
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @hikkephobia parece mais com o Bart Simpson: um agente do caos engraçado, que vive entre zoeira pesada, afeto sincero e um pouco de filosofia adolescente. Ele manda absurdos provocativos e meio cruéis, como em “Deus faça essa criança virar órfã que é melhor” e “Quero dar uma lambida num careca da testa até a nuca sem consentimento”, que lembram o humor irresponsável e troll do Bart. Ao mesmo tempo, ele é muito ligado aos amigos e à namorada, demonstrando carinho em “Eu gosto dos meus amigos” e “Minha namorada é perfeita”, algo bem Bart com quem ele ama. Ele também tem momentos surpreendentemente reflexivos, como em “Vocês são burros se acham que prazer verdadeiro é viver bebendo e usando droga…” e “Por que temer a morte…”, que lembram quando o Bart solta umas verdades no meio da bagunça. A mistura de caos, humor ácido, lealdade aos amigos e lampejos de maturidade coloca ele bem no espírito do Bart, e não de alguém mais certinho como a Lisa ou mais apático como o Homer.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles apresentam forte traço de Extroversão (E): falam muito de amigos, rolês e interações sociais, como em “DECIDI, TODOS IREMOS PRA PRAINHA SLA” e na forma como vivem citando Tom e outros amigos em contextos de festa, RPG e escola, além de curtirem a atenção com humor escrachado, como em “Quero dar uma lambida num careca da testa até a nuca sem consentimento”. Mostram preferência por Intuição (N) pela quantidade de reflexões e abstrações, como em “Por que temer a morte se em vida ela te afeta e quando ela chega vc vai estar morto, ou seja, não faz diferença?” e “Vocês são burros se acham que prazer verdadeiro é viver bebendo e usando droga…”, sempre puxando para ideias gerais e princípios, não apenas fatos concretos. O lado Thinking (T) aparece na forma fria e direta de argumentar e julgar, mesmo em temas sensíveis, como em “Eu odeio quando todo mundo jura que uma pessoal é bonita só pra parecer moralmente correto. Irmão, a pessoa ser de um grupo minoritário não impede ela de ser feia…” e na crítica moral/ética estruturada sobre prazer e responsabilidade. A preferência por Perceiving (P) surge na espontaneidade, improviso e pouca estrutura: indecisão sobre aniversário em “Meu aniversário é amanhã e eu não decidi o que fazer”, piadas caóticas como “Mal posso esperar o próximo aniversário de tom pra eu liberar todo o meu poder e transformar a festa num verdadeiro apocalipse” e o fluxo de tweets que parecem responder ao momento, não a planos. O padrão geral é de alguém falante, provocador, que gosta de debater, filosofar de forma irreverente e testar limites com humor ácido e intelectualizado – combinação bem típica de ENTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cronista não oficial do caos carioca, defensor de amigos, inimigos da ressaca. Já paguei lanche pra turma inteira e achei que era milionário.– @hikkephobia

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e caótico, tipo a timeline do cara que posta coisas como “Chamaram o mano preto e gordo aqui de Buda de carvão. o ser humano é mal por natureza mesmo” e ao mesmo tempo manda reflexões sobre morte e sentido da vida em “Por que temer a morte se em vida ela te afeta e quando ela chega vc vai estar morto, ou seja, não faz diferença?”. A cachaça envelhecida representa o lado brasileiro raiz, debochado e sem filtro de tweets como “Não tem um carioca que vai pro céu mesmo”. O licor de café é o lado introspectivo e pesado das letras que ele gosta de citar, como “Não posso nem chorar Quem chora poder comandar?...”. O suco de maracujá entra como o carinho pelos amigos e pela namorada em “Eu gosto dos meus amigos” e “Minha namorada é perfeita”, um azedinho doce no meio do caos. O xarope de pimenta encarna a agressividade cômica e o humor violento de “Quero dar uma lambida num careca da testa até a nuca sem consentimento” e “Eu acho maior desperdício me odiarem sem motivo. Posso dar muitos”. A espuma de limão com sal por cima fecha com a ironia religiosa e moral de “Carnaval festa do diabo” misturada à vibe de boteco de “Finalmente cadeira nova no havaizinho”, porque no fim é zoeira, drama e filosofia servidos no mesmo copo.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte dele é a combinação de coragem impulsiva com um certo prazer em confronto, o que é bem típico de Gryffindor. O jeito que fala de apanhar e ainda assim ir pra cima em situação boba, tipo o vôlei – “Nunca vou esquecer o dia que eu ralei dos dois braços pra salvar uma bola... Nunca mais joguei essa merda depois de tal evento, fiquei duas semanas ralado” – mostra impulsividade física e pouco medo de se machucar para provar um ponto. Ele também tem esse lado de se posicionar moralmente, com opiniões fortes ditas na lata, como em “Vocês são burros se acham que prazer verdadeiro é viver bebendo e usando droga...” e em “Agora falando sério, essa porra é mto chata, se vc não confia na pessoa... vc não devia estar nem namorando”, o que lembra bem a franqueza às vezes grosseira de Gryffindor. Ao mesmo tempo, aparece um senso de proteção com amigos e gente próxima, seja na zoeira (“Tom em rpg sempre dando orgulho pro papai do chão” – link) ou em frases mais pesadas de responsabilidade (“Se entreguei armas prós meus também limparei suas feridas” – link), sugerindo o arquétipo de “líder de bando” emotivo, mais coração que cálculo. Apesar de ter humor ácido e algumas tiradas cruéis, falta nele a frieza estratégica típica de Slytherin; ele parece mais reagir no impulso do que planejar, como quando fala que gosta de pagar lanche pros amigos pela “sensação de poder” – “Pagar lanche pros seus amigos da uma sensação de poder inexplicável” – o que é muito mais bravata impulsiva do que ambição calculada. No conjunto, a mistura de coragem, drama, lealdade de turma e chute na porta encaixa melhor em Gryffindor do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A faixa “A Música Mais Triste do Ano” combina bem com o jeito do @hikkephobia porque mistura pose, ironia e frases existenciais do mesmo jeito que ele faz. Ele alterna entre humor escrachado e reflexões pesadas, como em “Vocês são burros se acham que prazer verdadeiro é viver bebendo e usando droga como se o amanhã não existisse.” e “Por que temer a morte se em vida ela te afeta e quando ela chega vc vai estar morto, ou seja, não faz diferença?”, o que ecoa o tom melancólico e filosófico da música. Ao mesmo tempo, ele vive citando letras/versos de rap e trap, como em “Sou sua espada, sua serra, por que não pistola?” e “por quem me cativou eu coloco a mão no fogo”, mostrando que se identifica com essa estética lírica. Essa combinação de tristeza estilizada, humor ácido e autoimagem meio caótica é exatamente o tipo de vibe que a música do Teto passa.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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hikkephobia
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