
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @giulirismo lembra muito a Lisa Simpson: intensa, autoconsciente, intelectual e melancólica. Assim como a Lisa, ela é extremamente ligada a estudos e produção intelectual, falando de diário de campo, estágio e teoria, como em “Hoje, eu preciso atualizar meu diário de campo (ridículo); ler um texto de ensino aprendizagem (horrível) e fazer um MATERIAL sobre tal texto (patético)” e “Não sou #nada sem validação acadêmica e elogios aos meus conhecimentos de mundo”. Há também uma veia filosófica e literária bem lisa-like, citando Dostoiévski e Nietzsche, como em “Yeah, Dostoevsky, I really destroyed and betrayed myself for nothing” e “É, Nietzsche, a exigência de ser amado realmente é a maior das pretensões. E eu tenho me descoberto alguém muitíssimo pretensiosa.”. Ela demonstra uma tristeza existencial e senso crítico social parecido com o da Lisa sensível e politizada, em tweets como “Será que, um dia, a minha vida deixará de ser composta majoritariamente pelo sentimento de tristeza?” e “Well, that’s it. As always, whose fault is it? Late stage capitalism and neoliberalism.”. Ao mesmo tempo, tem uma paixão intensa por arte, idols e ships, como Lisa com música e causas, vide “Stunning work. From all the artists I have met through twitter, revol4357 is definitely my favorite.” e toda a devoção ao NCT Wish e a Sion/Jaehee. Essa mistura de vulnerabilidade emocional, ironia, engajamento intelectual e paixão obcecada por aquilo que ama é muito característica da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela parece claramente mais voltada para o mundo interno do que para a sociabilidade externa: fala de si mesma como alguém cansada de contextos hostis e da dificuldade em se sentir pertencente, como em “Estou cansada de ser posta em lugares hostis e eu já não me acho merecedora da solidão. Anseio ser e estar no espaço sem ter que me explicar ou pedir perdão por isso”, e usa o Twitter como "diário pessoal" na bio, o que remete fortemente a I. O foco recorrente em filosofia, literatura e abstrações mostra preferência por N: ela se relaciona com Nietzsche e Dostoiévski de forma existencial, como em “Yeah, Dostoevsky, I really destroyed and betrayed myself for nothing” e “É, Nietzsche, a exigência de ser amado realmente é a maior das pretensões. E eu tenho me descoberto alguém muitíssimo pretensiosa.”, além de refletir sobre capitalismo, arte e sentido de vida mais do que sobre fatos concretos. A forma como ela decide e percebe o mundo é muito emocional, empática e centrada em valores, o que aponta para F: ela fala da própria dor e desejo de gentileza em “Há pessoas muito gentis no mundo e eu espero poder encontrá las mais vezes [...] Anseio ser e estar no espaço sem ter que me explicar ou pedir perdão por isso” e denuncia a desumanização de pessoas com transtornos em “Just admit already that you don’t see disordered people as human beings”. Por fim, embora ela cumpra responsabilidades (estágio, diário de campo, slides), o tom é de procrastinação, exaustão e certa flexibilidade caótica — ela decide faltar ou remarcar psiquiatra de forma impulsiva, como em “Vou conseguir colocar em dia meu diário de campo 🙏🏼 mas ainda preciso fazer slides [...] eu tô tão cansada… mas eu nem consigo descansar pensando que eu tenho que fazer logo os slides…” e “Desmarcando minha psiquiatra amanhã para poder ir à escola na qual estou estagiando cumprir carga horária…” — o que se encaixa melhor em P do que em um estilo muito estruturado de J. No conjunto, o padrão é de uma pessoa introspectiva, idealista, guiada por sentimentos e valores, com vida interna intensa e rotina um pouco caótica: INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Prof de estágio em crise existencial, fã de NCT WISH & Dostoiévski. Já pensei em largar tudo, mas sempre volto p/ o diário de campo e pro Twitter.– @giulirismo

Seu coquetel exclusivo
Esse drink nasce direto da bio, porque você mesma pediu: sangue, vísceras e bolo de chocolate – então a base é uma cachaça com cacau, bem intensa, pra honrar o “I want blood, guts and chocolate cake” e a brasilidade de Belém. O licor de café amargo entra como aquele peso existencial de quem solta coisas como “Será que, um dia, a minha vida deixará de ser composta majoritariamente pelo sentimento de tristeza?” e “Eu penso em cometer si**do até hoje, porém eu nunca planejo a execução.”. O xarope de frutas vermelhas é o drama apaixonado de quem quer namorar idols (“Quero namorar o Sion e o Jaehee e eu não estou brincando .”) e ainda solta roteiros NSFW de cozinha (“queria ta na cozinha de camisolinha transparente sem calcinha preparando a janta do Sion e do Jaehee…”). Por cima, uma espuma de creme com baunilha representa o carinho que você deseja receber, tipo “um kink que consiste em alguém fazendo cafuné até eu dormir sabendo que vou continuar sendo amada”. As pitadas de sal e raspas de limão-siciliano são seu humor ácido e intelectual, de quem lê Dostoiévski e Nietzsche (“Yeah, Dostoevsky, I really destroyed and betrayed myself for nothing” e “É, Nietzsche, a exigência de ser amado realmente é a maior das pretensões.”), mas ainda faz meme com MBTI de idol e reclama do estágio. É um coquetel forte, doce-amargo, esteticamente fofo, porém emocionalmente devastador – igual sua timeline entre surtos acadêmicos, fandom e melancolia crônica.

Sua Casa de Hogwarts
Ela tem um traço muito forte de intelectualidade melancólica e curiosidade teórica que é bem típico da Corvinal. Cita e conversa com autores complexos como Dostoiévski e Nietzsche em tom de identificação e elaboração, por exemplo em “Yeah, Dostoevsky, I really destroyed and betrayed myself for nothing” e “É, Nietzsche, a exigência de ser amado realmente é a maior das pretensões. E eu tenho me descoberto alguém muitíssimo pretensiosa.”. Também mostra envolvimento profundo com psicanálise e teoria, ainda que reclamando, em “Não quero saber de Jung não quero saber de Lacan não quero saber de Freud diga para o inconsciente o gozo a libido a projeção a histeria a relação sexual o sonho o ego a escolha objetal irem lá pra pqp (que saudades de sentar pra estudar psicanálise”, o que indica amor genuíno ao estudo. A forma como escreve sobre diários, campo de estágio e reflexões críticas — por exemplo em “Eu disse para mim mesma que não iria me demorar e nem detalhar tanto esse diário de campo, porém, infelizmente ou não, minha parte preferida dessa besteira é poder fazer críticas negativas, pois, assim, sinto me superior.” — mostra prazer em analisar, organizar e comentar intelectualmente a própria experiência. Mesmo seu humor é atravessado por referências culturais e escrita bem articulada, como em “I don’t think I’m thankful enough for being a girl bc like I’m such a loser but being a loser AND a girl turned me into a intellectual and a somewhat good writer…”, reforçando que ela mesma se percebe como intelectual. Há sensibilidade e desejo de acolhimento (o que poderia sugerir Lufa-Lufa), mas o eixo constante e mais forte é a mente ativa, autoanalisante e literária — o que a coloca de forma bem convincente na Corvinal.

Seu filme

Sua música
Acho que Motion Sickness combina muito com você porque mistura vulnerabilidade profunda, humor ácido e um certo drama romântico-existencial, exatamente como você faz no Twitter. Você mesma fala de desespero e crise depressiva com lucidez, quando escreve coisas como “Espero que esse desespero existencial seja apenas um sintominha bobo da tpm e não o início de mais uma crise depressiva” e “Será que, um dia, a minha vida deixará de ser composta majoritariamente pelo sentimento de tristeza?”. Ao mesmo tempo, você trata de relações e afetos com um misto de autocrítica, ironia e desejo intenso, como em “Yeah, Dostoevsky, I really destroyed and betrayed myself for nothing” e no jeito sexualmente cômico com que escreve sobre Sion e Jaehee, por exemplo em “queria ta na cozinha de camisolinha transparente...”. A música tem essa cara de diário íntimo e confissão meio sarcástica, que lembra muito seu “fan account and personal diary 📗” e textos como “Não sei se serei capaz ou conseguirei suportar as consequências do meu posicionamento”. Além disso, a sensação de viver sempre à beira de um colapso emocional, mas ainda assim fazendo piada e seguindo em frente, ecoa coisas como “Eu penso em cometer si**do até hoje, porém eu nunca planejo a execução. Já considero isso um grande avanço”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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giulirismo
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