
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de humor, autocrítica e interesse intenso por mídia e temas mais densos lembra muito a Lisa. Ela é obcecada por coisas que ama e fala disso com paixão analítica, como quando comenta visual novels e animes com várias camadas, por exemplo ao dizer que Haruhi foi uma das experiências mais interessantes que já teve e que precisaria de muitos tópicos para explicar “haruhi foi uma das experiências mais interessantes que já tive com anime, deveria escrever uma review sobre o que penso da história, mas sinto que seria necessário muitos tópicos pra cobrir todas as camadas.”. Também há um lado politizado e crítico, ainda que em tom zoeiro, como em “israel is... le bad?!” e “sempre que alguem diminui o pele uma criança morre”, que ecoa a veia ativista e moral da Lisa. Ao mesmo tempo, a sensibilidade emocional aparece forte quando fala de obras que o marcaram, como em “hoje foi um dos dias em que mais senti sakura no toki... eu chorei, senti meu peito pesado...”, algo muito próximo da intensidade com que Lisa reage à arte e à literatura. Mesmo com a ironia pesada e palavrões, há uma base de curiosidade intelectual e reflexão profunda que a aproxima bem mais da Lisa do que de personagens como Homer ou Bart.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de forma muito autocentrada, frequentemente sobre suas experiências solitárias com mídia e rotina, como em “quando eu to cansado eu geralmente saio da cadeira me deito por alguns minutos na cama...”, e não descrevem vida social ativa, mas sim desejos meio idealizados de situações, como “eu quero viver isso”. A preferência por intuição (N) aparece na ênfase em ideias, simbolismo e reflexão sobre obras em vez de detalhes concretos; por exemplo, ao falar de Haruhi em “deveria escrever uma review... muitas camadas” ou ao problematizar relações de personagens em Monogatari em “qual é a pira de senjougahara x sodachi?...”. O eixo F (Feeling) é forte: ele reage emocionalmente às obras (“eu chorei, senti meu peito pesado...”) e a eventos pessoais (“que dia merda PQP”), e mesmo quando critica fãs ou discursos, faz isso de um lugar afetivo, chamando certos comportamentos de “patético” em “zero empatia com esse tipo, é patético”. A preferência por Perceiving (P) aparece na espontaneidade e falta de estrutura: ele admite começar e largar coisas “por 0 motivos” em “eu li 30 capítulos disso... e não continuei por 0 motivos” e fala de cansaço x vontade de ler de modo bem caótico em “a vontade de ler sakutoki vs cansaço absurdo...”. Somando I + N + F + P, ele se encaixa melhor como INFP: introspectivo, muito centrado em sentimentos e significado pessoal das mídias, idealizando estados futuros de si mesmo (“eu queria ser igual ela”, “só vou estar realizado quando eu for assim”) e vivendo de forma pouco estruturada, guiado por inspiração e emoção.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Analiso anime, VN e futebol com seriedade duvidosa. Já larguei um mangá no cap 30 sem motivo e ainda chamo isso de método crítico.– @Hemiohender

Seu coquetel exclusivo
Uísque japonês leve pra representar o lado otaku-literário, que fala de Haruhi, visual novels e cita waka na bio, sempre mergulhado em mídia e texto, como em “haruhi foi uma das experiências mais interessantes que já tive com anime” e a thread de VN em “thread aaaaah midia💔”. O licor de yuzu entra cítrico e vívido pra simbolizar as explosões emocionais e surtos engraçados tipo “VAI SE FUDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK” e “VIADO O QUE É ISSO”. O xarope de hibisco traz uma doçura melancólica e meio dramática, lembrando coisas como “que natal de merda” e o desabafo de cansaço em “a vontade de ler sakutoki vs cansaço absurdo totalmente do nada”. O club soda deixa tudo leve e bebível, como quem encara desgraça e alegria com risada, vide “eu to chorando de rir pqp” e “KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK”. O twist de laranja queimada é o toque final: meio amargo, meio queimado, pra representar o cinismo caótico de tweets como “fã de jujutsu nn merece porra nenhuma mesmo” e “israel is... le bad?!”, deixando um aftertaste intenso, igual à timeline dele.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do hemi gira fortemente em torno de mídia, análise e reflexão, o que é muito característico de Ravenclaw. Ele demonstra amor intenso por obras complexas e vontade de desdobrar camadas de sentido, como quando diz sobre Haruhi: “haruhi foi uma das experiências mais interessantes que já tive com anime, deveria escrever uma review sobre o que penso da história, mas sinto que seria necessário muitos tópicos pra cobrir todas as camadas.”. A forma como ele fala de Sakurano no Toki, destacando impacto emocional e estrutura de leitura, revela um olhar analítico e quase acadêmico: “hoje foi um dos dias em que mais senti sakura no toki em toda minha leitura... me pergunto se já senti sentimento igual lendo outra obra.” e “algum dia eu vou precisar falar tudo o que eu sinto por sakurano meu deus eu to abalado e eu nem terminei o kibou ainda”. Ele também comenta enquadramento de cena e linguagem visual com vocabulário crítico, como em “aquilo de que tudo de importante na cena se concentra no meio da tela e as laterais são só elementos irrelevantes PQP”, mostrando atenção estética e intelectual. Por fim, a bio citando poesia clássica japonesa e a frase de ano novo “que todos tenham um ótimo ano cheio de midias e aprendizado♥️” amarram o quadro de alguém movido por curiosidade, estudo e contemplação – o núcleo do espírito da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o @Hemiohender é Lost in Paradise do ALI, principalmente por misturar caos, intensidade emocional e aquele clima de fim de episódio de anime que combina muito com ele. Ele vive comentando anime e mangá com muita paixão e ironia, como em “fora da própria adaptação, essa temporada de jujutsu só traz novamente à tona as discussões mais burras do povo…” e em tantos surtos sobre Sakurano Toki com a tag #hemitoki, o que casa com a letra sobre estar perdido, sobrecarregado, mas ainda assim seguindo em frente. A bio cheia de poesia clássica japonesa e a sensibilidade com que fala de obras que o marcaram (“algum dia eu vou precisar falar tudo o que eu sinto por sakurano meu deus eu to abalado…”) refletem bem o lado introspectivo da música, que fala de vulnerabilidade no meio do caos. Ao mesmo tempo, o jeito escrachado, memético e às vezes agressivo de twittar (“VAI SE FUDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK”, “fã de jujutsu nn merece porra nenhuma mesmo”) combina com o groove caótico e dançante da faixa. Lost in Paradise é ao mesmo tempo um grito de desabafo e um som “pra rir pra não chorar”, exatamente como ele parece viver o combo mídia+internet+vida.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Hemiohender
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