
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O usuário lembra fortemente a Lisa Simpson: intelectual, melancólico, sensível e sempre cercado por livros, filmes e música. Ele vive comentando literatura e cultura com entusiasmo analítico, como em “Esses quatro sonetos de meditação do Vinicius, meu Deus!” e “Admito, poucos escritores me deixam tão estupefato quanto Nelson Rodrigues.”, o que ecoa o lado estudioso e artsy da Lisa. A melancolia recorrente, refletida em “É, sou melancólico e sempre serei. Não tem jeito.” e “Muita melancolia. Muita mesmo.”, combina com a sensibilidade existencial da personagem. A dedicação aos estudos e à monografia em “Varando a madrugada para entregar a versão final da monografia. Ossos do ofício.” também é algo que a Lisa faria. Ao mesmo tempo, há idealismo e utopia, como em “É justamente a utopia da melhora que gera a melhora real.”, reforçando o paralelo com a visão moral e esperançosa dela, mesmo em meio ao pessimismo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro: exaltam noites solitárias com livros, jazz e cigarro (“tentarei passar meu natal de bobeira na cama enquanto leio livros sortidos, tomo energético e fumo um paia.”; “Para não me deprimir tanto, passarei a madrugada fumando, ouvindo jazz e lendo.”), falam de melancolia recorrente (“É, sou melancólico e sempre serei. Não tem jeito.”) e não mostram necessidade de grande exposição social, o que indica I. A ênfase constante em literatura, poesia, cinema e abstrações aponta para N: eles se encantam com teorias estéticas em Balzac (“Um homem, no século XIX, escrevendo sobre as vanguardas que apareceriam dali”), com versos em francês e latim (“Car mes amours sont mortes avant que d'exister”; “ennui de vivre”), e com a utopia como motor da melhora (“É justamente a utopia da melhora que gera a melhora real.”). No eixo F, eles descrevem emoções com transparência (“Stou sentindo muitas coisas”; “Sentindo me um merda”), são movidos por beleza e carinho (“destaco, sobretudo, o carinho que recebi durante todo 2025, sem o qual eu não seria nada.”; “Que coisa linda. Peguei um livro pra ler... Livro com três donos. Que coisa linda!”) e chegam a se dizer “patético com orgulho” por estarem felizes (“Admito: sou patético com orgulho!”), o que é típico de quem valoriza autenticidade emocional sobre frieza lógica. Quanto ao P, eles próprios admitem um estilo pouco estruturado (“Não costumo planejar leituras. Admito, sou bem laissez faire nesse sentido.”), alternam entre varar madrugadas de escrita acadêmica e reclamar do cansaço (“Varando a madrugada para entregar a versão final da monografia. Ossos do ofício.”; “Hoje estou cansado. E o complicado é que amanhã é um dia importante.”), e deixam a vida fluir em ondas de melancolia e momentos lindos (“vez ou outra a vida é bem massa, né bicho?”; “tô achando que eu comecei a brincar de ser feliz e nunca mais parei”). O conjunto – introspecção, imaginação literária, hipersensibilidade afetiva e vida pouco planejada – se encaixa melhor em INFP do que em outros tipos próximos como INFJ ou INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cronista amador entre cigarros, jazz e TCC entregue. Já chorei com Drummond, vi borboleta azul de madrugada e sigo planejando ler mais do que posso.– @guizlilherme

Seu coquetel exclusivo
Esse coquetel é forte e defumado porque você vive entre o cigarro, as madrugadas e o jazz, como em “Para não me deprimir tanto, passarei a madrugada fumando, ouvindo jazz e lendo.”. O licor de laranja amarga traz o travo meio trágico, à la Wuthering Heights e Nelson Rodrigues, lembrando seu impacto em “Terminei O morro dos ventos uivantes. Um dos poucos livros que me causou uma reação física.” e a admiração por Nelson em “Admito, poucos escritores me deixam tão estupefato quanto Nelson Rodrigues.”. O xarope de mel com café é a parte doce-trabalhadora da sua vida de TCC e monografia, ecoando “Varando a madrugada para entregar a versão final da monografia. Ossos do ofício.” e “Recebi a versão de entrega do TCC. Sentimento estranho, mas muito bom.”. O espumante seco por cima é a fase assustadoramente feliz e dionisíaca, como em “tô achando que eu comecei a brincar de ser feliz e nunca mais parei” e no brinde otimista de “Evoé, 2026! Que venha em toda sua potência dionisíaca e apolínea!”. Por fim, o twist de laranja queimada simboliza a sua vocação eterna para a melancolia, escura, mas bela, como você assume em “É, sou melancólico e sempre serei. Não tem jeito.” e na bio “Era sua alma um vaso da amenidade e melancolia.”

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte dele é a relação quase vital com estudo, leitura e escrita, algo muito característico da Ravenclaw. Ele vibra com literatura e crítica: fala maravilhado de Balzac em “Acabei de ler 'A obra prima ignorada', de Balzac. Meu Deus! Que conto maravilhoso!”, se emociona com Antonio Candido em “Dei uma chorada assistindo esse doc do Antonio Candido, admito.” e se diz tomado pelos sonetos de Vinicius em “Esses quatro sonetos de meditação do Vinicius, meu Deus!”. A vida intelectual é assumida com prazer, mesmo quando é árdua: ele passa madrugadas escrevendo monografia em “Varando a madrugada para entregar a versão final da monografia. Ossos do ofício.” e se anima com metas de leitura em “pretendo ler estes livros no ano do nosso senhor de 2026”. Há também um lado analítico e reflexivo, que aparece quando pensa em utopia e melhora em “É justamente a utopia da melhora que gera a melhora real.” e quando descreve com precisão o efeito de O morro dos ventos uivantes em si em “Um dos poucos livros que me causou uma reação física.”. Mesmo sua melancolia vem muito da sensibilidade intelectual, como quando precisa parar de ler por excesso de ‘melancolia e dor de cabeça’ em “Preciso parar de ler. Muita melancolia e dor de cabeça.”, o que reforça a imagem de alguém cuja identidade gira em torno do pensamento, da arte e do estudo – exatamente o coração da Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Uma música que cai como uma luva pra ele é The Night We Met, do Lord Huron: melancólica, contemplativa e cheia de yearning. A bio já entrega esse tom triste e suave (“Era sua alma um vaso da amenidade e melancolia”), confirmado em posts como “É, sou melancólico e sempre serei. Não tem jeito.” e “Muita melancolia. Muita mesmo.”. A canção fala de lembranças, perdas e de um passado que dói, o que conversa com coisas como “Car mes amours sont mortes avant que d'exister” e o hábito de afogar-se em leitura, cigarro e jazz para lidar com o peso das emoções, como em “Para não me deprimir tanto, passarei a madrugada fumando, ouvindo jazz e lendo.”. Ao mesmo tempo, ele tem lampejos de alegria sincera e meio assustada, que combinam com a ambiguidade da música, como em “tô achando que eu comecei a brincar de ser feliz e nunca mais parei” e “Nos últimos dias tenho estado feliz. Assustadoramente feliz.”. No geral, é uma faixa que junta nostalgia, tristeza bonita e uma certa teatralidade romântica – exatamente o clima que atravessa o perfil dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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guizlilherme
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