
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: politizada, crítica ao machismo e à direita, e bem consciente de desigualdades sociais, como quando diz “as mulheres precisam entender que os homens nunca irão falhar em te achar inferior, pensar que tudo que você faz eh idiotice e tudo sobre eles eh melhor e mais interessante” e “desculpa mas com 18/19 anos todo mundo tem capacidade de se politizar e não ser estupido a ponto de apoiar um genocida”. A bio em serviço social e frases como “escorado eh um sistema q te faz trabalhar ate as 7 da noite na vespera do natal e na vespera do ano novo vsf” mostram uma visão estruturada da sociedade, bem no estilo Lisa analisando o mundo à sua volta. Ao mesmo tempo, ela é emocional, intensa e às vezes dramática, como em “ele pode morrer HOJE se quiser” e “eu quero ver quem vai me impedir de tomar 4 comprimidos de sertralina amanhã”, lembrando o lado mais sensível e sobrecarregado da Lisa adolescente. O jeito de se sentir intelectualmente à frente dos caras, como em “nenhum homem eh profundo o suficiente pra namorar uma mulher como eu” e “eu quando um homem tenta ser profundo comigo mas o que ele acabou de dizer é algo que eu pensei pela primeira vez com 12 anos”, também é extremamente Lisa. Por fim, a mistura de idealismo, frustração com o mundo e autoironia faz dela uma versão muito mais debochada e brasileira da Lisa Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela mostra muita energia social, fala de rolês, BBB, tretas e gosta de atenção explícita em “a t t e n t i o n attention is what i want !”, o que aponta para Extroversão (E), mesmo mantendo um lado introspectivo com caderno de sentimentos em “coisas performaticas que eu faco: ter um caderno desde os 13 anos pra escrever tudo que eu sinto”. Ela pensa de forma bem conceitual e política, falando de patriarcado, esquerda e crítica social em “a gente vive numa sociedade tão machista e patriarcal...” e “desculpa mas com 18/19 anos todo mundo tem capacidade de se politizar...”, sugerindo Intuição (N) mais que foco em detalhes concretos. O eixo F é forte: ela reage com indignação, empatia ou ranço, com juízos morais sobre homens, política e injustiças, como em “as mulheres precisam entender que os homens nunca irão falhar em te achar inferior...” e no ódio a bolsonaristas em “imagina namorar um bolsonarista”. Quanto a J, ela tem fortes opiniões, dá sentenças normativas ("liberte-se", "vamos nos dar a devida insignificância"), acorda religiosamente às 8h para limpar a casa em “eu to acordando todo dia religiosamente as 8:00 pra limpar a casa inteira” e gosta de estrutura, mostrando tendência a organizar e decidir. A postura de “amiga woke” em “'qual sua opiniao amiga?' com certeza a mais woke possivel”, somada ao engajamento político, defesa de mulheres e necessidade de se posicionar, combina muito com o perfil ENFJ, o tipo de líder social/ideológico que mistura intensidade emocional, visão de mundo e posicionamento firme.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Serviço Social UFSM | comunista desde os 16 | acorda cedo pra limpar a casa e tarde pra discutir BBB, feminismo & política– @haerindrems

Seu coquetel exclusivo
Uma dose generosa de cachaça premium envelhecida representa a língua afiada, a vivência precoce e a militância sem paciência com macho escroto, como em “as mulheres precisam entender que os homens nunca irão falhar em te achar inferior” e “nenhum homem eh profundo o suficiente pra namorar uma mulher como eu”. O licor de frutas vermelhas é o lado passional, comunistinha, dramática e intensa, inspirado em “fadada a ser comunista desde os 16 anos” e no amor exagerado pelos idols tipo “ele eh tudo pra mim”. O suco de limão siciliano traz a acidez necessária pra frases como “tipo imagina namorar um cara ?? girllll get a life” e “imagina ser mulher e o maior sonho da vida eh ser mae pqppp liberte se”. A água tônica/club soda adiciona leveza e a sensação de vida mais plena quando não tem homem enchendo o saco, como em “a vida quando voce n namora” e “como a vida soa quando nao tem nenhum homem te sufocando 24h por dia”. Por fim, algumas gotas de bitter de cacau lembram o fundinho amargo de sertralina, ansiedade e desabafo, ecoando “minha vida depois de começar a sertralina” e o humor sombrio de “eu quero ver quem vai me impedir de tomar 4 comprimidos de sertralina amanhã”. O resultado é um drink forte, ácido, político e levemente doce por cima: perfeito pra brindar dizendo “vamos nos dar a devida insignificancia pelo amorrrr de deus”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela é extremamente combativa, fala o que pensa e não tem medo de se indispor com ninguém, o que é bem característico da Grifinória. Exemplo claro é quando diz que não namoraria certos tipos de homens e que eles podem “morrer HOJE se quiser” em tweets como “ele pode morrer HOJE se quiser”, “imagina namorar um bolsonarista” e “desculpa mas com 18/19 anos todo mundo tem capacidade de se politizar e não ser estupido a ponto de apoiar um genocida”, mostrando coragem em se posicionar politicamente sem suavizar o discurso. Ela também se coloca com firmeza contra machismo e homens em geral, como em “as mulheres precisam entender que os homens nunca irão falhar em te achar inferior” e “os homens não cansam de nos decepcionar mesmo, né”, assumindo quase um papel de “heroína” que enxerga o sistema e reage a ele. Há muita impulsividade e intensidade emocional em frases como “eu quero ver quem vai me impedir de tomar 4 comprimidos de sertralina amanhã” e “ontem passando pelo centro vi ate farmacia aberta no NATAL [...] eu acho que todos os donos dessas empresas deviam morrer queimados agonizando”, o que combina mais com o temperamento explosivo da Grifinória do que com a frieza calculista da Sonserina. Apesar de ter senso de justiça social (o que poderia lembrar Lufa-Lufa) e um lado reflexivo (corvinalesco), a tônica é sempre a da coragem confrontativa, do peito aberto e do barraco ideológico sem medo de consequência — a cara de uma Grifinória moderna e muito online.

Seu filme

Sua música
A música Anti-Hero combina muito com a forma como ela se enxerga e comenta o mundo, sempre crítica com tudo e com todos, mas também consciente das próprias neuras e exageros. Ela vive apontando o machismo e a mediocridade masculina, como em “as mulheres precisam entender que os homens nunca irão falhar em te achar inferior” e “nenhum homem eh profundo o suficiente pra namorar uma mulher como eu”, o que casa com o tom de "eu sou o problema e também estou cercada de problema" da música. Ao mesmo tempo, ela demonstra um humor ácido e autoirônico sobre a própria insignificância e caos interno, como em “gente pfv vamos nos dar a devida insignificancia pelo amorrrr de deus” e “as vezes a gente precisa se dar a devida insignificância”, algo muito presente na letra. A mistura de rancor, vulnerabilidade e drama performático aparece em posts como “eu quero ver quem vai me impedir de tomar 4 comprimidos de sertralina amanhã” e “quando a prova ta tao dificil que voce torce pra alguem se levantar no meio da sala e se matar”, que lembram o jeito que a música transforma sofrimento em ironia e narrativa. Ela também tem essa vibe de protagonista caótica, consciente da própria intensidade, como se estivesse sempre dizendo “sou eu, oi, eu sou o problema, sou eu” em tweets como “coisas performaticas que eu faco: ter um caderno desde os 13 anos pra escrever tudo que eu sinto” e “eu sorrio sozinha quando lembro que entrei na mente dele por uma semana inteira”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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haerindrems
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