
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece muito com a Lisa Simpson: intelectual, idealista, nerd de humanas e com forte senso crítico sobre linguagem, política e ética. É apaixonada por estudo e ensino, como mostra em “Eu amo ser professora!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Amo ensinar!!!!!!!!!!” e em “formada em filosofia e cursando letras grego antigo como amo ser desempregada 🖤”, o que combina com a Lisa leitora compulsiva e rata de biblioteca. A obsessão com detalhes de língua e tradução, como em “Mais uma dica de português (sim, sou chatinha): parem de falar 'tal coisa não é sobre x, é sobre y' [...] Pelo fim do 'é sobre'!!!” e “eu sinceramente acredito que no futuro nós veremos o abate de animais tão repulsivamente quanto vemos a escravidão hoje”, lembra muito o perfeccionismo moral e linguístico da Lisa. Ela também tem um lado emotivo, dramático-irônico e politizado, como em “eu não aguento que aqui [...] as pessoas acham que esquerda = bom [...] e se as coisas não forem tão preto no branco assim?” e “Gente, vamos parar com o feminismo 2014 do facebook?”, o que reforça a comparação. Até o amor meio deslocado por São Paulo e Minas, em “Não tem jeito, São Paulo é linda demais. Amo meu país SP” e “O sul de Minas é mesmo o último resquício de civilização em um mundo de barbárie...”, lembra o jeito da Lisa de romantizar e problematizar o lugar onde vive ao mesmo tempo.

Seu tipo de personalidade MBTI
A Nayra parece claramente mais voltada para o mundo interno de ideias e afetos do que para socialização intensa, falando muito sobre leitura, ensino, línguas e reflexões, e pouco sobre baladas ou vida social ostensiva, o que sugere I — por exemplo quando relata ficar em loop estudando línguas e chorando com imagens de Uruk em “entrei num loop de línguas aqui (tudo começou com a persa)”. O foco dela é fortemente abstrato, literário e conceitual (guerras linguísticas, ética animal, política, estética, filosofia), o que é típico de N, como se vê em “eu sinceramente acredito que no futuro nós veremos o abate de animais tão repulsivamente quanto vemos a escravidão hoje” e nas discussões sobre tradução e estruturas como “é sobre” em “é TODO MÊS uma discussão linguística neste site…”. Ela argumenta com base em valores morais, empatia e justiça (defesa de línguas indígenas, defesa de pessoas com deficiência, crítica a diagnósticos de pedofilia absurdos), o que denota F: veja “Perfeito! Por isso seria bom também se acabassem as línguas indígenas… Gente estúpida me dá nos nervos” e “Ah, sim, porque qualquer um que se relacione com uma pessoa deficiente deve ser fetichista…”. Ao mesmo tempo, ela é bastante estruturada e normativa em relação à linguagem e à vida acadêmica, dando “dicas de português”, reclamando de construções específicas e falando como se organiza para estudos e trabalho, o que aponta para J, como em “Dica de português do dia: 'latente' provavelmente significa o contrário do que você acha que significa” e “meu deus, agora é só mais um trabalho e eu estou LIVRE”. A combinação de introversão, foco em abstrações, forte orientação ética/valores e tendência a sistematizar e normatizar linguagem e rotinas encaixa bem com um perfil INFJ, frequentemente associado a pessoas ligadas à educação, letras e causas morais — algo que ressoa com o entusiasmo dela por ensinar em “Eu amo ser professora!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Amo ensinar!!!!!!!!!!”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Profª de letras e filosofia, tradutora de línguas mortas, defensora do bom português. Um dia um brownie em 2018 quase me fez ver Deus.– @homerunplugged

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça mineira envelhecida vem da Nayra caipira de interior, orgulhosa da origem: “Sou brasileira e, mais do que isso, caipira™ há muitos séculos.” misturada com a dureza afetiva de quem vê o fast food chegar na cidadezinha: “construíram a primeira franquia de fast food na cidade.”. O licor de café bem forte é o hack de energia da vida acadêmica e da professora empolgada: “Ter introduzido a cafeína no meu dia a dia foi como descobrir um hack na vida.” e “Eu amo ser professora!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Amo ensinar!!!!!!!!!!”. O xarope de rapadura com laranja adoça como o amor por São Paulo e por andar pelo centro: “Não tem jeito, São Paulo é linda demais. Amo meu país SP” e “Eu e minhas botas amamos o centro de SP”, mas guarda aquela acidez crítica. O limão-taiti é a acidez linguística e política, a Nayra que surta com ‘é sobre’ e com comentários idiotas: “pelo fim do 'é sobre'!!!” e “esse assunto tá me dando ÓDIO”. Por fim, a espuma de água tônica com alecrim é o toque experimental, meio Twin Peaks, meio Linux e grego antigo: “venham, venham para o linux...” e “formada em filosofia e cursando letras grego antigo como amo ser desempregada”, deixando o drink levemente amargo, sofisticado e um pouco surtado – exatamente como se espera de alguém que escreve: “EU NÃO AGUENTO MAIS ESSE SITE EU NÃO AGUENTO MAIS ESSE SITE”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais marcante da Nayra é a mente analítica e obcecada por linguagem, o que é bem típico de Corvinal. Ela vive dando mini‑aulas de língua: corrige anglicismos em português em “parem de falar 'tal coisa não é sobre x, é sobre y'”, explica nuances semânticas em “'latente' provavelmente significa o contrário do que você acha que significa” e faz críticas detalhadas ao uso de “é sobre” em traduções em “não vou ouvir palpite de tradução de quem fala coisas como 'saudade é sobre (...)'”. Ela também é literalmente “estudante de línguas mortas”, formada em filosofia e cursando letras grego antigo, como mostra em “formada em filosofia e cursando letras grego antigo como amo ser desempregada”, o que reforça a identidade de ratinha de biblioteca corvinal. Há ainda o entusiasmo com autores e obras difíceis, como Guimarães Rosa em “O livro mais porrada e porreta da literatura brasileira” e com discussões linguísticas em “é TODO MÊS uma discussão linguística neste site por pessoas que não sabem O MÍNIMO”, sempre com tom racional e argumentativo. Mesmo quando fala de política ou ética, ela tende a problematizar e questionar simplificações, como em “e se as coisas não forem tão preto no branco assim?”, o que combina muito mais com a curiosidade crítica e o amor ao pensamento complexo de Corvinal do que com o impulso heroico da Grifinória ou a ambição calculista da Sonserina.

Seu filme

Sua música
Acho que a música que mais combina com a Nayra é Alucinação, do Belchior. Ela mesma mostra a intensidade com que se conecta a ele em “Não consigo parar de ouvir Belchior. Tô quase tatuando uma América Latina de ponta cabeça”, o que já indica uma adesão afetiva e estética ao universo dele. A letra de Alucinação fala de um jovem latino-americano crítico, cansado de fórmulas prontas e discursos rasos, algo que ecoa nos desabafos dela sobre política e redes, como em “eu não aguento mais esse site” e em “eu não aguento que aqui [...] as pessoas acham que esquerda = bom [...] e se as coisas não forem tão preto no branco assim?”. A sensação de viver à beira do colapso, mas com lucidez e ironia, aparece tanto nos surtos cômicos em “nossa eu vou ter um colapso mental” quanto na relação dela com São Paulo em “Eu amo São Paulo (muito mesmo), mas eu acho que se eu não sair daqui nos próximos 10 anos eu vou ter um surto psicótico”, e isso conversa diretamente com o tom de exaustão e desejo de mudança da música. Além disso, o lado profundamente brasileiro, caipira e latino dela em “Sou brasileira e, mais do que isso, caipira™ há muitos séculos” casa com a identidade latino-americana inquieta e contraditória que o Belchior canta em Alucinação.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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