
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária parece se encaixar melhor na Lisa Simpson: intelectual, ansiosa, muito ligada a estudos e causas sociais. Ela fala de vestibular, notas de corte e orgulho dos professores, o que lembra o perfeccionismo e o academicismo da Lisa, como em “muito orgulho dos profs de literatura do anglo, os mais divos q temos” e “até agora sem acreditar que fui melhor na fuvest do que na unesp”. Também há uma forte carga emocional, TAG e crises sensoriais, algo que combina com o lado sensível e hiperconsciente da Lisa, como em “tem dias em que eu só queria arrancar meu cérebro fora, pq absolutamente n consigo existir no mundo real sem ter umas 30 crises sensoriais”. Ela é engajada em discussões de gênero e sexualidade, critica normas e é bem articulada, o que ecoa o lado feminista e politizado da Lisa, vide “minha forma de enfrentar o patriarcado é ser tão feminina ao ponto de incomodar” e “odeio quando a discussão sobre sexualidade tá tão bizarra que tem que ficar explicando que lésbica não fica com homem”. Além disso, o amor por cultura pop específica (Taylor Swift, Hamilton) e o sentimento de ser meio deslocada socialmente reforçam ainda mais essa identificação lisa-esca, como em “e vai ter lésbica fem com tag, toc, tpoc, tea e obsessão por taylor swift e hamilton na usp sim!!!!”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais extrovertidos (E) do que reservados: falam o tempo todo de interação social, grupos, festas e Twitter como espaço de socialização, por exemplo ao comentar que abriu o tópico do Twitter no grupo e que as mensagens não paravam, dizendo que meio que “divei” “abri o tópico twitter no grupo e agora as mensagens não param, meio que divei”, e que adora sair para comer e conversar “adoro sair pra comer e conversar”. A preferência por Intuição (N) aparece nas reflexões gerais, análises de pauta, sexualidade e política educacional, em vez de focar em detalhes concretos, como quando fala de heterossexualidade compulsória usando letra da Sabrina Carpenter “como a sabrina (mulher mais hetero conhecida) descreve perfeitamente a heterossexualidade compulsória?” ou discute a cultura de vestibular e idealização de medicina “adoro essa política do 'cabe a nós julgar' [...] por uma idealização q pode frustrar ela dps”. A forte ênfase em valores pessoais, empatia com saúde mental e pauta LGBT+, e a tendência a reagir emocionalmente indicam Feeling (F); ela se define como transtornada, fala do TAG, de crises sensoriais “tem dias em que eu só queria arrancar meu cérebro fora” e defende os outros com base em afeto/valores, por exemplo ao criticar quem ataca a Taylor Swift “tudo bem me ofender, sou um lixo mesmo, mas agora por que você tem que vir criticar a taylor swift 😢”. Por fim, ela oscila entre organização e caos, mas há um padrão de planejamento, preocupação com processo, matrícula, notas, metas e controle, típico de Judging (J), como quando sofre antecipadamente com matrícula, prazos e notas “pelo amor de Deus central de matrícula aprova s minha documentação estou prestes a ter um colapso nervoso” e quando lista traços de si mesma de forma estruturada “sou a sapatão menos sapatão que já existiu •demoro pra namorar •demoro pra começar a gostar •tenho longos intervalos entre os relacionamentos”. O conjunto desses traços — sociabilidade expressiva, reflexão abstrata, decisões baseadas em valores e certa necessidade de estrutura apesar do caos emocional — casa melhor com ENFP do que com outros tipos próximos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
lésbica fem na USP, apaixonada por psico, Taylor Swift e Hamilton. Já passei mais tempo em fila de matrícula do que em festa– @htgnalu

Seu coquetel exclusivo
Um gin cítrico bem forte representa a intensidade acadêmica e o caos controlado de quem surta com matrícula, nota de corte e documentação, tipo quando ela solta um desesperado “pelo amor de Deus central de matrícula aprova s minha documentação estou prestes a ter um colapso nervoso” e vibra com a psico no IP em “cara a psico é o instituto mais fofo, não tem como”. A tônica de hibisco levemente amarga é o gosto meio agridoce de quem diz que “life is emotionally abusive” mas segue fazendo piada, e que desabafa em coisas como “tem dias em que eu só queria arrancar meu cérebro fora, pq absolutamente n consigo existir no mundo real sem ter umas 30 crises sensoriais”. O xarope de lavanda entra como nota suave e sáfica, celebrando a lesbianidade cheia de nuances e autodeboche, ecoando vibes de “e vai ter lésbica fem com tag, toc, tpoc, tea e obsessão por taylor swift e hamilton na usp sim!!!!” e de todos os surtos fofos com o mundinho das sapatão como em “eu sou a sapatão menos sapatão que já existiu”. A espuma de maracujá traduz a ansiedade crônica, aquele coração na boca de “meu coração vai sair pela boca” misturada com a emoção de entrar na USP e de ter “dois emails de matrícula pra dois cursos diferentes” em “só os mais mais recebem dois emails de matrícula pra dois cursos diferentes”. Por fim, o glitter prateado por cima é a teatralidade pop, swiftie e hamiltonizada, brilhando como quando ela grita “I AM THE ONE THING IN LIFE I CAN CONTROL I AM INIMITABLE I AM AN ORIGINAL” e se ofende mais por falarem da Taylor do que dela em “tudo bem me ofender, sou um lixo mesmo, mas agora por que você tem que vir criticar a taylor swift 😢”. É um drink forte, doce-amargo e dramático, perfeito pra ser tomado em grupo de amigas lésbicas enquanto ela abre o tópico twitter e admite que “meio que divei” em “abri o tópico twitter no grupo e agora as mensagens não param, meio que divei”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela mostra uma relação muito forte com estudo, análise e curiosidade intelectual: comenta estrutura de vestibulares e desempenho com bastante detalhe em vários momentos, como quando fala do Enem e Fuvest em tom super analítico, por exemplo em “como pode a ufmg medicina tá com uma nota de corte mais baixa que o enem usp pra psico no IP????? e ambos são média simples tá, só pra deixar claro” e em “o abismo entre meu número de acertos em naturezas e nas outras matérias é um tópico sensível até podia ter tido chance de passar no enem usp se tivesse feito mais nota em natureza, enfim né”. Ela gosta de destrinchar ideias e debates, não só o resultado: discute semiótica de questões de prova e discursos de internet em “mano te juro eu li aquilo e revirei os olhos com força, tipo porra vestibular mais importante do país e vcs colocam uma questão com um cara falando 'aff hoje em dia tudo é mimimi'” e em análises longas de threads como “adoro essa política do 'cabe a nós julgar', tipo sim cabe sim, pq da mesma forma q vc avisa uma pessoa q a panela tá quente pra ela n se queimar vc avisa pra ela q ela tá se colocando em uma situação deplorável (anos de vestibular med) por uma idealização q pode frustrar ela dps”. O interesse explícito por Psicologia na USP e o jeito empolgado com instituições acadêmicas em “cara a psico é o instituto mais fofo, não tem como” e “meu objetivo é tá nesse pique ano que vem no ip” reforçam uma identidade centrada em conhecimento e ambiente intelectual. Mesmo quando fala de cultura pop (Taylor Swift, Hamilton, Arcane), ela puxa pra interpretação e metacomentário, como em “só digo que todos que não sacaram que era sobre a adolescência da taylor foram burros, pq eu sempre soube”, o que é bem típico de Ravenclaw. Há traços de Hufflepuff (carinho com amigas e com cachorro) e de Gryffindor (se posicionar em debates de sexualidade e corpo), mas o eixo dominante é a valorização de análise, estudo e pensamento crítico — características centrais da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Welcome To New York combina o momento de recomeço e descoberta da nalu com o entusiasmo meio caótico dela entrando na USP, tipo quando ela vibra com o IP e a psico em tweets como “cara a psico é o instituto mais fofo, não tem como” e “e vai ter lésbica fem com tag, toc, tpoc, tea e obsessão por taylor swift e hamilton na usp sim!!!!”. A letra fala sobre chegar num lugar novo e se sentir, ao mesmo tempo, deslocada e animada, o que encaixa bem com a ansiedade dela com matrícula, jupiterweb e burocracias, como em “algum dia a minha grade horária vai aparecer no jupiterweb ou eu vou ficar eternamente no limbo?” e “pelo amor de Deus central de matrícula aprova s minha documentação estou prestes a ter um colapso nervoso”. A vibe de se jogar numa nova fase da vida também conversa com o jeito que ela celebra ter passado, tipo em “I AM THE ONE THING IN LIFE I CAN CONTROL...”. Além disso, o refrão tem esse clima de cidade grande, muitas possibilidades e identidades se afirmando, que combina com o fato dela ser uma lésbica muito assumida, irônica e tagarela no Twitter, sempre comentando o “mundinho das lésbicas”, como em “eu me sinto assim no mundinho das lésbicas...” e “eu sou muito sáfica cara, não tem como”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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htgnalu
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