
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @Gustavtxt parece muito com o Milhouse: um adolescente emocionalmente caótico, dramático e autoirônico, que vive entre a paixão intensa pelas coisas que ama e um sentimento constante de derrota. Ele oscila entre humor e desespero, tipo quando fala “Que bosta tá proibido se matar até 2027 ☹️☹️☹️” e depois solta algo profundamente afetivo como “Incrível como ver um filme bom, me faz imediatamente querer viver”. A vibe de garoto sensível, meio loser mas muito apaixonado por cultura pop está em coisas como “Sense8 é true o wokest show off all time”, o vício em cinema e séries, e a devoção a jogos como em “De fato Disco Elysium é o melhor jogo já feito na história da humanidade”. Ele também tem uma auto-estima cambaleante e romântica, visível em “Cabelo grande pra que se ninguém puxa essa porra” e na tristeza com casais em “Eu não aguento mais ver casal feliz”, que lembram muito o jeito choroso e carente do Milhouse. No fundo, é um coração enorme, dramático, nerd e sensível tentando sobreviver ao mundo – exatamente o tipo de energia que o Milhouse tem em The Simpsons.

Seu tipo de personalidade MBTI
Tudo indica que ele seja introvertido (I): fala muito de ficar em casa vendo filme, jogando e escrevendo, e pede afeto quase como piada tímida, como em “Tô tão bonitinho hoje cadê alguém pra me fazer um cafuné” e na autoironia de “Foi mal a todos os meus fãs, vou ter que parar de viver off grid e me reintegrar a sociedade”. A preferência por intuição (N) aparece na forma como ele pega coisas concretas e transforma em ideia ou metáfora, tipo “As vezes o fogo no prédio são os amigos que fazemos no caminho” e nas reflexões exageradas sobre cinema, dublagem e arte, como em “a dublagem ressignifica a obra, adapta piadas e referências temáticas…”. Ele parece feeling (F) pelo foco constante em emoção, angústia e valor pessoal: fala de querer viver depois de um bom filme em “Incrível como ver um filme bom, me faz imediatamente querer viver”, de se sentir a pessoa mais estúpida do mundo em “Eu sou a pessoa mais estúpida do mundo caras eu mereço a morte” e mistura paixão e ódio com muita intensidade, como em “Todas salas de cinema… como eu odeia a Ariana Grande”. A vibe é claramente perceiving (P): ele se descreve como caótico, procrastinando e fazendo piadas sobre falta de controle, por exemplo em “no fim das contas eu acho que não mudei nada nos últimos 5 anos que inferno” e “Vou dar cada vez mais sinais de perturbação mental a cada trabalho de dramaturgia só pra ver o que vai acontecer”. O amor por arte, cinema, séries e jogos com forte carga temática (Disco Elysium, Wachowski, Sense8, The Holdovers), somado ao humor autodepreciativo e ao existencialismo, é bem típico de INFP: alguém idealista, emocionalmente intenso, que usa cultura pop e piada como forma de processar a própria vida, como se vê em “Infelizmente tenho escrito poemas muito bons estando bem triste” e “Apenas a amostra grátis de um sonho, caro demais pra se tornar realidade”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Estudante de cinema, poeta ocasional e sobrevivente de Premiere travando. Já perdi a luz atrás dos olhos, mas nunca o HD cheio de filme ruim.– @Gustavtxt

Seu coquetel exclusivo
Uma dose generosa de cachaça envelhecida representa o fogo interno meio destrutivo, meio apaixonado, tipo quando ele diz que está “a dois passos de fazer merda” em “a dois passos de fazer merda 👞 👞” e que é um “depressed goblin nightmare half good half bad half boy” na bio. O licor de café bem amargo é o ranço constante com o mundo, como em “O elon musk podia se retirar da vida também, né?” e quando ele reclama de Ariana Grande em “Todas salas de cinema com tela grande tão ocupadas com a porra do wicked 2...”. O xarope de cereja ou framboesa é a camada romântica, meio dramática e gay good vibes, tipo quando ele se derrete pensando em Liza Minnelli em “Acabei de ter o pensamento mais gay da minha vida pqp... Chicago na Brodway em 1975” ou quer cafuné em “Tô tão bonitinho hoje cadê alguém pra me fazer um cafuné”. O club soda ou água tônica entra pra dar aquele gás caótico, brincando com o amargo e o doce, como o contraste entre “Incrível como ver um filme bom, me faz imediatamente querer viver” e o humor autodepreciativo de “no fim das contas eu acho que não mudei nada nos últimos 5 anos que inferno”. As raspas de limão e o gelo quebrado são a estética cult de estudante de cinema, meio vintage, lembrando a parede de pôster, a TV de tubo e o toca-discos de “pqp é um sonho realizado ter uma parede cheia de pôster, e uma tv de tubo pra jogar ps2 e um toca disco pra pagar de culto”. O resultado é um drink forte, levemente doce, bem amargo no fundo e com gás suficiente pra gritar “DEUS É BOM O TEMPO TODO EU VOU CHORAR” como em “DEUS É BOM O TEMPO TODO EU VOU CHORAR 😭😭😭...” enquanto xinga a academia do Oscar.

Sua Casa de Hogwarts
Ele é obcecado por cinema, linguagem e forma — coisas muito de Ravenclaw. Vive comentando direção, fotografia e tradução, como em “Burro pra caralho, a dublagem ressignifica a obra, adapta piadas e referências temáticas…” e “>Fico com raiva do episódio por tão porcamente dirigido ele é… Vcs se contentam com muuuito pouco sério pqp”, mostrando análise crítica e padrões altos. É estudante de cinema, escreve roteiros e poemas, registra isso em tweets como “Mais um roteiro nascendo 🙏🙏🙏” e “Infelizmente tenho escrito poemas muito bons estando bem triste”, o que aponta criatividade intelectualizada. Ele também é muito autorreflexivo, quase filosófico, como em “no fim das contas eu acho que não mudei nada nos últimos 5 anos que inferno” e “Mas o pior é ler uma coisa que eu escrevi a mais de 2 anos e que faz tanto sentido lá quanto agora pqp”. Embora tenha humor autodepreciativo e um certo caos, o traço dominante é a mente analítica, criativa e obcecada por entender obras e ideias — bem a cara da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A combinação de melodrama, humor autodepreciativo e estética meio emo do Gustavtxt encaixa perfeitamente com Welcome to the Black Parade. A bio já entrega o clima de tragicômico existencial: “depressed goblin nightmare half good half bad half boy”, que é exatamente a vibe do hino emo dramático e grandioso. Ele fala em dar "cada vez mais sinais de perturbação mental" na dramaturgia, comenta que "às vezes eu acho que não mudei nada nos últimos 5 anos que inferno" e solta coisas como "eu sou a pessoa mais estúpida do mundo caras eu mereço a morte", o que combina com o tom confessional e desesperado da letra. Ao mesmo tempo, ele é muito cinéfilo e teatral – de Sense8 (“Sense8 é true o wokest show off all time”) a The Holdovers (“Tô muito ansioso pro natal, quero assistir the holdovers de novo”) – e Black Parade é justamente uma ópera rock cinematográfica sobre dor, crescimento e memória. A forma como ele transforma sofrimento em piada e performance – tipo o “Que bosta tá proibido se matar até 2027 ☹️☹️☹️” – conversa muito com o espírito da música: dramático, dark, mas cheio de pose e autoironia.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Gustavtxt
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