
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta mistura engajamento político forte com indignação moral, algo muito característico da Lisa. Ela critica dureza de político e uso de dinheiro público, como em “um vereadorzinho arrombado que limpa o rabo com dinheiro público pra brincar de ser ativista…”, o que lembra a forma como Lisa aponta hipocrisias de autoridades em Os Simpsons. Também se importa com questões sociais amplas, chamando atenção para violência sistêmica e genocídio em “genocídio infinito contra toda a humanidade”. Ao mesmo tempo, mostra lado intelectual/estudantil, reclamando de faculdade e cálculo em “eu quero que a faculdade va toma no zoio do cu” e “sempre que eu achar que vou reprovar em cálculo 1 vou por a equação…”. A diferença é que essa ‘Lisa’ é bem mais ácida, usando muito palavrão e humor agressivo, mas a essência de consciência política, frustração com o mundo e preocupação ética bate mais com ela do que com outros personagens.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito em tom de desabafo pessoal e intimista, como em “imagine falar mal de mim enquanto estou assim no meu quarto”, e reclamam da faculdade de forma bem individual em “eu quero que a faculdade va toma no zoio do cu”, o que passa mais um clima de mundo interno intenso do que de social butterfly. A preferência por intuição (N) aparece nas generalizações e leituras amplas de realidade, como em “genocídio infinito contra toda a humanidade” e na crítica estrutural ao tratamento de jovens em “tratar seu filho igual um criminoso em potencial ✅”, sempre indo além do fato pontual para o significado social. O eixo Feeling (F) é bem forte: apesar da linguagem agressiva, a motivação é moral e empática, como na indignação com político em “enquanto isso São Paulo segue sem água tratada, energia e se afogando em enchente” e na defesa de crianças aliciadas pelo crime em “mas se falar que criança aliciada pelo crime não é criminoso bichão da chilique”. Eles parecem mais perceptivos (P) do que julgadores: não há traços de planejamento ou organização, mas muitos comentários espontâneos, impulsivos e caóticos, como em “weeaboo de rap é a primeira vez que eu vejo vtnc kkkkkkkkk” e “uns de vocês deveriam se controlar pra não ficar opinando sobre tudo tlgd”. A combinação de postura introspectiva, forte senso moral, visão crítica do sistema e tom emocionalmente carregado encaixa melhor em INFP: o tipo idealista, revoltado com injustiças e guiado por valores pessoais, mesmo expressos em um vocabulário bem ácido.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Estudante que xinga político de dia e escreve pra @revistmanifesto à noite. Uma vez gastei todo o dinheiro num show em Joinville e não me arrependo.– @idiomasmortos

Seu coquetel exclusivo
O Bomba Atômica no Allianz Sour é um drink forte e explosivo, igual ao tweet em que ele deseja uma “excelente noite para cair uma bomba atômica sobre o allianz parque” “excelente noite para cair uma bomba atômica sobre o allianz parque”. A cachaça envelhecida forte representa o jeito direto, bêbado de indignação de “um vereadorzinho arrombado que limpa o rabo com dinheiro público...”, nada suave, nada diluído. O licor de café amargo é o gosto de mundo cansado, que vê “genocídio infinito contra toda a humanidade” e já nem tenta adoçar a realidade. O suco de limão siciliano dá a acidez necessária pra combinar com o ódio futebolístico de “jogar contra argentinos é sempre um nojo sem fim”. O xarope de pimenta e rapadura mistura o fogo dos xingamentos com a doçura de quem gasta tudo num show e volta feliz pra casa “showzasso do @trrpln em Joinville gastei tudo que eu tinha” e “voltando pra minha goma vi essa imagem incrível num lote vazio”. Por cima, a espuma leve de água de coco é a pose blasé de “imagine falar mal de mim enquanto estou assim no meu quarto”, fingindo calma enquanto tudo embaixo está pegando fogo.

Sua Casa de Hogwarts
Os tweets da @idiomasmortos transbordam coragem em confrontar figuras de poder e injustiças de forma frontal e impulsiva, o que é bem característico da Gryffindor. Quando ela escreve sobre “um vereadorzinho arrombado que limpa o rabo com dinheiro público... enquanto isso São Paulo segue sem água tratada, energia e se afogando em enchente, seu FILHO DA PUTA” “um vereadorzinho arrombado que limpa o rabo com dinheiro público…”, está assumindo um posicionamento agressivo contra autoridades, sem medo de conflito. O mesmo acontece quando fala de temas pesados como “genocídio infinito contra toda a humanidade” “genocídio infinito contra toda a humanidade”, demonstrando indignação moral mais do que cálculo estratégico. Há também um traço de explosividade emocional e teatralidade, como em “eu quero que a faculdade va toma no zoio do cu” “eu quero que a faculdade va toma no zoio do cu” e na fantasia exagerada de “excelente noite para cair uma bomba atômica sobre o allianz parque” “excelente noite para cair uma bomba atômica sobre o allianz parque”, que soam mais como desabafos passionais do que frieza calculista. Além disso, quando critica o tratamento criminalizante de jovens e crianças — “tratar seu filho igual um criminoso em potencial ✅” “tratar seu filho igual um criminoso em potencial ✅” — ela se coloca em defesa dos vulneráveis de maneira combativa, outra marca típica de Gryffindor. No conjunto, há indignação ética intensa, impulsividade e um prazer em partir para o ataque contra o que considera injusto, encaixando melhor em Gryffindor do que em uma Casa mais calculista ou discreta.

Seu filme

Sua música
A personalidade de @idiomasmortos mistura raiva política, humor ácido e um certo desencanto com as instituições, algo que combina muito com o cinismo melancólico de Tanto Faz, do Froid. Eles demonstram revolta direta com poder público e descaso social, como em “um vereadorzinho arrombado que limpa o rabo com dinheiro público pra brincar de ser ativista…” e em “genocídio infinito contra toda a humanidade”, o que ecoa o tom de crítica social e cansaço da música. Ao mesmo tempo, existe um humor debochado e autodepreciativo, visível em “eu quero que a faculdade va toma no zoio do cu” e “sempre que eu achar que vou reprovar em cálculo 1 vou por a equação que tá me dando vontade de me matar como nick”, muito alinhado com a vibe de quem já está de saco cheio, mas segue rindo e xingando. A relação crítica com autoridade e moralismo aparece em “mas se falar que criança aliciada pelo crime não é criminoso bichão da chilique” e “tratar seu filho igual um criminoso em potencial ✅”, que refletem o olhar desconfiado e contestador presente nas letras do Froid. No geral, Tanto Faz encaixa com alguém que encara o caos do mundo com raiva lúcida, ironia pesada e zero paciência para hipocrisia, exatamente como transparece na timeline deles.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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