
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe geral do Hades lembra muito o Bart Simpson: caótico, engraçado, vive se metendo em encrenca mas, no fundo, tem mais profundidade emocional do que deixa transparecer. O jeito de tratar bebida e festa como piada, tipo em “O problema de beber como se não houvesse amanhã, é que chegou o amanhã” e “Se depender de mim, o consumo álcoolico dos jovens continua alto”, é muito Bart sendo irresponsável e depois rindo das consequências. Ele também vive reclamando de escola/faculdade e professores, como em “Professora mais insuportável da escola quando tenta usar memes pra parecer mais 'cool'. Não entrosa, porra.” e “Estatística tá me deixando com sono, a matéria é muito boa mas meu cérebro nn está processando”, o que combina com a rebeldia e preguiça clássica do Bart nos estudos. Ao mesmo tempo, ele tem momentos bem vulneráveis e filosóficos, como em “'Eu só queria ser perfeito [...] Se eu fosse perfeito, não me sentiria triste como me sinto.' Pensamentos de quando eu tinha 14 anos? Ou pensamentos atuais? Ambos? Não sei” e “Oque mais eu preciso fazer pra me sentir satisfeito com o ser humano que eu sou?”, o que lembra aqueles episódios em que o Bart mostra insegurança e um lado sensível. Por fim, o humor agressivo, exagerado e meio debochado com política, família e internet, por exemplo em “Mt foda que metade da minha família acha que eu sou o ser humano mais bolsonarista que existe” e “Não irmão, você não faz humor negro. Seu 'humor* é uma bosta.”, é bem o tipo de sarcasmo provocador que o Bart teria no X se fosse real.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles mostram forte energia extrovertida (E), sempre em rolês, festa e álcool, comentando de forma pública e escrachada sobre tudo, como em “Fui pra festa ontem e quase não entrei no ENOP hoje, acabei indo péssimo por não ter estudado a matéria principal” e “Se depender de mim, o consumo álcoolico dos jovens continua alto”. A preferência por intuição (N) aparece no gosto por ideias, abstrações e reflexões existenciais, como em “Buscar conhecimento seja de qualquer fonte, pra evolução profissional, mental ou apenas como hobby, é o maior ato revolucionário que uma mente moderna pode fazer” e nas autocríticas sobre perfeição e identidade em “O que mais eu preciso fazer pra me sentir satisfeito com o ser humano que eu sou?”. O tom direto, sarcástico e argumentativo indica thinking (T), priorizando lógica e desmonte de ideias em vez de consolo, como em “Não irmão, você não faz humor negro. Seu 'humor' é uma bosta... Você é um complexado do caralho...” e na crítica política em “Observar a queda eminente dos Estados Unidos (e rir muito). Ver o Trump se fudendo legal (e rir muito).”. A preferência por perceiving (P) aparece na impulsividade, improviso e baixa organização: ir para festa antes de prova, beber sem pensar no dia seguinte (“O problema de beber como se não houvesse amanhã, é que chegou o amanhã”) e a forma como ele lida com estudos e trabalho de modo caótico, como em “Estatística tá me deixando com sono, a matéria é muito boa mas meu cérebro nn está processando”. O conjunto de humor ácido, debates, reflexão intelectual, impulsividade e sociabilidade barulhenta encaixa melhor com ENTP do que com tipos mais regrados (TJ) ou mais reservados (I).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
20y | TI, estatística e crise existencial em tempo integral. Já falhei missão que era ‘não fazer nada’, mas passo no Paranordle todo dia.– @HadesTheFooll

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte simboliza o Hades que "se depender de mim, o consumo álcoolico dos jovens continua alto" "Se depender de mim, o consumo álcoolico dos jovens continua alto" e que vai em festa antes de prova importante, chegando no ENOP na força do ódio "Fui pra festa ontem e quase não entrei no ENOP hoje, acabei indo péssimo por não ter estudado a matéria principal #ENOP". O licor de café entra como o combustível do estudante de Estatística que "tá me deixando com sono" "Estatística tá me deixando com sono, a matéria é muito boa mas meu cérebro nn está processando", mas ainda assim insiste em buscar conhecimento como ato revolucionário "Buscar conhecimento seja de qualquer fonte, pra evolução profissional, mental ou apenas como hobby, é o maior ato revolucionário que uma mente moderna pode fazer.". O suco de maracujá azedo-doce representa o caos emocional entre arrependimentos, ex-relacionamento merda e saudades que "se saudades levar a morte. Tomei no cu." "Dito isso, se saudades levar a morte. Tomei no cu.". O xarope de gengibre picante traduz o ataque frontal dele ao chamar de "complexado do caralho" quem confunde crueldade com humor "Não irmão, você não faz humor negro. Seu 'humor* é uma bosta. Você é um complexado do caralho..." e a forma agressivamente carinhosa de dizer "Você é incrível" ou "Seu buceta" dependendo de quem lê "Se você me ama e se comparou comigo... Se você me odeia e se comparou comigo...". Por fim, a espuma leve de cerveja de trigo é a camada irônica e debochada que cobre tudo, o Hades que ri da própria burrice no relacionamento passado "Meu último relacionamento foi tão merda, que toda vez que eu paro pra pensar, eu descubro uma mentira nova e sempre começo a rir da minha burrice KKKKKKJJKKJKKJJ" e que equilibra a mistura de vinho, saudade e drama existencial sobre perfeição "Oque mais eu preciso fazer pra me sentir satisfeito com o ser humano que eu sou?". Este coquetel é forte, meio amargo, meio doce, e totalmente experimental — igual a alguém que pensa demais, bebe demais e ainda quer pintar o cabelo de ruivo escuro porque "na minha cabeça, eu ia ficar bonito" "E tenho vontade de pintar o cabelo de ruivo escuro pq na minha cabeça, eu ia ficar bonito".

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um apreço explícito por conhecimento e estudo como valor em si, típico de Corvinal. Isso aparece quando diz que buscar conhecimento, inclusive como hobby, é "o maior ato revolucionário" em si: “Buscar conhecimento seja de qualquer fonte, pra evolução profissional, mental ou apenas como hobby, é o maior ato revolucionário que uma mente moderna pode fazer.”. Apesar de reclamar de cansaço, ele deixa claro que gosta da matéria em si, mostrando amor pelo conteúdo intelectual: “Estatística tá me deixando com sono, a matéria é muito boa mas meu cérebro nn está processando”. Ele também sente prazer em ensinar coisas complexas para os outros, o que é bem Corvinal: “Um dos prazeres do meu dia é falar/ensinar sobre assuntos que ninguém vai entender porra nenhuma”. Além disso, seu vício em jogos de palavras/puzzles como Paranordle reforça esse lado analítico e cerebral: “Minha média no Paranordle deve ser 5 chutes. Os dois novos modos são uma delícia, demorei dois séculos pra entender o modo sangue mas tá aí. Completos.”. A bio também ressalta essa valorização da mente sobre a máquina: “𝐂𝐨𝐦𝐩𝐮𝐭𝐞𝐫𝐬 𝐝𝐨𝐧'𝐭 𝐭𝐡𝐢𝐧𝐤, 𝐦𝐢𝐧𝐝𝐬 𝐝𝐨.🖥️”, reforçando que ele se define mais pela intelectualidade do que por ambição, bravura ou mera lealdade.

Seu filme

Sua música
A combinação de autocrítica, humor ácido e vulnerabilidade emocional do Hades combina muito com Cedo ou Tarde. Ele fala de perfeccionismo e insatisfação consigo mesmo em tweets como “'Eu só queria ser perfeito, fazer tudo que faço com perfeição. Se eu fosse perfeito, não me sentiria triste como me sinto.' Pensamentos de quando eu tinha 14 anos? Ou pensamentos atuais? Ambos? Não sei” e “Oque mais eu preciso fazer pra me sentir satisfeito com o ser humano que eu sou?”, refletindo a mesma busca de sentido e autoaceitação que aparece na letra. Ao mesmo tempo, ele lida com saudade e dor com um certo humor resignado, como em “Dito isso, se saudades levar a morte. Tomei no cu.” e “Eu com 18 anos sofrendo por coisas que tinha com 16, e não desapareceu aos 20. Mas está tudo bem. 'Eu não preciso perder tudo, só a mim mesmo'.”, o que é muito a cara do clima melancólico porém esperançoso da música. Apesar do caos de festa, álcool e piada pesada, como em “Se depender de mim, o consumo álcoolico dos jovens continua alto” e “O problema de beber como se não houvesse amanhã, é que chegou o amanhã”, dá pra ver um cara que sente fundo, pensa demais e tenta se encontrar — exatamente o tipo de pessoa que Cedo ou Tarde parece ter sido escrita pra tocar.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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HadesTheFooll
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