
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe da conta lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, politizada, meio amarga com o mundo, mas ainda profundamente apaixonada pelas coisas que ama. A pessoa critica racismo e representações problemáticas, como em “não é tão difícil admitir que o joui é uma caricatura merda feito por um cara branco guys...” e “fandom burro burro burro racista”, o que combina com o lado militante e moralmente engajado da Lisa. Também demonstra cansaço com o sistema e com a mediocridade geral, como em “não tenho paciência pra gente que se recusa a explorar mídias além do mainstream” e “não me importar com o sistema de ordem é um livramento”, algo muito Lisa reclamando de Springfield. Ao mesmo tempo, é super entusiasmade com mídia e personagens favoritos, como em “carina leone que mulher que você é...” e “fontaine é a melhor nação de genshin nada vai mudar isso”, refletindo o lado fã intensa da Lisa com livros, música e causas. Por fim, há uma melancolia e sensação de deslocamento em “desde sempre mas em especial desde a pandemia tem uma discrepância entre minha idade real e qual idade eu me sinto ser neurodivergente é uma merda” que ecoa bem a solidão e neurose emocional que a Lisa sente por ser "diferente" dos outros.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais voltados para o mundo interno do que para interação social direta: falam de ansiedade, luto e exaustão existencial, como em “não quero me matar mas não também não quero continuar existindo como que fica a situação” e “desde sempre mas em especial desde a pandemia tem uma discrepância entre minha idade real e qual idade eu me sinto”, além de comentar vergonha de mandar DM em “queria pedir o conto da agatha... mas tenho muita vergonha de mandar dm”, o que sugere I. A forma como discutem mídia e fandom é bem abstrata e conceitual, focando em temas, simbolismos e teorias em vez de detalhes práticos, como em “toilet theory não ironicamente se tornou uma das minhas teorias favoritas de deltatune” e “teoria o knight é uma personificação do desaparecimento da dess com a alma original de kris”, o que aponta para N. A indignação com injustiças e moralidade, especialmente em debates de raça, queerbait e representatividade, mostra prioridade por valores pessoais e empatia sobre lógica fria: “não é tão difícil admitir que o joui é uma caricatura merda feito por um cara branco” e “não tenho paciência pra gente que se recusa a explorar mídias além do mainstream... ao invés de aceitar queerbait busque histórias feitas por nós para nós”, o que é típico de F. A linha de tweets mostra impulsividade, fluxo de consciência e mudanças de foco (fandoms, teorias, desabafos, piadas) sem muita estrutura ou planejamento, como em “vou escrever jusper fodase” e “as vezes o mais sábio a se fazer é bloquear todo mundo que te irrita”, sugerindo um estilo mais flexível e reativo, característico de P. Somando introversão emocional, foco em significados e valores, forte senso de justiça e espontaneidade caótica, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Hamal / Áster ✦ nerd de terror, trilhas e teorias. Surto por Ordem, Deltarune e gatinhas. Uma vez comprei Fanta só por causa de um streamer.– @harpia_vendetta

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte mas doce-amargo, feito pra alguém que diz que a coisa que mais a motiva a viver são as gatas, mas também solta um "não quero me matar mas não também não quero continuar existindo como que fica a situação". A cachaça envelhecida é o peso da vivência, de quem comenta que crescer em família kardecista a fudeu ("ter crescido numa família kardecista me fudeu mais do que parece") e ainda assim encara o mundo na base da ironia. O xarope de guaraná e a Fanta Guaraná são o sangue gamer/fandom e o apoio irônico às publis do Cellbit ("vou comprar um fanta guaraná só pra apoiar as publis do cellbit"), dando aquele gás caótico multifandom. O limão siciliano traz a acidez necessária de quem manda um honesto "exploda estados unidos" e chama fandom de burro quando precisa ("fandom burro burro burro racista"). Já o vermute seco é o toque amargo-elegante de quem defende nuance em personagem problemático ("as coisas não são 8 ou 80, vc pode sim gostar ou desgostar do joui e ainda admitir que ele é um puta estereótipo racista") e prefere histórias feitas "por nós para nós" a queerbait de prateleira ("por favor ao invés de aceitar queerbait busque histórias feitas por nós para nós"). O resultado é um coquetel meio comfort drink, meio tapa na cara: perfeito pra ouvir OST de Ordem, reclamar de calor ("que calor da porra") e teorizar sobre Deltarune e Deltatune ao mesmo tempo ("toilet theory não ironicamente se tornou uma das minhas teorias favoritas de deltatune").

Sua Casa de Hogwarts
Elu demonstra um interesse muito forte por análise, teoria e padrões narrativos, o que é bem característico de Ravenclaw. Fala várias vezes de teorias e leitmotifs, como em “toilet theory não ironicamente se tornou uma das minhas teorias favoritas de deltatune” e em “seis estigmas tem um leitmotif de calamidade acho que do diabo? talvez seja a instrumentação mas eu juro que já ouvi aquele tan tan tan antes”, mostrando atenção intelectual a detalhes musicais e narrativos. Também tem um olhar crítico e meta sobre mídia e fandom, como em “não tenho paciência pra gente que se recusa a explorar mídias além do mainstream e se conforma com a porcaria que te enfiam na guela por favor ao invés de aceitar queerbait busque histórias feitas por nós para nós” e em “tem alguns fandoms que tem fanfics melhores que outros [...] é um sacrifício achar uma decente dentro de personagem”, o que sugere alguém que pensa muito sobre qualidade, estrutura e contexto da ficção. A forma como discute representação e estereótipos, por exemplo em “não é tão difícil admitir que o joui é uma caricatura merda feito por um cara branco guys [...] a desculpa de que ain é um rpg entre amigos não cola e nunca colou”, reforça um perfil analítico e argumentativo. Apesar de ter momentos de amargura e autopreservação, o traço dominante é a curiosidade intelectual e a vontade de entender obras a fundo — muito mais típico de Ravenclaw do que de qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina bem com elu é “Teenagers” do My Chemical Romance, pela mistura de cinismo, humor ácido e crítica social. Elu demonstra um rancor muito específico com sistemas e instituições, como em “kardecismo é uma praga mesmo” e “meu sonho é um dia acordar e perceber que o país estados unidos foi só um grande pesadelo e no mapa tudo que tem ali é o méxico”, o que casa com o tom de rebeldia da letra. A sensação de desgaste e exaustão emocional também aparece em frases como “desde sempre mas em especial desde a pandemia tem uma discrepância entre minha idade real e qual idade eu me sinto” e “não quero me matar mas não também não quero continuar existindo como que fica a situação”, ecoando o desabafo adolescente/adulto-jovem da música. Ao mesmo tempo, elu encara tudo com ironia e certa teatralidade, visível em “exploda estados unidos” e “as vezes é saudável ser um pouco amargo”, o que combina com o tom de deboche agressivo da banda. Essa combinação de raiva política, cansaço existencial e humor sarcástico faz Teenagers soar como trilha sonora perfeita pra timeline de @harpia_vendetta.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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harpia_vendetta
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