidas pela Aurora.”, o que reforça ainda mais essa identificação com a Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: valorizam atividades solitárias como ler, escrever e desenhar, e falam muito mais de mundo interno do que de socialização presencial, por exemplo em “Existem tantos filmes bons para assistir, livros para ler, músicas para ouvir, artes para criar, pessoas para conhecer, lugares para visitar. Sinceramente não sei porque eu passo a maior parte do tempo desanimado” e “É doido pensar como as pessoas com quem eu passo a maior parte do tempo interagindo eu nem as conheço pessoalmente”. A preferência por intuição (N) aparece na quantidade de reflexões abstratas e metafóricas sobre tempo, morte e sentido da vida, como em “o tempo é assustador e maravilhoso ao mesmo 'tempo'. tenho pensado muito sobre isso. talvez ele seja deus” e no desejo de transformar tudo em narrativa, como o projeto de fantasia sombria na própria cidade em “tô montando um acervo pessoal com livros sobre a história da minha cidade porque eu quero escrever uma ficção ambientada aqui”. A ênfase em sentimentos, valores pessoais e conexões emocionais indica feeling (F): ele fala da importância da Aurora e dos amigos para sobreviver a momentos sombrios em “em alguns momentos sombrios que passei, o meu interesse pelas músicas e a pessoa incrível que a Aurora é foi uma das poucas coisas que me fez continuar de pé”, e sobre empatia e gentileza como forma de protesto em “Se o mundo é triste, pessimista e injusto, seja feliz, otimista e gentil como forma de protesto :)”. Por fim, ele demonstra uma mistura de metas e organização com certa dificuldade em executá-las rigidamente, o que pende para perceiving (P): faz listas e planos enormes como em “ano novo, tantas metas (de novo), lista de livros para ler durante o ano, filmes para assistir, artistas para ouvir, histórias para escrever, desenhos para fazer”, mas descreve muita oscilação de energia e procrastinação criativa em “por ter tantas coisas legais que eu quero fazer ao mesmo tempo, eu não consigo fazer uma sem achar que estou perdendo tempo de estar fazendo outra, e dessa forma eu não consigo fazer nada”. Somando a introspecção, o foco em significado, a sensibilidade emocional e o jeito sonhador e um pouco caótico com projetos criativos, o tipo que melhor encaixa é INFP.

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Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
23, Florianópolis. Leio, desenho e estudo pra escrever uma fantasia sombria na minha cidade. Escolho a melhor porta nos vídeos de IA quase sempre.– @ghostangelfish

Seu coquetel exclusivo
A cachaça com casca de maçã é a base forte e brasileira, como a vontade de escrever uma fantasia sombria na própria cidade, e a mechinha de casca de maçã da personagem que ele criou, citada em “lembrando que eu fiquei meses sem desenhar, aí do nada eu criei essa personagem e fiquei apaixonado pelo design. a mechinha de casca de maçã é a minha parte favorita 🥰”. O licor de flores traz o lado aurorinha, sensível e etéreo, inspirado nas artes e obsessões pela cantora em posts como “outro desenho recente inspirado na aurora auroraverso 🌞🪐🌜🌌” e “Mais uma fanart da @AURORAmusic 🫀⚔️🦋”. O xarope de chá preto amargo representa as reflexões sobre tempo, morte e angústia, como em “muitas pessoas que eu conheci já não existem mais. isso me faz cada vez mais pensar sobre quando eu também deixar de existir.” e “Às vezes bate uma tristeza profunda, misturada com raiva e ansiedade.”. O suco de maracujá entra como o toque azedo–doce da vontade de viver e criar, ecoando o impulso de aproveitar arte e interesses em “Existem tantos filmes bons para assistir, livros para ler, músicas para ouvir, artes para criar, pessoas para conhecer, lugares para visitar. Sinceramente não sei porque eu passo a maior parte do tempo desanimado. A vida vale muito à pena”. Por fim, a espuma de água com gás e açúcar mascavo simboliza esses picos repentinos de energia criativa e brainstorm em caderninho, como em “tá sendo divertido escrever toda vez que tenho uma nova ideia para o meu livro. nos últimos três dias já escrevi umas 20 páginas no meu caderninho de brainstorm.”. O resultado é um coquetel meio doce, meio amargo, levemente borbulhante, que oscila entre sombra e luz — exatamente como quem quer deixar algo que viva além de si, como confessado em “sei lá, eu quero viver até os 90 anos se possível, mas tenho essa sensação de que não vou viver mais muito tempo. e é por isso que eu tenho essa vontade de escrever, de deixar algo pelo qual ser lembrado.”.

Sua Casa de Hogwarts
Vi mostra um interesse muito intenso por estudo, leitura e organização do próprio aprendizado, o que é bem típico de Corvinal. Ele fala de montar um acervo histórico da própria cidade para escrever uma ficção fiel à realidade (“tô montando um acervo pessoal com livros sobre a história da minha cidade porque eu quero escrever uma ficção ambientada aqui, e quero que seja fiel à realidade na medida do possível”), e de comprar vários livros obscuros de sebo só para aprofundar a pesquisa (“acabei de comprar num sebo virtual vários livros relacionados à história da minha cidade, e tô muito feliz. livros esses que só eu e outras 5 pessoas devem saber que existem”). Há um planejamento meticuloso e quase acadêmico para o próprio ano: listas de 26 livros, filmes, álbuns e metas criativas (“°•*☆ 26 livros para 2026”, “meus planos para 2026 envolvem ler muitos (e bons) livros, ESCREVER UM LIVRO, desenhar…”). Ele também reflete de forma abstrata e filosófica sobre tempo, morte e existência (“o tempo é assustador e maravilhoso ao mesmo 'tempo'... talvez ele seja deus. uma força que está presente em tudo e da qual ninguém e nada escapa”, “sei lá, eu quero viver até os 90 anos se possível, mas tenho essa sensação de que não vou viver mais muito tempo. e é por isso que eu tenho essa vontade de escrever, de deixar algo pelo qual ser lembrado”), o que combina fortemente com a curiosidade intelectual corvinal. Além disso, ele estrutura o processo criativo quase como um estudo sistemático — lendo A Jornada do Escritor para aplicar na própria fantasia (“minhas primeiras leituras do ano... cada escolha minha de leitura para esse ano faz parte dos meus estudos para escrever o meu próprio livro de fantasia :)”) e enchendo um caderno de brainstorm com 20 páginas em poucos dias (“nos últimos três dias já escrevi umas 20 páginas no meu caderninho de brainstorm”). Há traços de lealdade e sensibilidade que poderiam apontar para Lufa-Lufa, mas o núcleo da personalidade dele gira claramente em torno de pensamento, pesquisa, organização mental e criação artística intelectualizada — um perfil muito mais Corvinal que qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música Runaway combina muito com o jeito introspectivo, sensível e sonhador do vi, que reflete bastante sobre tempo, morte e o desejo de deixar algo que sobreviva a ele, como em “sei lá, eu quero viver até os 90 anos se possível, mas tenho essa sensação de que não vou viver mais muito tempo. e é por isso que eu tenho essa vontade de escrever, de deixar algo pelo qual ser lembrado.”. A letra fala de fuga, pertencimento e de encontrar um lugar seguro dentro de si, o que conversa com seus momentos de angústia e oscilação emocional, como em “Às vezes bate uma tristeza profunda, misturada com raiva e ansiedade... e aí eu não sinto nada...”. Ao mesmo tempo, ele encontra refúgio na arte e nos interesses, tal como ele descreve em “Existem tantos filmes bons para assistir, livros para ler, músicas para ouvir, artes para criar... A vida vale muito à pena”, o que ecoa o anseio de Runaway por beleza e significado em meio ao sofrimento. A ligação afetiva dele com a AURORA também é fortíssima, aparecendo em vários momentos, como em “Ter interesses é muito importante... o meu interesse pelas músicas e a pessoa incrível que a Aurora é foi uma das poucas coisas que me fez continuar de pé”, reforçando que uma música dela é a que melhor o representa. Por fim, Runaway tem esse clima de fantasia melancólica que casa bem com o projeto dele de escrever uma fantasia sombria na própria cidade, mencionado em “eu decidi que vou escrever um livro. uma fantasia sombria que vai se passar na minha cidade.”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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